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domingo, 8 de abril de 2018

HUMOR DE PASCOELA


sábado, 7 de abril de 2018

O DESPREZO

 "Salazar tinha um certo desprezo pelos portugueses" (Irene Pimentel, AQUI).
Se calhar, até tinha.
Mas, já agora, que nome dar ao sentimento que os actuais governantes sentem pelos portugueses? Sim, os que não nos garantem uma Saúde digna, o que não nos garantem Segurança adequada, nos mentem, com promessas inexequíveis, enquanto nos colocam aos ombros a maior carga fiscal de todos os tempos?!
Que permitem que sejamos olhados pelo Mundo como dos maiores caloteiros da Europa?!
Eu sei, mas não digo! Apenas adianto que, quanto a mim, o sentimento é mútuo e devolvido com mais valias e sem qualquer coloração partidária.

A VIDA

Como diria o Poeta, dos verdadeiros, "o Poeta é um fingidor....."


sexta-feira, 6 de abril de 2018

O FOLAR DA CULTURA

A CULTURA E OS SUBSÍDIOS
Está na berra. Na AR, nas ruas, nos Media. A distribuição do bolo cultural que todos nós custeamos, não tem sido pacífica. Exasperam-se alguns agentes culturais, guerreiam-se os partidos, ciosos do seu quinhão de votos entre os "artistas" de artes diversas, da nossa Praça.
É pouco, dá mais!. Dá para este, dá para aquele, semeia dinheiro na cultura, se lhe queres comer o fruto, clamam os mais sabidos!
Bem que me parece mais um Auto de Gil,Vicente, ao vivo e a cores, sem ensaios, entre o Drama e a Comédia!
Por mim, continuo a pensar que sim, que é bem aplicado o dinheiro em Bibliotecas, Museus, Teatro sério, e noutro produtos e fautores que formem, divertindo e abram horizontes sociais.
O que não me conformo é saber que muitos, provavelmente, o maior quinhão, se pode destinar a espectáculos da treta, de nível "aporcalhado" que podem divertir, mas não formam, não educam, não cultivam nada de positivo, que não seja degradação moral e, até, promoção da erva e da alienação ou propaganda política ou partidária encapotada. 
Que se faça e se invista em cultura séria, profícua, e que nem um cêntimo se perca, por exemplo, em gaiolas loucas ou espectáculos nauseabundos de "cheira-cus"....
Mas, isto penso e digo eu que sou um  inculto "bota de elástico"!

terça-feira, 3 de abril de 2018

PÁSCOAS DA MEMÓRIA



PÁSCOAS DA MEMÓRIA
Por aquele tempo, na aldeia onde nasci, perdida entre os pinhais e os vastos horizontes das serranias, pontuavam três "cultos". O da Igreja e os, mais profanos e terrenos, dos comboios a vapor e, ainda, num estertor anunciado, o dos Minérios, na ressaca dum período áureo, que, por paradoxo, a última Guerra havia propiciado.
Para os infantes, dos sete aos dez anos, na idade do pião, dos berlindes, dos ninhos, da bola de trapos e dos joelhos esfolados, a época Pascal era, conjugada com as férias escolares, um período de folguedos e de alegria aromatizada pelos odores da Primavera em flor.
Voa-me a lembrança para os dias que antecediam o Domingo de Páscoa. Era o tempo da "reza", um passatempo em que os pares eram sorteados e consistia em cada um, sempre que avistava o "consorte" do jogo, lhe ditar a "reza", em alta voz! Tinha um peculiar pormenor, que consistia em que a "reza" só era válida em campo aberto, sem cobertura, o que, não poucas vezes, para salvaguarda do "castigo", a imaginação infantil, impelia ao cuidado de transportarem um pedaço de telha num bolso dos calções, que levavam até ao cocuruto, sempre que pressentiam o seu competidor por perto.
No Domingo de Páscoa, tudo estava consumado. Dos dois, pagava as amêndoas, o que ficasse com a "reza" do seu par!
E, são também as amêndoas que me trazem à lembrança de como, por instinto natural, ainda pouco refreado pelas lições da vida, as crianças já transportam nos genes o espírito de competição.
A visita pascal, em que o Pároco, o Sacristão e um ou outro paroquiano, percorriam toda a Freguesia, levando, de casa em casa, o Crucifixo e a bênção cristã, era o evento mais apreciado pela pequenada daquela terra lafonense.
Em grupos numerosos, que os tempos ainda eram de farta procriação, seguiam a santa embaixada, que se ia fazendo anunciar por uma metálica e alegre sineta, até à entrada das habitações, atapetadas por rosmaninho.
À saída de quase todas elas, o Padre António, em passo apressado, que tão curto era o dia para a bênção de tantos lares, com uma mão cheia de amêndoas que retirava dos bolsos largos da batina preta, lançava-as pela calçada, num gesto de lavrador espalhando as sementes por terra lavrada.
- Tenho duas; - tenho três; - tenho cinco..., exclamavam os Zés, os Manueis, os Antónios, os Franciscos e não sei mais quantos putos reguilas e gabarolas, enquanto se continuavam a acotovelar e a esfolarem os joelhos nas areias do granito.
Já tarde, quando o sol se ia recolhendo, para lá das terras onde nunca haviam ido, era chegada a hora de encontrar o vencedor.
- Apanhei vinte; - Eu tenho trinta; - São quarenta; São...
Vitoriado o campeão, era chegada a hora dos prazeres do açúcar que, até ao escrutínio final, as amêndoas eram troféus valiosos, intocáveis, com valor similar aos berlindes ganhos, à quantidade de nicas assestadas no pião do competidor, ou à quantidade de ninhos descobertos nas abundantes árvores dos quintais e hortas.
Tempos de outrora, de que, a inclemência dos anos, nos foi apartando e que emergem à tona da lembrança nestas quadras onde se celebra Cristo, a Paz, mas, também, a vivência das Gentes desta terra de Santa Maria!
Uma Santa Páscoa, para todos vós, amigos do Face toda a vossa Família!


O SOLDADO E A PÁTRIA

"UM SOLDADO NÃO MORRE NO CAMPO DE BATALHA.
MORRE, QUANDO A SUA PÁTRIA O IGNORA"


sexta-feira, 30 de março de 2018

SANTA PÁSCOA!

Para todos os que navegam pelas margens deste Vouga virtual, uma Santa Páscoa!Que sejam uns doces dias de Alegria




terça-feira, 27 de março de 2018

DIA DO TEATRO

É Dia do Teatro. Momento para saudar os verdadeiros artistas que nos divertem, enquanto difundem Cultura!

Nem que sejam peças de Escárnio e Maldizer!|

segunda-feira, 26 de março de 2018

O ESPREMEDOR

Para uma semana bem humorada!

Uma senhora, com seu filho de 5 anos, estava a comer num restaurante.
De repente, a criança meteu uma moeda na boca e engasgou-se.
A mãe tentou fazê-lo cuspir a moeda, dando-lhe palmadas nas costas, mas sem sucesso.
O menino já estava a mostrar sinais de asfixia e a mãe, desesperada, gritou por auxílio.
Então, um homem levantou-se de uma mesa próxima e com surpreendente calma, sem dizer uma palavra, baixou as calças do miúdo, segurou os seus pequenos testículos, apertou com força e puxou-os para baixo violentamente.
Automaticamente, o garoto cuspiu a moeda, para grande alívio da sua mãe. O fulano, com a mesma calma com que se aproximou, voltou para a sua mesa sem dizer uma palavra.
Após algum tempo, a senhora, já tranquilizada, aproximou-se do cavalheiro para agradecer a generosidade de ter socorrido o seu filho, e perguntou-lhe:
- O senhor é médico?
- Não, minha senhora, eu sou o ministro das finanças, Mário Centeno. A minha especialidade é "espremer tomates até sacar a última moeda".

quarta-feira, 21 de março de 2018

POR TERRAS MACUAS DE NAMPULA

Edição do Vouguinha a partir de fotos recentes de Paulo Pires Teixeira, daquela Região de rara beleza, que é a de Nampula...Moçambique.


quinta-feira, 15 de março de 2018

ZÉ DO TELHADO

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SAÚDE, QUO VADIS?

Ontem à noite, num programa televisivo, ouvi aquela dirigente socialista de que não me ocorre o nome, salvo erro, esposa de Paulo Pedroso, defender,com os argumentos que lhe advém da ideologia reinante, a da Moda,  de forma empenhada, a EUTANÁSIA.
No mesmo dia em que ouvi o Ministro das Finanças deste Governo, reconhecer que a Saúde está doente, uma redundância, que todos sabemos do estado calamitoso do tão celebrado Serviço Nacional de Saúde.
Fiquei preocupado. Saber que num Estado onde a Saúde está em reconhecida falência, não dando respostas adequadas ás necessidades de assistência dum Povo; onde os Cuidados Paliativos ainda não passaram de raros ensaios, sem uma cabal cobertura do território; onde médicos e enfermeiros, impotentes, reconhecem a falência e reclamam por melhores condições e meios materiais e humanos, vir uma figura de proa do partido do Governo, fazer uma defesa tão acérrima da Eutanásia, é como ouvir uma voz do Além clamar:
- Velhos, não vos podemos valer, não temos remédio para os vossos males e sofrimento, escolham morrer!

quarta-feira, 14 de março de 2018

CHUVA

Se chove que chova mais
Mas que o vento não venha a trote
Que moinhos não há mais
Dos do Sancho e Don Quixote!

TELMO TEIXEIRA DE FIGUEIREDO

Deste Grande Vouzelense,  VER AQUI diria mesmo, Grande Lafonense, pela dimensão e alcance das suas iniciativas em prol da Região, no aniversário da sua mudança de espaço e que repousa na Paz que soube merecer, apenas:

- Grande Homem;
- Grande Professor
          e
- Grande Amigo!

segunda-feira, 12 de março de 2018

terça-feira, 6 de março de 2018

UMA FLOR NA EUROVISÃO

Gostos, também os musicais, não se discutem.
Mas, tenho opinião e expresso-a. para lá de uma ou duas que passaram pelo crivo final e poderiam ganhar, esta foi, de facto, a minha preferida.
Não importa o lugar que vai obter na Eurovisão. Para mim, já é uma canção vencedora.....se a não "estragarem" com os arranjos....

FAÚLHAS DA SAUDADE

VALE A "PENA"...

...visitar a A Aldeia da Pena, S. Pedro do Sul.......

segunda-feira, 5 de março de 2018

SOMBRAS

SOMBRAS
A vida aos solavancos,
sempre na berma de estradas,
os caminhos foram tantos
que não encontrou as pegadas.
Perdeu-se nos cruzamentos
sem bússola nem sextante
nunca alcançou seus intentos
nunca almejou um garante.
No fim da encruzilhada
quando se for num quebranto
nada de ais nem lamentos
nem uma lágrima inventada,
seja de pena ou de gozo..
Se a vida não lhe deu nada
que o leve num instante
e que vá sem fingimento
Como qualquer cão sarnoso!
           Vouguinha

sábado, 3 de março de 2018

ANTECÂMARA DA EUTANÁSIA!

Depois da notícia de que um Director Clínico dum Hospital aconselhou cortes nos exames a idosos, fico, e ficarão muitos mais, com a dúvida atroz se a pressa inusitada com que alguns partidos pretendem reavivar a discussão da Eutanásia, tem algo a ver com o respeito pela liberdade de cada cidadão de dispor da sua vida ou se existe uma preocupação económica.
Mais preocupado se sentirá quem, perante a despenalização do acto, num País onde os Cuidados Paliativos ainda estão no ciclo das boas intenções, imaginar quantos directores clínicos e outros responsáveis com funções de chefia por esse País fora, não criem um ambiente propício a que, por força do "desbaste", aqueles exames a idosos não sejam drasticamente reduzidos!
É que, deixemo-nos de afectos e eufemismos, de boas intenções, está o Inferno cheio, mais superlotado que o da Luz!