Perderam-se em nome dum falso Progresso, finaram-se no tempo, que não na memória dos que conviveram com os seus silvos e fumarolas.
São imagens da Linha do Corgo, bem podiam ser da Linha do Vale do Vouga. Ambas, moribundas, mais não servem que não seja celebrar os tempos em que as locomotivas a vapor, lançando faúlhas incandescentes, davam mais vida a terras de vales de beleza....e saudade!
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
ADIVINHAS POPULARES
QUAL É A COISA, QUAL É ELA?
1. De manhã acorda, mas, à tarde, já não acorda com ninguém?
2. Diz ter a Casa limpa, mas tem a montra cheia de tralha dos últimos anos?
3. Tem o Capuchinho Vermelho, mas deixa que o Lobo Mau se faça passar por avozinha de quase 90 anos e ande a fazer "chichi" e "caca" em todas as tocas?
4. É uma rosa com pétalas que, quando chegam à jarra, se transformam em punho fechado?
5. De manhã zumba no rato, à tarde zumba no coelho?
6. Foge do mealheiro vazio e só volta quando está cheio?
7. Quer partir a asa do pote, mas não sabe, nem diz, como lhe vai pegar?
8. Tem um cravo na lapela, mas quer cravar sem pagar?
sábado, 1 de fevereiro de 2014
TINTAS CARAMBA
Li, voltei a ler ISTO e, porque lhe tenho acompanhado os "bitaites" intercalados por alguma agressividade na linguagem, ao longo do tempo, sugere-me que:
este deputado tem futuro no seu Partido,
Parece o "Mas, porém, todavia, contudo......"
Vai no cravo, vai na ferradura....E, porque as meias tintas ficam bem em qualquer parede, hoje é branco, amanhã, vai tinto, que a vida é um arco-íris!
Caramba, tão iguais que eles são!
SALPICOS DA MEMÓRIA
A NOITE DOS MORTEIROS
Viviam-se os últimos
meses do já longínquo ano de 1973. Ancuabe, uma povoação de Cabo
Delgado, no Norte de Moçambique, era uma zona onde a guerrilha
independentista vinha fazendo um esforço intensivo no seu programado
avanço para Sul, recorrendo, quer à conquista para a causa, das
populações dos muitos aldeamentos implantados na região, quer a
acções de força, de afirmação, violentas.
Ali, para lá das milícias, ou guardas-rurais, que a guarneciam, estava sediada uma
força militar, comandada por um capitão graduado, que, mais do que
operações no mato, numa fase em que já era notório um calar das
armas, por força dos ventos que iam soprando, gastava os dias em
caçadas pelas imediações e no despejo das Laurentinas pelas
cantinas do povoado.
Era ali que os meus pais viviam e faziam pela vida, desde há muito tempo. O meu pai, depois da SAGAL, funcionário do IAM e a minha mãe, após uns anos de professorado, no comércio. Eu, que, desde 1967, integrado no Quadro Administrativo, passara por Namuno, Balama, Metooro e Muaguide, com cerca de 72 meses de permeio, a cumprir o serviço militar, ia vivendo nas casas que o Estado destinava aos seus funcionários, em Outubro de 1973, por ter abandonado o serviço público (por aziaga opção), passei a viver numa pequena moradia ( em imagem recente); numa das duas que os meus pais haviam comprado à SAGAL, enquanto com eles me aventurava numa campanha de algodão, para o que desbravámos, com recurso a maquinaria, algumas centenas de hectares de mato, que a terra era virgem e fértil.
Mesmo não se abordando muito o assunto, era consensual, no íntimo dos residentes, que a situação na zona deixava antever, a qualquer momento, uma demonstração de força por parte da Frelimo, com um ataque à povoação.
Numa noite de data que nunca fixei, mas que não estaria distante do Natal daquele ano, cerca das três da madrugada, acordei em sobressalto, com o “ribombar” de morteiradas que a minha experiência militar apontava para granadas de 81 ou 82. Iam caindo e ecoando no morro sobranceiro, com alguma regularidade, quando me dispus a sair para fora de casa armado com uma .300, a arma com que, de quando em vez, ia em busca de alguma carne para a geleira.
Comigo, levei a esposa e a filha de pouco mais de um ano.
A casa situava-se a uns 100 metros do núcleo habitacional de Ancuabe, na saída para a Mesa. Estava ladeada por um pequeno terreno de girassol e um campo de milho mais vasto, este último propriedade dos residentes num núcleo de palhotas do aldeamento contíguo.
Foi, para o vasto milheiral que entendi levar os familiares, onde lhes recomendei para se sentarem e se manterem em silêncio.
Entretanto, fui-me abeirando, só, da orla, junto à picada, de onde teria mais campo de observação para a parte central de Ancuabe, onde os meus pais pernoitavam, a uns 100 metros, no intuito de ter mais percepção do que se estava a passar, já que, para lá dos rebentamentos, não se ouviam tiros de armas ligeiras.
Foi quando vi um vulto à porta de minha casa, chamando. Aproximei-me e reconheci o meu cozinheiro, o Amisse, que residindo numa palhota nas imediações do Quartel, me informou, ainda mais espavorido do que eu, que não havia ataque algum por parte dos guerrilheiros, mas que era, sim, a tropa quem estava a “despachar” morteirada para o morro....e whisky e cerveja para o próprio bojo.
Voltei, então, a entrar no milheiral, onde havia deixado os familiares, que pensava ir encontrar sós, e espantei-me. Para lá da esposa e da filha, estariam por entre o milho, junto a elas, umas largas dezenas de mulheres e crianças, que, deduzi então, teriam ido do aldeamento próximo. Não lhes ouvi um suspiro, um ai, um ruído de passos na aproximação.
Tal silêncio, ainda hoje é objecto de admiração, quando se evocam aqueles momentos. Como o é o facto de terem por reacção instintiva escolhido como porto de abrigo seguro o local junto à minha residência e intuído o ponto exacto onde havia “escondido” os meus familiares.
Disse-me, depois, a esposa, que aquelas mulheres iam lá casa com frequência, trocar farelo de milho (para os galináceos) por sal e que, também, ofereciam mangas.
Quando amanheceu e, com outros residentes, nos dirigimos ao quartel militar, pedindo explicações, ficámos a saber o que, em parte, já palpitávamos. O capitão e os dois alferes da guarnição, que haviam recebido o reforço de mais um alferes checa, no dia anterior, depois de o exercitarem, e se exercitarem, nos exercícios do Baco e das suas etílicas proezas, haviam, noite alta, de o "praxarem" com um virtual ataque dos guerrilheiros.
Mas, se este acto pouco edificante por parte dos militares foi perdoado e depressa esquecido, o que me não sai da lembrança, é a forma como aquelas mulheres, com as suas crianças, se comportaram, reagindo ao medo, com um silêncio sepulcral, bem juntos da minha Família, sua vizinha!
Era ali que os meus pais viviam e faziam pela vida, desde há muito tempo. O meu pai, depois da SAGAL, funcionário do IAM e a minha mãe, após uns anos de professorado, no comércio. Eu, que, desde 1967, integrado no Quadro Administrativo, passara por Namuno, Balama, Metooro e Muaguide, com cerca de 72 meses de permeio, a cumprir o serviço militar, ia vivendo nas casas que o Estado destinava aos seus funcionários, em Outubro de 1973, por ter abandonado o serviço público (por aziaga opção), passei a viver numa pequena moradia ( em imagem recente); numa das duas que os meus pais haviam comprado à SAGAL, enquanto com eles me aventurava numa campanha de algodão, para o que desbravámos, com recurso a maquinaria, algumas centenas de hectares de mato, que a terra era virgem e fértil.
Mesmo não se abordando muito o assunto, era consensual, no íntimo dos residentes, que a situação na zona deixava antever, a qualquer momento, uma demonstração de força por parte da Frelimo, com um ataque à povoação.
Numa noite de data que nunca fixei, mas que não estaria distante do Natal daquele ano, cerca das três da madrugada, acordei em sobressalto, com o “ribombar” de morteiradas que a minha experiência militar apontava para granadas de 81 ou 82. Iam caindo e ecoando no morro sobranceiro, com alguma regularidade, quando me dispus a sair para fora de casa armado com uma .300, a arma com que, de quando em vez, ia em busca de alguma carne para a geleira.
Comigo, levei a esposa e a filha de pouco mais de um ano.
A casa situava-se a uns 100 metros do núcleo habitacional de Ancuabe, na saída para a Mesa. Estava ladeada por um pequeno terreno de girassol e um campo de milho mais vasto, este último propriedade dos residentes num núcleo de palhotas do aldeamento contíguo.
Foi, para o vasto milheiral que entendi levar os familiares, onde lhes recomendei para se sentarem e se manterem em silêncio.
Entretanto, fui-me abeirando, só, da orla, junto à picada, de onde teria mais campo de observação para a parte central de Ancuabe, onde os meus pais pernoitavam, a uns 100 metros, no intuito de ter mais percepção do que se estava a passar, já que, para lá dos rebentamentos, não se ouviam tiros de armas ligeiras.
Foi quando vi um vulto à porta de minha casa, chamando. Aproximei-me e reconheci o meu cozinheiro, o Amisse, que residindo numa palhota nas imediações do Quartel, me informou, ainda mais espavorido do que eu, que não havia ataque algum por parte dos guerrilheiros, mas que era, sim, a tropa quem estava a “despachar” morteirada para o morro....e whisky e cerveja para o próprio bojo.
Voltei, então, a entrar no milheiral, onde havia deixado os familiares, que pensava ir encontrar sós, e espantei-me. Para lá da esposa e da filha, estariam por entre o milho, junto a elas, umas largas dezenas de mulheres e crianças, que, deduzi então, teriam ido do aldeamento próximo. Não lhes ouvi um suspiro, um ai, um ruído de passos na aproximação.
Tal silêncio, ainda hoje é objecto de admiração, quando se evocam aqueles momentos. Como o é o facto de terem por reacção instintiva escolhido como porto de abrigo seguro o local junto à minha residência e intuído o ponto exacto onde havia “escondido” os meus familiares.
Disse-me, depois, a esposa, que aquelas mulheres iam lá casa com frequência, trocar farelo de milho (para os galináceos) por sal e que, também, ofereciam mangas.
Quando amanheceu e, com outros residentes, nos dirigimos ao quartel militar, pedindo explicações, ficámos a saber o que, em parte, já palpitávamos. O capitão e os dois alferes da guarnição, que haviam recebido o reforço de mais um alferes checa, no dia anterior, depois de o exercitarem, e se exercitarem, nos exercícios do Baco e das suas etílicas proezas, haviam, noite alta, de o "praxarem" com um virtual ataque dos guerrilheiros.
Mas, se este acto pouco edificante por parte dos militares foi perdoado e depressa esquecido, o que me não sai da lembrança, é a forma como aquelas mulheres, com as suas crianças, se comportaram, reagindo ao medo, com um silêncio sepulcral, bem juntos da minha Família, sua vizinha!
O MACARRÃO DO TOZÉ
Quem, ontem, esteve atento ao debate na AR, poderá ter-se questionado, como eu questionei: sabemos das "negas" que Seguro tem dado a qualquer acordo ou consenso com o Governo, à excepção de algum alinhamento na questão do IRC, desprezando mesmo o apelo feito pelo PR, como sabemos, e para o que, reconheça-se, o PM também não lhe tem atapetado o caminho . Partindo dessa premissa, o que levará Seguro e o PS, a, não só aceitarem, como pretenderem ter uma maior participação no destino dos dinheiros europeus (os fundos comunitários) que aí vêm? Quando toca a massas, sejam da Nacional ou da Triunfo, não falta clientela, nem glutões, sejam elas de cotovelo ou macarrão!
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
VOX POPULI - ESCUTAS!
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
DESCOMPRIMINDO...
domingo, 26 de janeiro de 2014
VOX POPULI - Hora da bica!
Ouvido no Café da esquina, pela manhã:
A propósito das praxes académicas. - " Esta estudantada de agora, quando não está bêbada nas Docas ou nas Discotecas, está nas bebedeiras das praxes"
A propósito de mais um ameaça de ruptura do PS - " Aquele (António José Seguro), com tanta ruptura nas canalizações, ainda acaba afogado na Estação de Tratamento da Avenida de Ceuta"
PRAXES DE LUTO
Os defensores desses "rituais" defendem-nas, invocando integração na Escola ou Grupo. Nos dias de Hoje, quando uma esmagadora maioria das crianças começa a gastar os dias convivendo com colegas em Creches, Jardins de Infância, Escolas e quejandos, será por via destas tradições, que tendem a subir numa escala de violência gratuita, de ano para ano, que os "caloiros" se integram melhor no ambiente universitário? Tenho muitas dúvidas. Se querem diversão e Circo, não lhes faltam ocasiões festivas durante o ano escolar, onde podem conviver e dar largas aos naturais folguedos, que são, disso não duvidamos, apanágio natural da idade jovem! Mas, isto, digo eu....que sou do tempo das botas cardadas....
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
DÉFICE DE 2013-4,4%-5%
Li, AQUI, em primeira mão!
Bem sei que foi graças aos sacrifícios da maioria dos portugueses, não enjeito que as medidas têm sido duras, admito mesmo que nem sempre as melhores, mas, ao menos que esses "apertos" não tenham sido e estejam a ser em vão. E, este, é mais um bom sinal, de que os habituais e, por norma, céleres, relatores e difusores de tudo quanto é desgraça, não deram, ainda, notícia de relevo....
É o que, para lá do bom sinal que a notícia representa, evidencio e destaco, é estar tudo muito calado. Se o Déficit ficasse acima do exigido pela Troika, já tínhamos aquela cambada de façanhudos políticos, a começar pelos que se perfilam para chegarem ao pote, a correrem as estações televisivas, gritando e exigindo a demissão deste ou daquele, ou, até, de todo Governo! Bem sei que, para eles, este seu silêncio lhes dói e, por paradoxo, lhes fere mais os ouvidos - e a estratégia - que a fanfarra do meu Batalhão da tropa! Mas, quando Portugal ganha, no seu todo, os desprezíveis interesses partidários nada contam! Venham mais sinais!...
PATACA A MIM
....a mim pataca!
A noticia: AS ELITES CHINESAS
As forças reaccionárias, os fascistas, capitalistas. os ultra-liberais, é que inventaram isto. Que eu não acredito que os kamaradas, dum socialismo científico das cartilhas do Mao, onde cada bocadinho de Sol da Terra é distribuído de forma equitativa por todos, tenham posto tanto dinheiro a salvo! Longe dos olhares dos seus correlegionários e irmãos de Classe!
Como, agora, se ouve muito, por aí.......vai lá, vai!.....
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
GPS AVARIADO?
Para se chegar depressa e bem a um almejado destino, nada como estar munido de um bom GPS.
O da imagem, parece estar em bom estado, mas, este, de que trata a CS, AQUI, consta ter "avarias" graves.
TARDE PIASTE!
Nada que o Vouguinha já não haja dito por aqui. Foi tardio o nosso pedido de "resgate". Foi um ano em que tudo se agravou, numa aceleração inclemente e desastrosa. Que, no dizer da maior parte das personalidades europeias com "voto nesta matéria" e de muita gente entendida da nossa Praça, só implicou uma mais dura austeridade e mais tempo até à recuperação.
Bem os culpados, em parte, da Crise e, de todo, no atraso do pedido de ajuda internacional, e seus acólitos, podem esbracejar por cá e "arrotarem" por lá, que, passe a publicidade, não sendo "Serrata", Gallo", "Oliveira da Serra" e quejandos, o azeite, mesmo não sendo virgem, vem sempre, mais tarde ou cedo, à tona da água.
Olli Rehn, por dentro de toda a teia de 2010/2011, foi claro, deu o seu testemunho desinteressado....AQUI.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
A LOCOMOTIVA DO VOUGUINHA...
... a E132 que levará este comboio desde Viseu a Aveiro, passando pelos lugares idílicos que o Vouga beija, numa viagem que só o imaginário consente!
A irmã, a 202, repousa lá por Vouzela, ao que consta, a requerer cuidados especiais para que não seja desmantelada, que a febre do aço anda por aí. E, está por AQUI, também, com todo o merecimento e para evocação de tempos e fumarolas que ficaram gravados na memória e na saudade de quem lhe conheceu os silvos...e os carris!
A irmã, a 202, repousa lá por Vouzela, ao que consta, a requerer cuidados especiais para que não seja desmantelada, que a febre do aço anda por aí. E, está por AQUI, também, com todo o merecimento e para evocação de tempos e fumarolas que ficaram gravados na memória e na saudade de quem lhe conheceu os silvos...e os carris!
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
LARANJAS AZEDAS
Eles que se entendam, que já são "crescidinhos", mas depois de ouvir, ontem, o Professor, perante os dardos venenosos que o Pacheco zurze a cada momento, da Manuela que diz, de há uns tempos a esta parte, precisamente o contrário do muito que fez ou deixou por fazer, enquanto foi Ministra, para lá de uma ou outra ferroada do "mais pequeno" e de outros lugar-tenentes, à espreita, todos com o reconhecido direito de terem opinião própria e a darem a conhecer, fico à espera que toda esta gente, ao que lhe ouvimos, tão incomodada com o rumo da governação e da forma como o seu Partido se vai comportando, tenham a coragem de ir ao próximo Congresso laranja, apresentar as suas propostas e moções. Que visem alterar as políticas que tanto criticam, sem que, tal como a Oposição, lhes ouça alternativas concretas.
Que, passe a imagem, mas, ficar só de pelo eriçado, ladrando aos donos, enquanto os intrusos assaltam a casa, nunca fará dum rafeiro um bom cão de guarda, por mais atestados de brava raça que lhe sejam conferidos!....
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
RUÍDOS.....SEM FUNDO!
Adopção, co-adopção, para aqui, co-adopção, adopção, para acolá. Ruídos de fundo, e sem fundo, batuque sem nexo, como se a vida dos portugueses estivesse ancorada no facto da decisão ser hoje ou amanhã. Alguém se agarra a estes temas fracturantes, embebe-os em gasolina, com o intuito de que fiquemos todos a olhar para as labaredas.....sem vermos mais nada para lá da cortina das chamas!....
Nem vem ao caso opinar sobre o assunto, nem tecer armas pela ideia que possa ter do tema. Que merece e vai ter, seguramente, tratamento. No que não embarco é na criação artificial destas nebulosas para que nos dispersemos e deixemos de estar atentos à forma como vão sendo dispostos os cobertores na cama onde nos vamos deitar, dentro de alguns meses.
Que o tempo urge....e é dinheiro! E já não colhe passarmos o tempo a acusar quem governa de não saber comunicar, se nós próprios nos deixamos distrair...
VEM DE BALDE...
.... esta chuva fria, de Céu aberto e incontinente!
Fotos de Gente amiga, às 07H45 de hoje.
GRANIZO, NOS ARREDORES DE LISBOA 
:Por aqui, dizem que isto é um VENDAVAL. Da maneira que ela vai caindo, parece-me mais um VEM DE BALDE! Raios e coriscos, também não faltam! E o China do Bairro, acaba de receber um fornecimento de guarda-chuvas, para substituição dos que se vão vendo pelos cantos dos passeios....._ A culpa é do Pedro, a culpa é do Pedro! Não me surpreendia.....se em vez do Pedro que é santo, e tem as chaves do Céu, culpassem o que dizem ser um demónio, e ter as chaves deste Inferno!
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
MANTA FAMILIAR
ESTE, EM PENELA terá "metido" o primo, o de CASTRO DAIRE ", a filha.
É verdade que todos os fogos se iniciam com uma pequena chama, mas, honestamente, nem é isto que deve ser o epicentro das nossas preocupações com a transparência ou a falta dela, na ocupação de cargos públicos, passe o facto de ser um defensor acérrimo da meritocracia e de concursos isentos.
Para mais, em terras de pouca gente, que Penela não é Lisboa, Castro Daire, também não, quem não é primo do primo, ou primo do outro primo?!
Que ninguém me deite mau olhado, ou me solte os búzios do azar, por, como pode parecer, estar a limpar a caca de dois "meninos" socialistas. Que estes "chamamentos de sangue" nada têm a ver com as sangrias que todos, mas aqueles, especialmente, podem ter feito no corpo deste País moribundo.São estas últimas, as que nos trazem debilitados, em agonia...... não os "jeitinhos" do familiar de destaque, do presunto, ou da santa palavra do cura da terra.... que, sendo reprováveis, são gotas de água neste, já antigo, dilúvio de "abotoanços" e compadrios.... Que ninguém conseguiu ou ousou deslindar sem peias, prescrições....ou destruição de provas....
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
RELVADO COM FÉ!
Com satisfação, sem arrotos triunfalistas, que, este, foi apenas um passo duma caminhada longa!Alguma equipa teria a veleidade de pensar vencer um jogo contra 11 Eusébios?!...
Foi a arte, a estratégia, os valores individuais, mas foi, sobretudo, a motivação de cada um dos jogadores da Águia, na mensagem que a Alma levou aos céus, onde repousa o seu símbolo de muitas décadas.
Que, mesmo no Futebol, para lá da bola, de não sei quantos gomos, no relvado, tem que rolar a FÉ e o empenho de onze Almas!
Parabéns, Glorioso!
A INVEJA DOS ESTURRICADOS!
Quanto ao Arnaut, não me pronuncio, que ainda não descortinei bem o que se passa para lá da nebulosa mediática, mas, quanto ao Gaspar e ao Álvaro, só tenho que lhes endereçar os parabéns pelo reconhecimento internacional dos seus saberes e competências. E ter orgulho em que ainda hajam cérebros neste País de camelos invejosos e onde vêm pontificando tantas cabeças esturricadas!
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
OS CACHECÓIS DO REI
Também fiquei surpreendido, ao olhar aquela imagem dum segurança da Luz, com os cachecóis do Sporting nas mãos. Intuí, de imediato, que algo de estranho se havia passado. Perante os justificados lamentos e mais justa revolta de alguns amigos sportinguistas, asseverei-lhes que me custava a crer que a recolha daqueles símbolos clubísticos de junto da estátua do Rei Eusébio houvesse sido uma decisão gratuita da Direcção do Benfica. E que, a confirmar-se, mereceria o meu veemente repúdio.
A imagem correu blogues, mensagens pessoais e redes sociais, com legendas à dimensão dos comentadores. Se uns, mais avisados e comedidos, sabiam antecipar o seu natural azedume do condicional "a ser verdade", outros partiam para o insulto, com o estafado vocabulário das guerrilhas do Futebol, chegando, alguns, ao ponto de se sentirem perante a outra face da frase pouco feliz, que se assuma, do Presidente do Sporting, ao sugerir que à Bandeira Nacional deveria ser retirado o encarnado, imaginando a recolha dos cachecóis como a retirada do verde da Luz!...
Vieram os esclarecimentos dos responsáveis pelo SLB, com justificações mais que plausíveis para a recolha dos cachecóis para local seguro, ao mesmo tempo que verberavam a atitude arruaceira dos indivíduos que, na primeira noite, haviam vandalizado alguns daqueles objectos, chegando mesmo a agredir o segurança que lhes tentou impedir o acto animalesco. Gostei, que é bom saber que o meu clube de sempre se não revê nestes actos, procedimento que, tanto o Benfica como os demais emblemas, deviam ter sempre, em casos similares. Que, todos sabemos, no Mundo do nosso Futebol, há uma minoria de diabos à solta, em todas as agremiações, capazes duma atitude deste jaez.
Tudo explicado, sem tapete, para que a razão se não diluísse totalmente, partiram alguns para uma acusação mais suavizada, invocando que o comunicado havia de ter sido emitido no próprio dia da retirada dos cachecóis. Também eu veria nesse passo uma forma ideal para evitar teorias da conspiração e desenterrar dos machados. Mas interrogo-me se, no próprio dia do Funeral do símbolo máximo do Benfica e da Selecção Nacional, em que, no seio da "Nação benfiquista", com mais acuidade, na própria Direcção consternada, as atenções se concentravam na azáfama das cerimónias, com os órgãos dirigentes solicitados ao minuto para trabalhos de organização e protocolo, alguém imaginasse a confusão e o natural melindre que uma foto iria causar nas hostes leoninas...
Depois de tudo isto, continuar a malhar neste ferro, por parte de alguns, seja por desconfiança, por despeito ou mexeriquice, como ainda se vai vendo por aí, só pode ter uma de duas explicações: ou má consciência ou com a única intenção de desestabilizar a equipa que, no próximo fim de semana, defronta o rival do Porto!
R.I.P. EUSÉBIO!
domingo, 5 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
BIFE DO NOSSO LOMBO
Sei que cada notícia mais agradável, como ESTA, a propósito da nossa recuperação económica, tem o mesmo peso dum Kg de bife do nosso lombo. Do "esmifranço" correspondente aos nossos continuados sacrifícios, mesmo sabendo que, sem eles, nunca nos conseguiríamos levantar, passe a duvidosa equidade na distribuição das dores pelas diversas lombeiras da Sociedade Tuga.
Ainda assim, sabendo de antemão que os "esquerdóides" visionários da utopia nunca teriam outra reacção, que ungidos foram para uma terrena missão de Bota Abaixo, que é na miséria de todos que o Sol mais brilha, surpreende-me que as hostes socialistas, que nos abriram as escotilhas para este Atol de austeros corais, ao invés de nos trazerem uma palavra de Esperança, perante a forma como os terríveis Mercados estão a dar crédito à nossa recuperação, com os juros da Dívida a baixarem para números anteriores à entrada da Troika, mesmo tentando colar-se aos bons sinais que vão surgindo, continue, por outro lado, a tentar esburacar o caminho que nos pode levar até à saída do labirinto. Sem o tal Segundo Resgate, que tanto apregoaram e, vá-se lá saber, teriam, intimamente, desejado!
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
LIXO TURÍSTICO
Estes, como muitos outros trabalhadores, foram instrumentalizados. Na óptica do Município, a passagem de alguns serviços para a alçada directa das Juntas de Freguesia, persegue uma melhor eficiência. É sabido que os trabalhadores não perdem quaisquer regalias ou vínculos, mas alguém, e todos sabemos quem, que nem o rosto esconderam e lá estavam para dar o tiro de partida para esta Greve suja, os convenceu que era uma "despromoção" e lhes acenou com o papão do despedimento e outras maldades. Esta gente do Bota-Abaixo, que nós acabamos por sustentar, agarra-se a tudo para que se não inverta o rumo de miséria a que estávamos a ser conduzidos, provavelmente, no cumprimento das cartilhas partidárias que lhes ditam a Agenda.Respeito as lutas sindicais, com ou sem greves, quando elas têm sustentáculo em causas justas. Não nesta, que , para além da falta de higiene que lhe está intrínseca, é uma luta suja.
É o que temos, São os tempos do "vale tudo", em que muitos de nós, por vezes, alinhamos, por nos deixarmos levar pelo descontentamento justificado pela má condução da coisa pública, nas últimas décadas. Só nos pode valer o esforço mental por entendermos que, para lá dos que governam este País, há outras forças empenhadas em alargar o fosso em que todos eles nos fizeram cair!
Tudo passará e é mais um episódio para o arquivo do esquecimento, mas a nódoa que manchou a imagem de destino turístico, não se apagará tão cedo com a lixívia do tempo.
E, nem me espantou o silêncio dos correlegionários do Presidente do Município lisboeta, sempre lestos a associarem-se ou darem público apoio a outras lutas e greves, sempre que o ónus esteja no patamar das forças partidárias que ora governam o País.
A gestão do Futuro deste Povo, está nas mãos de quem nos não governa a contento e na ânsia louca de quem quer poder, mas não sabe nem tem estatura para nos governar melhor!
FLORESTA DE ENGANOS
ISTO leva-me a pensar que, no melhor pano cai a nódoa, mas, no espectro "noveleiro", morangadas e quejandos, já andam a cair nódoas em demasia, alarmantes. Jovens de quem os barões publicitários da imagem, fazem astros e símbolos, pretensamente de valores, que se deixam inebriar e.....ir na onda, sei lá se própria dos "ambientes" em que se movimentaram na ficção. Sejam quais forem as raízes, mesmo sabendo que meia dúzia de árvores não fazem a floresta, algo vai mal naquela floresta de ficção.....e de enganos!
Há dias, numa das redes sociais, um "boneco", dava conta de que as novelas que vão sendo transmitidas pelas televisões são motores de droga, prostituição, traição e outros comportamentos desviantes. Encarei-o como uma hipérbole, sem graça nem fundamento.
Começo a ter dúvidas, que, de quando em vez, eu, que nunca fui um pretenso moralista radical, me deparo, em horário nobre dos diversos canais televisivos, com programas "avacalhados", daqueles que, depois de espremidos, só deixam escorrer algo viscoso, próprio dos esgotos da Sociedade.
A que, alguns, teimam em chamar de "CULTURA"!....
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