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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

JUNTO À BOSTA SE FEZ PÃO


Um post de amigo numa Página vizinha, fez-me recuar quase uma meia dúzia de décadas e transportar-me no comboio do tempo, à tela da minha infância, vivida, quase ininterruptamente, até aos 9/10 anos, em ambiente rural de Lafões, em região que, maioritariamente, fazia da actividade agrícola o seu modo de vida e o pão do seu sustento. Podia traçar-vos todos os cambiantes dum cenário campestre, enaltecer a mais valia da vida em comunhão com a Natureza, ainda não ferida de morte, na pujança vivificadora do ar que se respirava, da água cristalina que brotava em abundância das encostas verdejantes, também dos sacrifícios dos que dedicavam a vida ao amanho dos campos, mas é, tão só, duma prática a que assistia na aldeia onde me foi dada vida, que vos trago testemunho.
Por aquele tempo, ainda não haviam aqueles cacos velhos com que os "solidários" camaradas de Leste, limparam os seus excedentes e ferro velho, a seguir à "Revolução", muito menos, os comprados com os subsídios da CEE, pagos com as vinhas que se destruíram, com os barcos que se abateram, com o abandono dos campos. Eram os animais de tracção, puxados a feno e a aguilhada e a muitos berros, quem rasgava a terra, a preparava para as sementeiras e transportava as colheitas para os minguados celeiros. No fim do dia, por norma, já depois do sol se esconder pelas serranias fronteiriças, na rua principal da aldeia, onde tinha pouso e folguedos, era o regresso das vacas aos currais, atapetados a tojos e giestas, numa imagem que me sugere (sem generalizar) um desfile de "beldades" pelas artérias do Intendente alfacinha. Nesse trajecto, iam-se libertando, através do canal vizinho do enxota-moscas , dos despojos de pança cheia nos lameiros donde regressavam. Era, então, que via algumas das mulheres da aldeia, atarefadas nas lides caseiras, que complementavam os trabalhos dos seus homens, no campo, a recolherem os dejectos das "Cabanas", das "Mouriscas", das "Castanhas", para um recipiente. E, desengane-se quem pensar que havia nessa recolha um propósito sanitário de limpeza das ruas. Nada disso. Outro destino estava marcado para a "bosta" dos animais.
Conforme já se abordou por aqui, a broa de milho, era o pão mais consumido naqueles lugares e a cozedura em fornos rústicos, de tijolo e argila, com um chão granítico, aquecido com lenha do "molho" recolhido pelas matas e pinhais, onde, até por isso, os incêndios rareavam. A porta do forno, muito artesanal, nunca, no próprio dizer das padeiras caseiras,  "xispavam bem". Era aqui que a "bosta" recolhida da rua, exercia a sua função: depois da massa do pão introduzida no forno incandescente, qual argamassa ou betume, era disposta ao longo das frestas da porta, para impedir que o calor se libertasse.
No fim, saíam as broas, rodas gigantes que eram o pão para quase toda a semana, por entre a bosta ressequida, já sem aquele aspecto lamacento e pouco atractivo, e, quanto ao cheiro, esse, já era só aquele agradável aroma do pão cozido....a pedir companhia duns nacos de presunto, a juntar à bola espalmada, de sardinha ou de chouriço ou toucinho que havia acompanhado as broas, na cozedura. E, a inevitável malga de morangueiro, a espumar tinta!...
Mas, desengane-se quem pensar que aquele não era o pão de Deus. Que,  o que o diabo amassou, é o ora confeccionado na Padaria Nacional que vamos vivendo!.....

domingo, 24 de agosto de 2014

UM ABRAÇO AO ZELA...

... num breve e agradável olhar de Paulo Lemos Quintela.
A que não faltou a sonhadora Fonte da Nogueira, o vetusto chorão e aqueles brasões que dão nobreza e beleza a uma vila do coração de Lafões....
 Uma brisa de ar fresco neste Domingo quente......

terça-feira, 19 de agosto de 2014

NOZES BICHADAS

  A mim tanto faz que seja o Crato, ou Niza, ou mesmo Castelo Branco. Nenhum deles tem varinha de condão para fazer meninos às paletes para que os professores, como é humano desiderato, tenham emprego. Também, Crato, Alter ou Fronteira, que estivessem com o ponteiro do Ensino, poderiam operar o milagre da multiplicação dos euros, numa terra onde o Estado é mais teso que qualquer um dos cidadãos que têm a sorte, a fortuna, de serem dos mais ricos deste País.
Mas, pasme-se, ainda não ouvi uma "nogueirada", hoje. E, bem podem, os 1954


Imagem, daqui: http://obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.pt/

professores ora vinculados, agradecerem as palavras de júbilo daquele timoneiro raçudo, pela meta, ora, por eles alcançada!  
 Bem sei, não será destas notícias que ele e os seus faroleiros gostam! Não são nozes  para "tocaias"!....

A PAZ DO MEDO


 O Mundo vive em guerrilhas regionais e, globalmente, na Paz do Medo.
No Médio Oriente, luta-se por diferença de crenças e, alegadamente, por território. Sabemos todos que, por mais razões que assistam aos palestinianos, só na Paz e pelo diálogo pode ser alcançado um compromisso duradouro. Essa via nunca esteve na perspectiva de grupelhos radicais, como o Hamas, que não conhece outra linguagem que não seja a das bombas, dos atentados suicidas e dos misseis, que compram, muito provavelmente, com o dinheiro que os organismos internacionais lhes doam para fins sociais. Pervertem, desde há anos, todas as tentativas de entendimento com Israel, quebram, sistematicamente, as tréguas acordadas, com provocações agressivas, que façam despoletar respostas por parte dos judeus e a conveniente vitimização. Enquanto isso, manipuladores, numa exploração mediática, que muitos meios de comunicação social ocidentais bebem que nem ginjinhas, numa descarada falta de isenção, vão colhendo a simpatia de sectores europeus, com os "esquerdóides" acirrados em manifestações de apoio e dum exacerbado anti-semitismo. Os mesmos sectores da esquerda, afinal, e por paradoxo, que se multiplicam em cruzadas vermelhas contra os capitalistas fabricantes e comerciantes de armas, os mais interessados naquele e noutros conflitos que vão grassando pelos cantos da Terra.
Enquanto isso, a Coreia do Norte, a estrela que ainda é guia de muitos "ditadorzecos" de meia tigela, que se camuflam em amanhãs que cantam e se vêem e revêem no espelho das bandas do Sol Nascente, vai-se armando até aos sovacos e faz ensaios nucleares à la carte, provocando o vizinho do Sul, desafiando o Ocidente e já nem a própria China a parece intimidar.
Pela Ucrânia, como já havia sido pela Geórgia, anda a mãe Rússia estendendo os braços tentaculares, exercitando os tiques dominadores de outros tempos, sob a batuta dum Putin saudoso dos velhos conquistadores e ditadores vermelhos, enquanto testa as reacções dos americanos e seus aliados.
No Iraque, uma caldeirada de raia, bem armada de fogo e nada de humanismo, aconselhada e, antes, apoiada, pelos próprios americanos e por alguns dos seus aliados, quando, com orgulho do seu umbigo, pretendem mudar as civilizações e o Mundo, quebrando-lhe as tradições ancestrais, logo que parte da população entendeu desalojar os poderes da Tunísia, da Líbia, Síria, na denominada Primavera Árabe, deu consistência e força aos rebeldes, acantonados na, ora, intitulada Irmandade Muçulmana, ocorrem os crimes mais horrendos, num extremismo diabólico, de intolerância étnica e religiosa.
Nada que já não houvesse sucedido no Afeganistão, onde os talibans, que os EUA armaram para combater os russos, acabaram por ser os inimigos figadais dos "supervisores" do Mundo, dos que já foram mais "polícias" do que o estão a ser, mesmo que mais necessário, por onde já andaram a guerrear, deram às de vila diogo e deixaram a desordem que pretendiam reverter.
Quadro negro? Uma guerra mundial embrionária?
Talvez, não. Continuaremos, por algum tempo, a viver na Paz do Medo!


domingo, 17 de agosto de 2014

VENTOS E CATA-VENTOS



 Mal ou bem (não vem, agora, ao caso), o Governo, em 2013, propõe a convergências das Pensões...PUM, leva chumbo do bacamarte do TC. Em 2014, mal ou bem, propõe um corte permanente nas pensões superiores a 1000 €, bem menos gravoso que a actual C.E.S....transitória, PUM....leva chumbo do TC!
Os comentadores da seita do "Sabe Tudo", os opositores políticos, pum-pum-pum, ratatáratatátá....foguetes para o ar, rajadas de HK para o Governo. Que perdeu, que foi derrotado pelo TC, que as medidas eram obra do Demo, que, a serem aprovadas, quando fossem Poder, as rasgariam.......
O homem, na última Sexta (ou Ceia?) à noite, mal ou bem, disse que não tiraria mais coelhos da cartola para levarem chumbo do TC e críticas da oposição e fauna mediática adventícia... que só o faria de parceria com o maior partido da oposição, e, já era madrugada, ainda ecoavam os gritos dos seus delatores, acusando-o de se demitir da Reforma da Segurança Social!
Tens cão, não tens cão, se não tens cão, querias ter, se o não tens, tivesses, VAIS PRESO! 
Por esta e por outras similares, é que os Seminários vão ficando desertos. Quem é que pode ser Padre duma Paróquia destas?!
  O que me parece é que,  se os ventos não andam bons, os cata-ventos não têm melhoras!

sábado, 16 de agosto de 2014

MALHAR O CENTEIO






  Uma "raridade" destes tempos novos. Esta noite, ainda se malhava o centeio, lá por terras de Vouzela. E, não falta o tradicional mangual, que não é aquele com que um tal Silva,  do Porto, que, provavelmente, nunca viu um, andava por aí a "malhar" na Direita, nos tempos socráticos, 
Daqui, não vai sair o "pão que o Diabo amassou", mas o que os amantes da terra ainda vão semeando, cuidando e malhando.....por terras de Lafões e nas fraldas do Caramulo.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

ASNOS E CARTOLAS...

... rouxinóis, caracóis, bichos móis, oliveiras, olivais......cada vez há mais!Esta artimanha de negociatas de canudos, segundo os jornais, está comprovada. Poderemos pensar que outras haverão, ocultas nas teias dos anos e no cofre dos silêncios!...
NESTE CASO, foram  só 35, num Externato de Lisboa, a quem comprariam os certificados do 12º Ano, pelo preço de 2500 €, sem que frequentassem as aulas ou fossem submetidos a exames.
Estes cambalachos, ocorridos em 1999, levam-nos a pensar que temos por aí 35 doutos, que podem ser médicos, deputados, professores.............mestres de outros saberes, a comporem o ramo desta Sociedade cada vez mais tacanha e balofa, em que, apenas pelo abanar das orelhas ou da cartola, ficamos sem saber se o animal é doutor, engenheiro ou asno de peido e coice!

sábado, 9 de agosto de 2014

O CABO DAS TORMENTAS...


... DO MAR SALGADO  A "coisa" deu-se. Como já havia dado noutros e continuará a dar-se,  se Supervisores e Reguladores, por falta de meios, de poderes ou de vontade, não forem proactivos e continuarem como bombeiros aquartelados esperando que a sirene toque.
 Aquilo que já configurava um Estado dentro do Estado, desde há décadas, tal como aquele em que tinha espaço visível, encalhou, submergiu, afundou-se com 
os haveres que restavam, com comandante, imediatos, tripulantes e uma imensidão de passageiros a bordo.
O Poder, os poderes, tarde e mal, a tempo e bem, lançaram uns coletes salva vidas e tentaram resgatar o que ainda se podia salvar.
Não sei, duvido que alguém saiba, que, nestes apertos e naufrágios não é fácil decidir no imediato, se foi encontrada a melhor fórmula, mesmo que, nesta terra de sábios e milagreiros, ainda ninguém haja, objectivamente, para lá das prosápias circunstanciais, apontado melhores alternativas.
Os saudosos do Stalin, sempre coerentes, reconheçamos-lhes esse dom,  sem surpresa, bateram-se pela nacionalização pura e simples, deste e de todos,  que para esses românticos passadistas, imagino eu, nacionalizadas deviam ser as Almas, os Pensamentos, a Lua, o Sol e as nuvens, por onde flutuam os seus ideais.
Os bloquistas, esses, ao que transpareceu, mais do que soluções alternativas, que não ouvi nehuma, de qualquer dos seus dois megafones,  mostram mais interesse em crucificar o manda chuva desta tempestade, o Adamastor deste nosso Cabo das Tormentas.
Os cata-ventos da Rosa, vão-se atirando, como gatos aos bofes, às soluções encontradas pelo Poder a que aspiram, esgadanhando, como felinos de laçarote, prontos a comerem a sardinha de corrida, que está a chegar, mais das lotas europeias que da nossa arte xávega. Quanto a alternativas, cala-te boca, que isso não interessa, nem é mais valia para o seu objectivo imediato!
Com toda esta encenação, lá vão ministros, lá lá vão supervisores e reguladores, à Arena da Fiscalização, a quem a Constituição outorga esse poder. Ligam-se as televisões, apinham-se os jornalistas e levanta-se o pano de mais um peça, que, com alguns actos e cenas de bolinha, não passará de um espectáculo mediático. Que nada resolve, nada prova, nada apura, acusa ou redime, para lá de satisfazer a coscuvilhice pública e a preparação de terreno para as disputas caça-votos. Depois do pano cair, resultados objectivos? Nenhuns! Zero, vírgula, zero!....
Nos bastidores, o sacudir dos capotes e limpar os cenários. que a culpa foi da CMVM, que foi do BP, que foi dos Ministros, que foi do Barrabás, que a do tubarão salgado, já todos a descobrimos e queremos ver em salmoura!
A estes, a esses, aqueles e aqueloutros, a todos os pirilampos que são vistos pelo Mundo fora, pelos faróis dos Mercados, pelos radares dos investidores e por toda uma plateia que nos avalia o valor dos dedos onde já houveram anéis, só faria um pedido: Calem-se! Deixem que se salve o que ainda há para salvar. Que se recupere o que ainda for possível recuperar.
E, que, isso sim, não deixem de fazer com que os lesados sejam ressarcidos do esbulho de que foram vítimas e que não haja clemência, nem amizades, nem irmandades.....  para os "trafulhas" e piratas, de olhos de cristal e perna douradas,  de mais esta "pilhagem" e afundamento!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

MOEDA TROCADA



  Marcelo e Marques Mendes, do alto das suas cátedras e que, como toupeiras atentas, sabem tudo o que se passa por baixo do chão destas coisas, previam, e já haviam antecipado que uma hipotética escolha da actual Ministra das Finanças, para o cargo de Comissária Europeia, seria, na opinião do pequenote, o PM "desistir de Portugal" e na do comentador dominical, que aquele "desistia de ganhar eleições". Saiu-lhes a moeda errada!
Enquanto isso, fazendo fé nas previsões daqueles doutos comentadores, ou por perspectiva própria, não faltaram mestres partidários, sempre em bicos de pés para os holofotes televisivos, de braço dado com comentadores "aconstançados", a desancarem nessa projectada intenção do Governo despachar, em voo da TAP, sem atraso, Maria Luís Albuquerque, para Bruxelas, o que, na sua óptica de fina íris, representaria uma fuga, ao estilo do ex-MRPP Barroso, ou um prémio, como o de Victor Gaspar.
Pólvora seca ou pontaria de treme-treme!
Não foi a Ministra, vai o Moedas. Fogo no Moedas, do bacamarte de Seguro, que, vai dizendo, e bracejando, que o homem não tem prestígio, nem reconhecimento europeu. Pressinto eu, a pensar que, do seu alfobre partidário, brotam viçosos nomes como João Soares, Ana Gomes ou até, por última hipótese, aquela árvore quase centenária que nenhum Estio consegue secar! Que, levar o seu correlegionário Vitorino duas vezes à mesma Missa da Europa, seria pecado!
Por mim, fico-me pelas notas, de humor, que as moedas rompem-me os bolsos e estou-me absolutamente borrifando para o acerto ou desacerto da escolha. Foi o Moedas, podia ter ido o Tibúrcio dos Anzóis, que a cadeira do Parlamento Europeu ajusta-se a qualquer rabada, é medida standard.
O que me leva a este registo é a animação deste Circo a que vamos assistindo, com o desfilar de comentadores e políticos, que ainda o furão não tirou o coelho da toca e já desbaratam a cartucheira, em tiros para um ramo que o vento fez abanar.
Continuem, que vão....vamos, longe!


domingo, 27 de julho de 2014

VENHA A NÓS O VOSSO REINO


Segundo as notícias,  AQUI NO CM os Partidos Políticos, nesta terra de "propagandistas" e manipuladores ideológicos, devem muitos milhões ao BES. O campeão é o mesmo de sempre,  ESTE   o dos comícios à americana, com espelhos multiplicadores, autocarros do amor e sandes de presunto, mas têm por lá todos uma factura de pipas de massa! AQUI TAMBÉM  Até o exterminador implacável dos capitalistas e da "Banca Especuladora", não deixou de sacar uns milhões, que os carros que nos dão música a toda a hora, CEDU e tarde,  e as montanhas de papel nas paragens dos autocarros, custam dinheiro! Os do Bloco, de pouco cimento e com a areia a desfragmentar-se, preferiram sacar da Banca Pública, que, essa, é a do bodo aos pobres! 
- Portugueses, Famílias, poupem, não se endividem.....que a democracia precisa do vossos dinheiro!....
Que os Banqueiros, esses, enquanto vão financiando os partidos políticos que são os timoneiros, de Ontem, de Hoje e de Amanhã,  do Poder neste País, enquanto mecenas financiadores, lhes vão rezando baixinho:
   - Venha a nós o vosso Reino!

sexta-feira, 25 de julho de 2014

CARTA DE DOR, COM SELO DE MÃE!


O grito
Luc Tuymans

   Não sei quem nem quando terá sido escrita. Não conheço qualquer das mães.
 Só posso imaginar a dor que perpassa pela vida de ambas, sem deixar de reconhecer que a das vítimas sofre por duas penas, como espelha a amargura desta Carta, que circula pelas redes sociais, e é um doloroso um grito de Alma:

"Carta enviada de uma mãe para outra mãe no Porto, após um telejornal da RTP1:
Cara Senhora, vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.
Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das
dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência.
Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este
facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc...
Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho.
A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas para o visitar.
Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho
(inclusivé aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da
família.
Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível onde o meu filho trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família.
No próximo domingo, enquanto você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores...
Ah! Já me esquecia: Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso.
No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos
".

JULGAMENTOS SUMÁRIOS


Sem me precipitar já em julgamentos sumários, que não tardarão a surgir por tudo quanto é jornal ou canal televisivo, a nota que deixo é a de saber que o "Monte Branco", um processo que se arrasta desde 2011, com acusações de Branqueamento de Capitais e Fuga ao Fisco, com vários implicados e cujos hipotéticos crimes teriam decorrido de 2006 a 2011, e em que o homem forte do BES teria sido envolvido, inicialmente, como testemunha, desse, agora o tiro de partida para a Justiça meter o homem nas suas malhas. Precisamente neste momento, que o castelo ES desabou e as muralhas - que não eram as de aço - ruíram. Pode ter sido mera coincidência, ou, até por esse "desmoronamento" haver trazido dados novos à investigação antiga, mas, não deixará de suscitar fortes dúvidas,  se a posição altaneira em que se situava o castelo daquele senhor e se situam os de outros de mesmo estatuto da nossa Praça, não era o impeditivo para que houvesse coragem para o "assalto" justicialista. Depois do desabar da fortificação, é só caírem em cima.....que o homem já tombou!....Não custa nada!...
Como se dizia nas brincadeiras de escola: - Assim, também eu!
Vamos crer na coincidência, no tempo, que teorias da conspiração e novelas de fantasias já temos demasiadas por aí! 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

OS ECOS DOS TACHOS

 Só por si,  não será sintomático, mas, já hoje, li o desabafo duma professora das avaliadas, lamentando-se que a "prova" era difícil e que só teve tempo de responder a metade das questões. Enquanto isso, pelas televisões, os mestres sindicalistas, os comentadores habituais do "Sabe Tudo", desde Futebol, passando pela Culinária e acabando na Política, ridicularizavam a prova, não lhe reconhecendo qualquer dificuldade ou mérito.
Mas, o que eu, neste meu "protesto", mais verbero, é o comportamento DAQUELES professores (se é que o eram todos...) na Rodrigues de Freitas e as encenações grotescas do grande chefe sindical e dos seus adjuntos em várias escolas, provocando, para a subsequente vitimização. Não estou a ver, a maioria da Classe dos Professores, mesmo que insatisfeitos com o Ministério, a reverem-se naquelas cenas ridículas de tachos e panelas, de cabelos e barbas desgrenhadas, berrando ao megafone, tendo comportamentos que nem nos seus discípulos seriam admissíveis.Estão a usar o escudo da Democracia para lutas que, por mais justas que fossem, vão perdendo a razão, pelos excessos e actos impróprios do Corpo Docente deste País, denegrindo o seu Estatuto, e o da grande maioria dos seus colegas, perante a Sociedade que lhes paga para que ministrem Instrução aos seus filhos e futuros cidadãos, que se pretendem de corpo inteiro e com formação cívica!.
É o que temos! Mas, não devíamos ter!...

terça-feira, 22 de julho de 2014

ARRUAÇA DE TACHOS... E PANELAS

Não tomo a parte pelo todo, mas são ESTES AQUI os grandes educadores que passam o tempo a gritar que as crianças devem ser educadas no seio da Família. A crer neste e noutros exemplos, o conselho é muito válido. Em Casa, porque nalgumas escolas e com alguns professores........seria, de todo, missão impossível!

ROMANOS À SOLTA

Cultura, também se faz, sem que seja o Estado (todos nós) a subsidiarmos filmes "avacalhados", que nada têm a ver connosco, ou com a nossa História......

domingo, 20 de julho de 2014

AS TERMAS E O VOUGA


A TV pública montou estúdio e festa, durante a tarde de ontem, nas Termas de São Pedro do Sul. Para lá do espectáculo musical, com generosa assistência,  e daquela recriação das vivências romanas, que deixaram marcos naquela milenar estância termal, agradou-nos confirmar, pelas imagens,  que o as margens do Vouga continuam, por ali, verdejantes e bem tratadas. Todos os sinais apontam para que o Turismo de Saúde se vá incrementando e que as águas sulfurosas que brotam a quase 70 º C, continuem a conferir às Termas de São Pedro do Sul o galardão das mais procuradas da Península Ibérica!
 Da tarde musical, um justo realce para a actuação do ALAFUM. Deu especial e particular prazer ouvir aquela melodia, que eu ouso qualificar de um misto de balada coimbrã/música açoreana, com uma letra ternurenta, em jeito de hino ao Vouga, um caminheiro que sai da Serra da Lapa, se espraia em Lafões e lhe leva os segredos - tantos! - até ao Mar.


quinta-feira, 17 de julho de 2014

AINDA A NATALIDADE

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Aquele meu post, simplista e a tratar o tema "Natalidade" pela rama, mais não foi do que trazer a "notícia", acabada de ouvir, duma forma que procurou ser humorada e tocar, ao de leve, nos pontos essenciais. E, pelo que dizes, no teu comentário, nem há diferença substancial na forma como ambos encaramos o problema.
Mas, já agora, que me induziste a mexer, de novo, neste berço, partindo da premissa que sempre defendi e defendo que o Estado não deve ser o Patrão, o Paizinho da Sociedade, e que a ele apenas devem ser cometidas as missões de Segurança, Justiça, Saúde e Educação, entendo que este antigo e preocupante problema da falta de renovação geracional a que a fraca natalidade, de há muito, tem dado aso, deve ter um tratamento de choque.
Que se não resolverá pelas medidas ora anunciadas e a que eu me apressei a aplaudir, mas que valem, e podem valer alguma coisa, ao congregarem em si um sinal de empenho e de despertar da sociedade para este problema cadente. Nada mais do que isso!
E, que ninguém pense (por mim, não penso) que é tão só pela pujança económica dum país, com mais ou menos apoios estatais, que a natalidade retoma níveis satisfatórios na nossa Sociedade!
A ser assim, como explicaríamos que os países mais débeis de África, da Ásia e da América Latina, sejam os de índices mais acentuados?!. Como se explicaria que os nulos ou limitados apoios dos denominados tempos "da outra Senhora", coincidissem com níveis de natalidade mais que sustentáveis?
Não é por aí, ou só por aí, que se resolverá este dilema. Gira tudo, de facto, em torno da evolução social, para o bem e para o mal, das novas mentalidades, interesses, comportamentos, que foram emergindo, naturalmente ou importados de outras sociedades.
E, fazendo uma nota prévia de que não vou diabolizar nem endeusar quaisquer dos fenómenos, que muitos foram os que contribuíram para a queda da natalidade em Portugal - e não só! -, vou aflorar, de forma sucinta, alguns deles:
Portugal, nos anos sessenta e de forma galopante nas décadas que se seguiram, divorciou-se da Agricultura, das milhares de famílias que viviam no e do campo; as migrações internas, dos espaços rurais para os centros urbanos foram uma constante, abandonando-se aquela ideia - peregrina ou não -, de que as famílias precisavam de filhos, de braços para as coadjuvarem nas tarefas agrícolas e de de que, onde se criavam dois ou três, se criava mais um ou dois; a vida urbana não era - e não é - de molde a suportar grandes proles, ao que se juntou a natural emancipação da Mulher, que deixou de ser a "Fada do Lar", para trabalhar fora de casa; os casamentos "à experiência", ou com prazo de validade estipulada; a banalização das "camisinhas" e o incremento dos contraceptivos; a onda, a "moda" inculcada pelos Media de que a Liberdade tem implícito o egoísta "gozar"a vida à tripa forra e que os filhos só atrapalham....a que se juntam outros factores, maiores ou menores, foram os perigosos alicerces desta árvore demográfica prestes a tombar! Somos um País de Velhos, como eu, que, ainda assim, dei cinco valiosos contributos para que o País se rejuvenescesse!

                                                                                                                Vouguinha

quarta-feira, 16 de julho de 2014

O VOO DA CEGONHA



 Ainda que duvidando que todas aquelas boas intenções de promover a Natalidade, que urge e de que necessitamos como sangue vivo, se venham a materializar, galgando as néscias barreiras desta máquina Política, zarolha e improdutiva, saudemos as intenções propaladas, no sentido de inverter este rumo perigoso que se vem acentuando, de há muito, representado pela falta de renovação geracional. Que, registe-se, é comum a todo o espaço europeu.
Que os apoios à natalidade, não se esboroem em intenções de momento e não passem do berço das promessas e se efectivem, a passos largos.
 Mesmo sabendo que os vindouros bebés já trazem à nascença uma Letra para pagarem. Uma dívida contraída pela incúria, irresponsabilidade e gulodice de muitos oportunistas duma geração que se convenceu que só os cravos enchem barriga e que o Estado, é pai, é mecenas, é manta de Inverno e refresco de Verão e é um Ser Supremo que, de pedras, faz o Pão!
 Que, em Portugal,  se cumpra.....o voo da cegonha!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

ALTO E PARA O BAILE!



O da Copa do Mundo!



  Venceu o Futebol racional, de cabeça fria e com técnica.
 Foi uma digna vencida, a Selecção do futebol com força, cabeça quente e emotividade!
 Quanto à nossa, sem recorrer ao fado dos coitadinhos, não foi uma coisa nem outra. Foi uma viola vaidosa, mas sem cordas e metida no saco!
 A partir de agora, por cá, seguem-se as Férias..... e retoma-se a Política, as Greves, as Manifs e as facadas nas costas dos figurantes deste drama político partidário, numa terra que já foi de malhão,  de vira, corridinhos e baladeiros e, parece, está a voltar ao tempo do fado da desgraçadinha que andava no gamanço....
 E, como nota final:

Estou, desde ontem, com uma pedra no sapato. 
O Messi, é um grande jogador. Indiscutível! Não é essa a pedra.
Ter tido o melhor desempenho neste Campeonato do Mundo, já nem é pedra, nem sapato, nem meia. É cholé!....
Para lá de muitos outros, que jogaram "p'ra caramba" e que fizeram jogatanas de regalo, que dirá aquele "velhadas" da Selecção da Holanda, que foi, quanto a mim, um tratado de como se pontapeia na bola?!
Nesta escolha, andou "blatterada"....só pode!


sábado, 12 de julho de 2014

BES...TADAS!


Lá vai cair o Carmo e a Trindade e trinarem os preconceitos habituais, dos que se esquecem que, como sempre disse, avalio as atitudes, as medidas tomadas, cada uma de per si, e não embarco nesse cacilheiro vermelho que, nem com faróis de nevoeiro, alguma vez almejou ver algo de positivo, para lá da comporta onde se acantonou, contra tudo e contra todos.
Nota positiva (desculpa, Marcelo), para o Governador do Banco de Portugal, pela forma como tem supervisionado o BES, não lhe soltando as rédeas. O meu agrado pela atitude do Governo, ao manifestar-se indisponível para "bedelhar" em problemas privados, que possam ir além do apoio disponibilizado pelos troikanos para capitalizar aquele ou outra qualquer instituição bancária que entenda ter tal necessidade.
Já é um alívio saber que o filme das nacionalizações, o assumir de dívidas privadas, resolver os problemas de banqueiros especuladores, com dinheiros públicos, de todos nós, não terá "reprise" ou "déjá vu" na Sala deste Cinema asfixiado e de dramas que é o nosso País.
Até porque, numa visão diferente das aves agoirentas e perniciosas que, quais abutres esfaimados, estão sempre à espera da carniça, enquanto nos vão prejudicando a todos junto desses malvados Mercados, os que têm o poder para o aperto ou folga do laço, com os cenários que vão aventando, eu penso que o BES, enquanto Banco, se vai aguentar, sem convulsões de maior, mesmo que as Empresas do Grupo, com actividade diversa, possam soçobrar. Que isso, sendo duro para os accionistas de boa carteira, será um mal menor para o todo nacional.
Que não mudem as agulhas, quer o Banco de Portugal, quer o Governo e que não imitem as socretinas misérias, que iremos pagando por muitos anos, da famigerada - e, ainda não bem explicada - nacionalização do BPN.
Quanto aos Administradores a que o BP deu o seu aval, que se deixem de tretas e não ofendam o Vítor Bento, que, decididamente, o homem não é de varas, nem às ditas pode ser comparado!

sexta-feira, 4 de julho de 2014

R.I.P. RUI TOVAR!

Em jeito de homenagem ao que foi um jornalista desportivo de gabarito, não sei como não deixar de partilhar um episódio ocorrido no distante ano de 1996. Todo aquele ano, em serviço, deslocava-me, de Segunda a Sexta, para a zona de Corroios/Vale de Milhaços e, por hábito, no regresso, quando não "cacilhava", apanhava um autocarro que saía da Cova da Piedade, junto a um Café e quiosque de jornais e lotarias. Daquela avenida, tinha início uma pequena ruela com um minimercado tradicional, onde havia descoberto uns queijinhos de Niza de que gostava imenso, pelo que era cliente frequente. Na loja, que me lembre, havia apenas uma senhora, já de idade avançada, que, suponho, era a proprietária do estabelecimento. Quando me viu entrar pela primeira vez, ficou parada frente a mim, com ar de espanto e exclamou "-Olha o Sr. Rui Tovar!". Inicialmente, imaginei que fosse uma particular alusão ao bigode, mas, a senhora continuou a insistir e por mais que lhe dissesse que não, não se deu por convencida. A cena repetiu-se mais uma ou duas vezes. Mais uns queijos de Niza, mais umas exclamações da senhora, até que um dia, me vi obrigado a identificar-me e dissipar-lhe as dúvidas.
Evidente que, ao tempo, mesmo confuso, me senti honrado. Na mesma medida em que, hoje, me sinto triste pela partida daquele meu sósia ocasional e grande vulto do jornalismo desportivo.
Pêsames à Família.
Repousa em Paz, Rui Tovar!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

PASSAGEIRO DO DESENCANTO


 Ontem, Dia Mundial das Bibliotecas, com o Pensamento a fazer uma abordagem de gratidão a Gulbenkian pelos préstimos daquelas bibliotecas itinerantes,  de infantes tempos, que me despertaram o precoce gosto pela leitura,  uma das cogitações que me passaram pelo imaginário foi que o tempo do Ti António de Santa Comba era um comboio a vapor, pachorrento, mas seguro, sem acidentes de grande monta. Já, os tempos pós abrilada, um comboio rápido e com tanta velocidade e descontrole que se se vai despistando, descarrilando nas curvas e deixando-nos apeados à beira do abismo! 
E, ainda que, quer num, quer noutro,  privilegiasse, por opção jovem, viajar à janela para sorver os ventos livres, já cheguei a um ponto que nem sei qual a viagem mais segura. Se com um maquinista sisudo, de botas, mas experiente, ou com esta legião de condutores, libelinhas airosas, calçando ténis, formados à pressa, em escolas da treta, e sôfregos de chegarem ao destino......ao seu destino!
 De mim, singular, que pouco sou e menos valho, não faz mossa de maior, nem qualquer risco, confrontar-me com a dúvida na escolha do comboio. O que preocupa, e saber que poderão haver milhares, ou até milhões, de passageiros desencantados, nesta Estação arruinada! 

terça-feira, 1 de julho de 2014

OS AMANHÃS QUE CANTAM


 
  Não acredito NESTA NOTÍCIA!

    Um grande Líder, dos "Amanhãs que Cantam", e que vive para o Bem-estar do seu Povo,  proporciona tanques de mel,  leite de cabra e Rum, enquanto se submete a uma vida frugal , sem ostentações, não faz nem tem destas coisas!...
   Essas mordomias capitalistas, são mais próprias de homens como o Ti António de Santa Comba, a quem deceparam a cabeça da estátua por ter morrido em leito de ouro e esmeraldas e viver faustosamente num harém, rodeado de odaliscas!

SINDICATOS DE FOLHA CADUCA



 Pela quebra de confiança e desonra de compromissos,  sou contra a retroactividade de medidas que visem cercear direitos já contratados pelo Estado, admitindo que elas surtam efeitos para contratos e admissões a seguir à aprovação dos diplomas que as suportem.
Mas, nem é, substancialmente, nos cortes herdados de Sócrates e que estes querem reeditar, que surge o pomo da minha surpresa......se é que o chega a ser no concreto.
Não vi, ainda, mesmo sabendo que, alguns, o fazem por sistema, independentemente da bondade ou justeza da medida, os Sindicatos, reagirem de forma tão virulenta quando estão em causa ordenados dos 600 aos 1500 €, como os ouvi, ontem, em tom colérico, porque o Governo pretende aplicar aquela receita socretina a vencimentos superiores aos 1500 €, invocando, eles, os sindicalistas, de forma repetida, nas televisões, o empobrecimento desses trabalhadores...
Sei que 1500 € não é comparável aos vencimentos de alguns "gameleiros" do sistema, pagos a preço de ouro, mesmo os que têm por especial currículo, descapitalizarem empresas públicas, mas, convenhamos, há situações bem mais gritantes a merecerem as vuvuzelas dos sindicatos. A não ser assim, um dia destes, estou a vê-los carpirem pelos pobres dos políticos,  gestores públicos ou de deputados do "coça-coça"!
Que o princípio dos cortes, seja qual for o limite mínimo dos vencimentos, mereça discordância, toda a razão lhes assiste. Escusava era, como soe dizer-se, ser com tanta força, como os vi, ontem, com a alarmante preocupação pelos cortes em salários públicos acima dos 1500, o ano em Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil, mas, onde, pelos vistos, só encontrou árvores das patacas com curto prazo de validade....e de folha caduca, como o serão alguns sindicatos de cariz e agenda partidários!