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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Eleitoralismo cego....e irresponsável!


Esta gente não tem emenda! Já não há remédio que a cure.... Dar tolerância de ponto na Quinta-Feira, a juntar aos quatro dias de "forró" nacional, só pode ser mesmo eleitoralismo, do mais descarado. Sei que muito pessoal agradece, mas alguém, em consciência, encara esta benesse como um acto sério, na situação em que vivemos?!! Viva a Páscoa, viva a produtividade......eleitoral, viva a pouca vergonha!...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Pedras raras.....

.....naquele Charco de adoração ao "amado leader"! A horas mortas, como convinha, e só permitido após o Grande Chefe se ausentar da "tenda"....

sábado, 9 de abril de 2011

Unanimismo, populismo, narcisismo....

.... não serão "ismos" perigosos para a Democracia?! Para além dum nacional-socialista de má memória para a Europa....e para o Mundo, ainda temos muitos exemplares desta espécime vivos....e com demasiado fôlego!...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

EU....EU....EU... quero ficar na História!


Não sejam catastrofistas! Não preciso de pedir ajuda externa! Basta-me ir vendendo títulos de dívida, mesmo a juros altíssimos durante estes dois meses. Vai dando para pagar salários e pensões!...Depois? A partir de Junho, alguém pagará os empréstimos e eu vou ficar na História como aquele que conseguiu governar sem pedir ajuda ao Exterior! Vou ficar na História como o último Salvador da Pátria. Eu quero ficar na História.....quero ficar na História.....como o grande defensor deste País!..... E, mais, ficarei na História como aquele intrépido guerreiro que demorou 6 anos a trazer-vos até aqui! Teimei, teimei....e consegui! Vou ficar na História!... EU quero ficar na História!...

quinta-feira, 31 de março de 2011

Não foi Carnaval, Pá!.....

Ó pá......não foi brincadeira de Carnaval, pá!..... Os jovens de Viseu, pá........estavam preocupados, pá.......

terça-feira, 29 de março de 2011

Setas no alvo!

Desconheço a autoria deste texto. Pouco isso importa, importantes são as setas que, no meu entendimento, acertaram no alvo: A ANEDOTA em que se transformou o nosso País: Um jovem de 18 anos recebe 200€ do Estado para não trabalhar; Um idoso recebe de reforma 236€ depois de toda uma vida do trabalho. ***** Um marido oferece um anel à sua mulher E tem de declarar a doação ...ao fisco. ***** O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador E demora 3 anos a corrigir o erro. ***** Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 2000 habitantes; O Governo diz que não precisa de mais polícias. ***** Um professor leva uma coça de um aluno E o Governo diz que a culpa é das causas sociais. ***** O café da esquina fechou porque não tinha WC para homens, mulheres e empregados. No Fórum Montijo o WC da Pizza Hut fica a 100 metros E não tem local para lavar mãos. ***** O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo E depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque não paga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos). ***** Nas prisões são distribuídas gratuitamente seringas por causa do HIV, Mas é proibido consumir droga nas prisões! ***** No exame final de 12º ano se és apanhado a copiar chumbas o ano, O primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa, mandou-o por fax num domingo e é engenheiro. ***** Um jovem de 14 anos mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal. Um jovem de 15 leva uma chapada do pai, por ter roubado dinheiro para droga, é violência doméstica! ***** Uma família a quem a casa ruiu e não tem dinheiro para comprar outra, o estado não tem dinheiro para fazer uma nova, tem de viver conforme podem. 6 Presos que mataram e violaram idosos vivem numa cela de 4 e sem wc privado, não estão a viver condignamente e a associação de direitos humanos faz queixa ao tribunal europeu. ***** Militares que combateram em África a mando do governo da época na defesa de território nacional não lhes é reconhecido nenhuma causa nem direito de guerra, Mas o primeiro-ministro elogia as tropas que estão em defesa da pátria no KOSOVO, AFEGANISTÃO E IRAQUE. ***** Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, Não pagas as finanças a tempo e horas passado um dia já estas a pagar coima e juros. ***** Fechas a janela da tua varanda e estas a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê. ***** Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num ofício respeitável, é exploração do trabalho infantil, se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe! ***** Numa farmácia pagas 0.50€ por uma seringa que se usa para dar um medicamento a uma criança. Se fosse drogado, não pagava nada! Obrigado Portugal. Estamos ORGULHOSOS!...

quarta-feira, 23 de março de 2011

O Embondeiro!



Vejo-te solitário e fulgido

Em fundo vermelho de sol poente

Como monumento p´la natureza erigido

Sobre a planície agreste e inclemente;




Como se benfazeja chuva mendigasses

Teus secos braços nus aos céus lanças

E como se a árida paisagem afagasses

Pelo espaço te estendes e avanças;




Caem-te, como lágrimas, frutos tão pesados

A saciar o faminto e sedento caminheiro

Que, de pés descalços, gretados e cansados,

Te reverencia e te atribuiu dons de curandeiro;




Tens bravia beleza e mistérios de feiticeiro

Habitas o meu chão, a minha história por contar,

Sempre estiveste no meu caminho, Embondeiro,

Quisera eu nunca de ti me separar.



(06julho2003)



(Tema Beleza - Fábrica de Letras)

domingo, 20 de março de 2011

Confessionário juvenil


Tímido, mas rebelde, educado, mas com um feitio muito especial, era a moldura comportamental que os familiares mais chegados faziam do Carlos. A eles estava confiado pelos pais que faziam pela vida no Moçambique distante, para que pudesse continuar o percurso escolar.

Páscoa de 1965.
Frequentava, desde a sua inauguração, já se esfumavam três longos anos, O Colégio de S. Frei Gil, na acolhedora Vila de Vouzela.
Tendo passado os primeiros anos escolares, depois de uma breve passagem pelo S. Tomás de Aquino, na vizinha vila de S. Pedro do Sul, num colégio de Viseu, em regime de internato, onde foi colega de carteira do falecido Acácio Barreiros, estava naquele ano a braços com o antigo 5º ano, com as suas duas tradicionais secções, a de Letras e a de Ciências.
Se, no 3º e 4º anos, residira com seus tios, que desenvolviam a sua actividade profissional naquela vila, neste último ano, vivia como hóspede numa pensão local, em certa medida, entregue a si próprio.
O primeiro acto de rebeldia(?) já ocorrera no ano escolar anterior, quando, em plena aula de Físico-Química, e após se sentir humilhado perante os colegas por um professor acabdo de chegar da "Sintra da Beira", por desconhecer uma fórmula, lhe respondeu que a falha não era sua, mas da forma pouco didáctica de ensinar, bem em contraste com o anterior professor da disciplina, uma figura vouzelense por quem o Carlos sempre nutriu o maior apreço.
Suspenso por alguns dias da frequência colegial, o Carlos só foi readmitido após se sujeitar, em plena aula, e na presença de toda a Direcção e de toda a turma (mista), a um acto de contrição e um pedido de desculpas a professores e colegas.
Fê-lo, envergonhado e triste, mas não se desvaneceu a ideia que havia formulado, frontalmente, daquele professor...
Naquele ano da Graça de 1965, no final do 2º Período, eram cruciais as "notas" atribuídas, mormente para seleccionar os alunos que seriam submetidos a exame final no Liceu Nacional de Viseu.
Não muito confiante na de Ciências, em que a Matemática era um quebra-cabeças, um pesadelo constante e desprezível, sobretudo para um cábula militante, já em Letras sentia-se nos seus domínios. Português e História, para lá do Francês, haviam sido, desde sempre, as matérias da sua eleição pessoal.
Leccionava História, por aquele tempo, um padre que, para além de mestre, era sacerdote numa paróquia do Concelho e que, vá-se lá saber porquê, era o alvo preferido do humor juvenil num Jornal de Parede, que um grupo de alunos, em que o Carlos se incluía, manuscrevia e afixava com regularidade mensal.
Num determinado dia deste 2º Período, o padre Xico entendeu dividir a turma em dois grupos, o dos, no seu entendimento, "sabichões" e outro de "limitados", no domínio do Passado. E consubstanciou esse seu desígnio com a apresentação de dois testes diferentes, de dificuldade adaptada aos grupos por ele criados.
O Carlos revelou-se, em voz alta, contra aquela decisão. Tendo-o feito, inicialmente, de modo curial, tentando que repensasse a sua decisão, pela forma injusta como se propunha avaliar uma mesma turma. Não o conseguindo demover, e disso se penitencia, angariou o apoio de alguns colegas para a "causa", a quase totalidade do pseudo grupo dos "sabichões", à excepção de um ou outro que "roeram a corda", de não responderem àquele teste.
As folhas ficaram em branco, apenas com a identidade e assinatura e em branco ficaram os que com ele ousaram manifestar a sua indignação : ZERO!....com tinta dum vermelho vivo.....e sublinhado!....
Terminadas as aulas do Período, lá correu, curioso, para saber das suas médias. E a pauta não enganava: o Carlos tinha uma negativa a História! Logo a História, uma das suas preferidas e a disciplina que, em todo o percurso escolar, inclusive, com este professor, lhe conferira sempre as médias mais elevadas!...
Toldou-se-lhe a vista quando olhou a pauta, e remoía em silêncio, quando alguém o chamou à Secretaria do Colégio para atender uma chamada telefónica de sua irmã, como ele, aluna daquele estabelecimento de ensino, a frequentar o 4º Ano. Depois de lhe satisfazer as questões formuladas, informando-a das suas "notas", aquela interrogou-o a propósito das suas próprias médias. Ainda com a adrenalina a fervilhar-lhe nas veias, respondeu-lhe, literalmente "O FDP(com as letras todas) do padre de História deu-me negativa!". E o telefonema acabou aí!...
Saiu da Secretaria, onde apenas se encontravam o continuo- de quem ele sabia não colher muitas simpatias pessoais -, e um comerciante local, a tratar de assuntos do seu ofício. Saiu, aborrecido, mas despreocupado por estar longe de imaginar que uma conversa privada, com um privado desabafo telefónico, seria alvo das "escutas" de um par daqueles quatro orelhões presentes na Secretaria, que se prestaria à "bufice", prática de uso corrente naqueles tempos idos.
Mas...foi assim! Soube-o quando, dois ou três dias depois, foi confrontado, sem que lhe fosse concedida qualquer explicação ou defesa, com a inexorável decisão do então Director do Colégio, também ele padre: EXPULSO!
A notícia espalhou-se, deturparam-se os factos....que teria ofendido o padre , professor de História, cara-a-cara....que o teria ameaçado fisicamente....e outras novelas de sacristia, bem à feição da época. Quando o Carlos, o "proscrito", sabia que tudo se passara de outra forma e sem que, depois das notas afixadas, estivesse alguma vez frente a frente com aquele docente!...
O pior, o ainda mais doloroso, veio depois: tendo decidido prepara-se, por si próprio e sem qualquer ajuda e submeter-se ao exame final de Letras, continuou a viver na Vila de Vouzela e na pensão onde estava hospedado. Foi, então, que sentiu o ferrete, o maior dos castigos. Se uma parte dos seus antigos colegas se manteve solidário, se mostrava condoída com a situação e não regateou a amizade e o companheirismo de sempre, outra, não menos significativa, não disfarçou a "repulsa" pelo "crime" cometido. E se manteve, sempre, os primeiros num lugar especial do seu espírito, com dificuldade superou a mágoa de ver companheiros e amigos mudarem de passeio quando com ele se cruzavam, ou fixarem os olhos no chão, quando o "proscrito" se aproximava.....
Tudo foi intimamente perdoado, mas difícil é de esquecer, por repugnante, ontem, hoje e amanhã, o acto de devassa duma conversa telefónica entre dois familiares e que redundou no castigo máximo, com agravo pessoal, pela santa inquisição colegial!
Mas conseguiu! Quando proposto - a título particular -, ao exame de Letras no Liceu de Viseu, obteve a Português e a História (em especial, nesta última), classificação superior a todos os alunos que se mantiveram no S. Frei Gil a receberem ensinamentos até final do ano escolar. Não se sentiu "vingado" dos seus colegas, sentiu, sim, que dava uma resposta à intolerância e à injustiça de que se sentira vítima...

quinta-feira, 17 de março de 2011

A surra nos masoquistas!


Transpondo este provérbio chinês para a realidade portuguesa,

ficamos a temer que cerca de 30% de portugueses sejam masoquistas e

aguardarem por uma surra monumental!

segunda-feira, 14 de março de 2011

L' Etat c'est moi!....Quero posso e mando!


Não lhe passou cavaco, nem deu a conhecer aos portugueses, ao Parlamento, à Oposição! Nas costas dos contribuintes, urde-se mais uma teia, para UE aplaudir e Mercados verem.... Cortes na Despesa? São, são cortes nos esfarrapados bolsos do costume, entre muitos outros, e com especial agravo, nos pensionistas, cujas pensões, muitas delas de miséria, vão para a arca congeladora por três anos!
Sobe o IVA de produtos essenciais, emagrece o reembolso nas despesas com Saúde e Educação, baixam as comparticipações nos medicamentos, é todo um rosário com muitas contas, a que os laicos súbditos portugueses da Senhora Merkel, chamam de Despesa Pública!
Pobre ignorante que sou, quando me movo com números e Economia, nem aprendi a tabuada numa escola maçon!
Como estava convencido que cortar na gordura da vaca estatal seria acabar com muitos institutos inócuos, empresas deficitárias e inúteis, com toda uma legião de administradores que se banqueteiam, tropeçando uns nos outros, com saborosos prémios, vencimentos, representações e outras alcavalas! Pensava eu, homem de poucos alicerces, que reduzir na Despesa Pública seria, também, acabar, sem fífias enganadoras, com fundações que suportam nada e apenas levantam as colunas de alguns espertalhões! Como estava convencido que a coragem dos cortes passaria, ainda, pela desarticulação das máquinas distritais, que já ouvi denominar de comissariados políticos e partidários, que são os Governos Civis, um cargo de penacho com todo um stafe dispendioso!
Pensava ainda que a ideia de reduzir o número dos marinheiros da nau do Gama atracada em S. Bento, mereceria o apoio sério dos partidos que para ali deslocam as suas baterias de alguma gente séria, com muitos piratas dorminhocos e alguns cafres à mistura!
Sonhava, mais, que os cortes na Despesa do Estado, passaria, ainda, por um estudo sério e urgente que acabasse com as bengalas e muletas de que muitos autarcas se servem na sua caminhada e a que dão o pomposo nome de empresas municipais....
Pensava, mas pensava mal!...
Nesta terra que perdeu a vergonha, há gente que já não tem vergonha nenhuma!
Perdoa, Luis! Que não foste tu o Rei Sol....no Ocaso!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Toca a Banda no Coreto....e nas ruas de VOUZELA!....


As Bandas Filarmónicas estão, no espectro nacional, para além de mero divertimento que proporcionam e dos temas musicais que vão compondo e executando. Têm, sobretudo no Norte, uma forte componente cívica. Pólos de atracção para os jovens, vão sobrevivendo graças aos esforços e carolice dos que valorizam a arte musical enquanto fonte e difusão de cultura nos meios em que se inserem.
Foi há 80 anos que a Sociedade Musical Vouzelense surgiu numa das vilas lafonenses, a menina do meio, como ouso denominá-la. Com actuações por todo o País e Estrangeiro, os seus créditos foram sendo sedimentados pelo empenho dos seus dirigentes e executantes, sendo, actualmente, considerada uma das melhores Bandas do nosso País.
Na comemoração de mais um aniversário, estreou o seu próprio Hino, que exorta as belezas da vila de Vouzela e a própria Banda. bebeu parte da letra da fonte de inspiração do poeta Joaquim Dória, em poema de 1925, com adaptações da própria Banda, sendo a música de Amílcar Morais.

Ficam os parabéns à SMV....e o novo Hino que a identifica:


Vouzela, que linda fada,

Que nunca de amor se azouga

Suavemente beijada,

Pelo Zela e pelo Vouga!


Mocidade, alerta, à vela!

Erguei alto os corações...

Cantai connosco, Vouzela,

A princesa de Lafões!


A Sociedade Musical vouzelense,

Com sua banda sem igual,

Por certo a mais formosa,

Que percorre Portugal!


Vouzela, ninho de encantos,

Nem só és bela e gentil;

És também berço de santos,

A terra de S. Frei Gil!


Vouzela... Vouzela.




quarta-feira, 2 de março de 2011

"ELES" e os "OUTROS"


Na passada semana, neste Bairro que também é meu, por morada, caracterizado por um relativo sossego e de paz social, três ou quatro meliantes resolveram aliviar a carga duma carrinha de valores que se preparava para abastecer os bancos por aqui instalados.

Acontecimento raro na zona, a ocorrência foi tema principal das conversas de café e noutros estabelecimentos mais frequentados. Naquele e nos dias que lhe seguiram.

Surpreendi-me, ou nem tanto assim, com os desabafos, as reacções, os comentários mais ouvidos:

- Eles que roubem! Desde que não façam mal às pessoas, está tudo bem! Os "outros" que ganham "balúrdios" também roubam e são corruptos, assaltam-nos os bolsos e ninguém os prende!...

Sintomático. E perigoso!
Uma Sociedade de que se tem a sensação, ou convicção, de que se assalta nas ruas e nos gabinetes está doente, em agonia. De que só dificilmente e muito tarde se restabelecerá!

terça-feira, 1 de março de 2011

Mais bordoada?


O carismático leader e o cobrador-mor de impostos da Lusitânia já levantaram o cacete. Prometem mais bordoada nesta Gente que já não sabe levantar-se do chão.....
Entretanto, o regabofe continua......a despesa do Estado não desce....continuam em roda livre os organismos públicos e a sua legião de gestores e boyada, as fundações, os cargos públicos de penacho!
Mas está tudo na Paz de Sócrates, que vai orando por todas as capelinhas abertas e já prometeu peregrinações por todo o País até Abril, que, à imagem do Natal, Campanha Eleitoral é todo o ano.....é quando o homem quiser!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Contrastes


(Hoje, num recanto deste País, com a Primavera à espreita no postigo)


A Natureza viva e bela, em flor, campestre e natural, contrastando com as "belas artes mixordeiras", urbanas e mortas, nas paredes dos prédios.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Debates ou comícios?!


A Oposição questiona, o homem não responde....e faz comício; A Oposição graceja, o homem faz número de Circo e ri-se , com fartas palmas dos apaniguados..e faz comício: A Oposição questiona-o sobre alhos, o homem responde sobre bugalhos...e faz comício; A Oposição questiona-o, enquanto Chefe do governo, o homem responde enquanto Chefe do Partido...e faz comício.

Para lá de mais uma sessão de propaganda mediática, que alimenta jornais e televisões, que utilidade têm aqueles debates para resolução dos reais problemas do País?!

Melhor fora que o homem, uma vez por mês, contratasse umas dúzias de autocarros, montasse o Circo de Espelhos americanos numa qualquer praça e exercitasse, como tanto parece gostar, toda a sua prosápia fácil e de bem treinado verbo.....

Zero de confiança, zero de vergonha!


Em Maio de 2007, com o selo de Carta Educativa, aprovada pela C.M. de Vouzela e Assembleia Municipal, o Governo homologou o compromisso que a a sua DREC reforçou com garantia de construção, acordava-se a criação dos Centros Educativos de Alcofra, Cambra e São Miguel do Mato, como contrapartida ao encerramento das escolas de Carvalhal de Vermilhas e Farves.
Enquanto a autarquia vouzelense cumpriu a sua parte do acordo, eis que o Ministério da Educação anuncia, agora, o "rasgar" do Acordo assumido, chumbando a construção daqueles centros educativos....
Nada que surpreenda. Surpresa, só mesmo a ingenuidade política dos responsáveis municipais que não se fartam das promessas por cumprir por parte deste Governo de promessas vãs......
Foi assim na Saúde, é agora na Educação...... Boa fé? Só se for a da Senhora do Castelo.....

Eles a darem-lhe...e a goma a fugir!

Já não é inédito. Neste País, onde, de há muitos anos a esta parte, são aplicadas toneladas de explosivo "Goma 2 Eco", fabricado em Espanha pela UEE (Union Española de Explosivos, SA), sendo, entre outros estabelecimentos, comercializado em Portugal por uma Fábrica controlada por espanhóis, nos arredores de Alcochete, sempre que que aquele produto é encontrado ou apreendido, surgem logo ligações à ETA.
É a síndrome da GOMA!...
O que está em causa, e é preocupante, não são as ligações deste tipo de explosivo àquela organização terrorista, mas sim da falta duma fiscalização eficaz de primeira linha, junto de fabricantes, vendedores e consumidores daqueles produtos, que se vem revelando com muitas debilidades nos últimos anos e cuja acção se prevê reduzida por força dos apertos orçamentais.
Noutra vertente, são as burocracias legais que, dificultando a sua aquisição legal para fins pacíficos (pedreiras, obras), encarecem o produto e o tornam mercadoria aliciante para a candonga e mercados paralelos. Os explosivos, só por si, não são material "terrorista", é duma utilidade extrema na nossa indústria, só deixa de o ser quando desviado para fins diversos daqueles para que foi concebido.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A festa dos "abutres"!





Não têm mesmo vergonha! A propaganda continua à solta....Agora, têm o descaramento de se virem ufanar para as televisões da subida das RECEITAS!...Pudera, com o pacote de impostos que impuseram a empresas e aos contribuintes, não podia deixar de subir!.....Para quando, virem regozijar-se por terem baixado a DESPESA dum Estado abutre.....comilão e esbanjador???

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Já não há adubo que a salve...



Conta-se que este poema foi dirigido ao Ministro da Agricultura do governo de Salazar, como forma de pedir adubos. Por mais estranho que pareça, o senhor que o escreveu não foi preso e Salazar até se fartou de rir (??!!!) quando o leu:






- E X P O S I Ç Ã O -

Porque julgamos digna de registo
a nossa exposição, senhor Ministro,
erguemos até vós, humildemente,
uma toada uníssona e plangente
em que evitámos o menor deslize
e em que damos razão da nossa crise.
Senhor: Em vão, esta província inteira,
desmoita, lavra, atalha a sementeira,
suando até à fralda da camisa.
Falta a matéria orgânica precisa
na terra, que é delgada e sempre fraca!
A matéria, em questão, chama-se caca.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Se os membros desse ilustre ministério
querem tomar o nosso caso a sério,
se é nobre o sentimento que os anima,
mandem cagar-nos toda a gente em cima
dos maninhos torrões de cada herdade.
E mijem-nos, também, por caridade!
O senhor Oliveira Salazar
quando tiver vontade de cagar
venha até nós solícito, calado,
busque um terreno que estiver lavrado,
deite as calças abaixo com sossego,
ajeite o cú bem apontado ao rego,
e... como Presidente do Conselho,
queira espremer-se até ficar vermelho!
A Nação confiou-lhe os seus destinos?...
Então, comprima, aperte os intestinos;
se lhe escapar um traque, não se importe,
... quem sabe se o cheirá-lo nos dá sorte?
Quantos porão as suas esperanças
n'um traque do Ministro das Finanças?...
E quem vier aflito, sem recursos,
Já não distingue os traques dos discursos.
Não precisa falar! Tenha a certeza
que a nossa maior fonte de riqueza,
desde as grandes herdades às courelas,
provém da merda que juntarmos n'elas.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Adubos de potassa?... Cal?... Azote?...
Tragam-nos merda pura, do bispote!
E todos os penicos portugueses
durante, pelo menos uns seis meses,
sobre o montado, sobre a terra campa,
continuamente nos despejem trampa!
Terras alentejanas, terras nuas;
desespero de arados e charruas,
quem as compra ou arrenda ou quem as herda
sente a paixão nostálgica da merda...
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.
Ah!... Merda grossa e fina! Merda boa
das inúteis retretes de Lisboa!...
Como é triste saber que todos vós
Andais cagando sem pensar em nós!
Se querem fomentar a agricultura
mandem vir muita gente com soltura.
Nós daremos o trigo em larga escala,
pois até nos faz conta a merda rala.
Venham todas as merdas à vontade,
não faremos questão da qualidade.
Formas normais ou formas esquisitas!
E, desde o cagalhão às caganitas,
desde a pequena poia à grande bosta,
de tudo o que vier, a gente gosta.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.


Pela Junta Corporativa dos Sindicatos Reunidos, do Norte, Centro e Sul do Alentejo


Évora, 13 de Fevereiro de 1934

O Presidente

D. Tancredo (O Lavrador)

O fascínio do sol moçambicano!

Nasce,madruga e aquece, brilha,dá vida aos campos e faz transpirar as cidades...e esconde-se naqueles vastos horizontes. Mas, ali, naquelas praias moçambicanas, é diferente de si próprio. Clonou-se num ser mítico, que desperta sonhos e rasga os cacimbos das madrugadas.... é de feitiço....tem xicuembo!

É o Sol de Moçambique!....


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

DAQUI NÃO SAIO....versão carnavalesca.



Com dedicatória a quem transformou as Eleições Presidenciais num autêntico carnaval nacional.......onde a culpa teima em morrer solteira.....

Daqui não saio...daqui ninguém me tira!...



Um armou-se em humorista de mau gosto, foi sacudido; outro descolou com a queda da Ponte; um terceiro desgrudou por "encornichar". Este, após os Serviços de que é timoneiro privarem milhares de portugueses de exercerem o direito mais sagrado de uma democracia, blindou-se à Loja.......e vai cantando, com os outros roixinóis de S. Bento:
Daqui não saio...daqui ninguém me tira!...:)))

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A Banda ou o Maestro?


Anuncia-se uma remodelação da Banda, para breve!

Fala-se em substituição de alguns elementos, os mais culpados pela desafinação da Orquestra.

Fico a interrogar-me de que vale substituir os músicos se é a incompetência, a falta de credibilidade do Maestro, o ponto fraco desta fanfarra nacional.....