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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Os produtos da nossa terra...



... não "importam" doenças.....nem dívidas!

sábado, 26 de novembro de 2011

Vão chatear a Merkel!

A propósito deste vídeo, antecipando que não sou adepto da violência venha ela de onde vier, recordo-me que já em 2007, entre os cerca de 100 "radicais" que resolveram destruir o campo de milho na Herdade das Lameiras, em Silves, haviam muitos estrangeiros, ao que se disse ao tempo, os que se revelaram mais violentos e interessados na sanha destruidora. Já na manifestação de Outubro dos auto-proclamados "indignados", realcei o carácter ordeiro do protesto, só quebrado por meia dúzia de "zecas pedras" acervejados. Provavelmente, os mesmos que, associados a estes radicais estrangeiros, voltaram a por em causa as pacíficas intenções dos jovens promotores do evento. Os radicalismos extremistas, seja qual for o quadrante em que se insiram, são condenáveis e atentatórios da democracia e da segurança das pessoas e bens. Há que os combater, sem falsos pruridos e hipócritas tolerâncias. Mas há que, sobretudo, denunciar e condenar publicamente. Foi o que ainda não vi fazer, de forma aberta por parte de alguns partidos que proclamam pugnar pela Democracia, nem pelos carismáticos e eternos dirigentes sindicais. muito menos pelos que passam o tempo a acenarem com os direitos humanos e Amnistias! Fizeram-no, céleres, a condenarem o hipotético excessivo da força por parte das Forças de Segurança, quanto ao cerne do problema e ao fenómeno de infiltração de grupelhos desestabilizadores....moita carrasco! Complexos estranhos, que se foram criando e alimentando na Sociedade Portuguesa... Ao jovem alemão, estrela do vídeo, bem como aos compatriotas que foram identificados no mesmo local, em arruaças violentas, para lá de um voto de rápido restabelecimento, apenas um conselho amigo: vão chatear a MerKel!
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Breve "flash" duma Greve Geral que não foi!


Não fossem os do costume, os "privilegiados" dos transportes, esta Greve Geral, nem parcial seria! Sinal de que, apesar das dificuldades, a maioria deste Povo sabe que a única saída é pelo trabalho.
No "meu" Bairro, na zona metropolitana de Lisboa, os autocarros circularam, as escolas, Básica e Secundária, estiveram em actividade; todo o Comércio esteve aberto, o Centro de Saúde, também, e recebi a correspondência dos Correios.
Só notei uma pequena, mas sintomática, diferença: o cão da minha vizinha ladrou menos que o habitual!...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Onde o Sul abraça o Vouga!


Foto de Custódio Freitas, 20/11/2011
Pergunta o Vouga Baixinho
À fraga que o viu nascer
Qual é o melhor caminho
Em beleza a percorrer
….........................
Segue o Vouga o seu destino
Pelo vale como uma fita
Em São Pedro canta o hino
Nas Termas pára e medita
Seguindo depois pro mar. (Pedroso Lima)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Bastonários e Bestonários!


Há quem defenda que a obrigatoriedade de pertencer a uma Ordem profissional para exercer uma profissão é um atentado à liberdade individual e que a sua vocação natural não é a de controlar a formação académica dos candidatos á profissão.
O ex-Ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, numa entrevista à TSF, em Dezembro de 2010, defendia mesmo que conseguir libertar o País da tutela das Ordens na entrada das profissões era fundamental...
Não vou tão longe, ainda que tema alguma arbitrariedade e eventuais falhas no critério da selecção.
O que me preocupa, por ter como adquirido que o objectivo supremo de qualquer Ordem profissional seria o de preservar e desenvolver entre os seus pares, valores éticos e deontológicos, é deparar-me a cada passo, nos espaços mediáticos, com bastonários que mais parecem agentes político-partidários, que tecem armas por questões que não perseguem qualquer interesse legítimo dos seus profissionais, nem do público que é suposto servirem.
Ouvi-los, numa Sociedade democrática, esgrimir argumentos em forma de insulto e arruaça, muito para lá da nobre função que lhes está outorgada pelos seus membros, encabeçando lobies que mais, parecem, pretender afrontar as instituições do Estado do que reclamar direitos legítimos, entristece-me e envergonha-me, enquanto cidadão dum Estado de Direito.
Daí, ser meu direito interrogar-me se, a par de verdadeiros bastonários, que ainda prezam a sua Carta Deontológica, não teremos na ribalta outros autênticos "bestonários" que dão maus exemplos e uma deplorável imagem dos profissionais da "sua" Ordem!....

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

Os compassos do avental....

O DN, em notícia de caixa alta, dá-nos conta das revelações dum Juiz que denuncia o domínio da máquina da Justiça pela maçonaria. Nada que o Vouguinha2 já não tenha abordado em Janeiro de 2010.
Surpreende-me é que ninguém tenha a clarividência de esclarecer que essa "seita" não domina só a Justiça, mas todo o Estado!
Dominam as esferas do poder....e mandam os "carbonários" fazer o trabalho "sujo"?!.......

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A Seita tem um Radar...


Acusações de Costa Pimenta, um Juiz de Direito que, segundo o CM, vive uma guerra jurídica com as hierarquias da Justiça, abriu o livro e disse:

"O Supremo Tribunal de Justiça é uma loja maçónica, criada e instalada por maçons";

" A verdade é que as lojas maçónicas, incluindo o Supremo Tribunal Administrativo e a Relação de Lisboa, deixaram-se infiltrar pelo jesuitismo e profanos do avental, que constituíram uma máfia que opera nos tribunais portugueses".

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Quem "nos" compra?!


O PR lá anda pelos EUA, ao que diz, "promovendo a imagem de Portugal". Nada a reprovar, em abstracto, nesse seu empenho. Mas, interrogo-me eu, de que vale essa promoção quando, intramuros, os "privilegiados" das empresas públicas, fazem greves para pressionar o Governo, apoiados em notícias de jornais; quando o Senhor da Madeira, onde ocorreu um dos maiores rombos no erário público, decreta tolerância de ponto para que a POP o possa ver subir a um palanque que é seu há décadas; quando um vasto sector da nossa sociedade se comporta como se estivesse tudo bem e o Tejo mais não fosse que um caudal de mel e pepitas de ouro?!.....
Os americanos, como todos os outros, são cegos e surdos?....

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Grandes latas e latoarias

Armando Vara disse. hoje, no Tribunal, a propósito do "Face Oculta":
- Isto é um Romance!
O homem tem toda a razão. É uma romance em que um dos principais protagonistas emigrou e saiu de cena antes do epílogo. É uma "história" aberta, cujo final - a exemplo do que vamos vendo com processos de gente endinheirada ou politicamente poderosa -, vai ser recriado pelos senhores advogados....de recurso em recurso até ao esquecimento total!
E que, em cima da latoaria do sucateiro, se vão despejar mais uns milhares do erário público.....
Num Pais que, sorte madrasta, é, cada vez mais, improvável....

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

IBO, lendária ilha moçambicana!

Termino esta trilogia de Moçambique, com imagens duma Ilha lendária, tronco de miscigenação e cruzamento de culturas, no Arquipélago das Quirimbas...

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

PEMBA, Outubro de 2011

Nas imagens que trago ao Vouguinha2, de terras de outras memórias, num breve olhar do Naimo V. António, ressalta, na vista aérea, a beleza e a dimensão da Baía de Pemba (Moçanbique).Para a descrever, socorro-me de um artigo publicado em 2008 pelo Diário de Notícias que tem, ainda, uma referência a uma das famílias mais conhecidas na então capital de Cabo Delgado, berço de alguns dos meus filhos!
São 10 postais recentes duma terra que nunca esqueci...


"A baía de Pemba, situada na província de Cabo Delgado, passou a integrar o restrito clube
das mais belas baías do mundo, um projecto nascido em 1997 e que visa preservar
e promover internacionalmente espaços de grande beleza na ligação entre a terra
e o mar.Pemba é a terceira maior baía do mundo, mais de 40 km de extensão, numa
área de quase 150 km2 de superfície diversa, com estuários e mangais, superada,
apenas, pelas baías de Guanabara (Brasil) e Sydney (Austrália).Antiga zona de
Porto Amélia, na época colonial, foi atingida pela primeira vaga colonial
portuguesa em 1857 (um grupo de 60 colonos minhotos, embarcados no Tejo no navio
Angra, uma das referências históricas nas terras de macuas, macondes e muanis…)
quando ali chegou liderada por um tenente da armada, Romero de seu nome, ainda
hoje referenciado na ponta sul da boca de entrada da baía, tendo a oposta o nome
do interlocutor dele na época, o régulo Said Ali,De Pemba é, também, Rui Andrade
Pães, pintor, famoso desde o momento em que assinou as gravuras de Pipas de
Massa, um livro infantil de Madonna, e da terra onde nasceu e cresceu guarda o
fascínio "por anatomias e texturas", fixado "nos animais da tradição africana,
que caminham e falam com consciência humana", e reconhece que ali, em Pemba, a
luz lhe ensinou "a clareza das coisas". Ficou, para sempre, "com mente europeia
e coração africano", e não são raras as referências a esse ilustre filho da baía
de Pemba…!



Moçambique, 4 de Outubro!

Na terra dos Bons Sinais (Quelimane), tal como noutros pontos de Moçambique, comemorou-se o Acordo de Paz de 4 de Outubro de 1992, celebrado em Roma e que pôs fim a uma
guerra fratricida.São desse dia de festa, em 2011, as imagens captadas pela
objectiva do moçambicano Naimo Vasco António e que aqui reproduzo, esperando que
a Paz seja sempre celebrada naquele país que não esquecemos e que a verdadeira
Democracia continue a ser aperfeiçoada, pois só esse regime permitirá o
Progresso e Bem-Estar e a concórdia entre todos os moçambicanos.
Os Sinais são Bons!....


domingo, 30 de outubro de 2011

Os outros "Miseráveis"!


Estes miseráveis não são os do Victor Hugo, ainda que palmilhem por Paris! São os nossos, politicamente, miseráveis que, ao arrepio da situação em que vivemos, sem que apontem outra alternativa para a saída, conspiram nos bastidores, pondo em causa todos os sacrifícios a que nos obrigaram pelas irresponsáveis políticas e por uma gestão danosa dos dinheiros públicos. Agora, compreendo o afã arruaceiro e a arrogância desmesurada de ex-ministros, secretários de Estado e "lambe-botas" do ciclo socretino, quer nas Comissões quer no Plenário da AR! Bem pode o novo leader, pouco seguro, jurar não pensar o País em função do partido, mas do interesse nacional, que só mesmo outros miseráveis de espírito acreditarão. Em Política, mais do que "o que parece, é", o que conta são os actos e não as palavras ocas!...

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Os herdeiros do malabarismo político





Este caso apenas me merece a citação dum aforismo muito antigo:

"Apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo"

Heranças......

in "Negócios online":

A KPMG nega ser autora dos dados apresentados por Paulo Campos na última Comissão de Obras Públicas. "Na referida audição foi apresentado pelo sr. Deputado Paulo Campos um conjunto de gráficos e outros elementos de análise, capeados por uma página típica de relatórios emitidos pela KPMG mas não sendo da nossa autoria nenhum daqueles gráficos ou elementos", pode ler-se na carta da consultora enviada à Comissão de Economia e Obras, divulgada hoje no semanário "Sol".
"Consideramos existirem indícios de utilização indevida da imagem e nome da KPMG, bem como de terem sido atribuídas à nossa firma um conjunto de factos e conclusões que não correspondem a nenhum dos relatórios emitidos pela KPMG para a Estradas de Portugal", refere a mesma carta.
Em declarações ao "Sol", o administrador da KPMG afirmou que as "imagens da audição tornadas públicas" confirmam que o "documento apresentado por Paulo Campos nos é estranho e não foi analisado por nós".
Entretanto, o Partido Socialista já pediu a presença do administrador da KPMG e do presidente das Estradas de Portugal na Assembleia da República.
Na audiência em que esteve presente Paulo Campos, que teve lugar na terça-feira, o ex-secretário de Estado negou que os encargos com Parcerias Público Privadas (PPP) até 2030 tenham aumentado.
O responsável afirmou mesmo que os encargos desceram para 15,4 mil milhões de euros face aos 15,8 mil milhões que foram inscritos no Orçamento para 2005.
Segundo o actual deputado, também nas renegociações com as concessionárias das SCUT, em vários casos de alterações aos traçados impostas pelo Estado o erário público ficou a ganhar, sendo que em 2005, segundo Paulo Campos, estavam previstos 1,4 mil milhões de euros e a tutela que liderou reduziu estes valores para 600 milhões. “Onde é que está o desvario com as PPP?", questionou Campos.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

É nos momentos de Crise...


... que se valorizam certos desmandos ou os "mamanços" numa teta que já não vai dando para todos!

Mais do que manifestação da tão propalada "inveja nacional", qualquer contribuinte tem todo o direito e razão para se escandalizar com este episódio das subvenções vitalícias aos políticos. Que, não esqueçamos, continuaria a passar despercebido, não fosse o esgrimir quanto à equidade nos sacrifícios que nos vão sendo impostos.
Sabendo que o tempo de exercício de qualquer cargo público conta para a pensão de reforma, conhecendo todos que todas aquelas centenas de políticos retomaram as suas vidas em cargos generosamente remunerados, é uma gritante afronta a todos os que se vêem privados de 50% do Subsídio de Natal de 2011 e, no mínimo, de todos os de 2012 e 2013!
Que "estadistas", que "heróis" nacionais, terão sido, entre outras centenas, Carlos Melancia, Dias Loureiro, Armando Vara, Carlos Carvalhas..., para que continuem, pela vida fora, a viverem do erário público? Pior, que necessidade terá, qualquer deles, duma subvenção que, na maioria dos casos, corresponde a um funcionário no topo da carreira, em pleno exercício de funções?
O cartão da imagem é um desabafo humorístico, mas que tem o chip de quem sente que ficou mais pobre para poder pagar asas douradas de tachos que já foram!

domingo, 23 de outubro de 2011

A trapada hospitalar...


... voa pelas serranias e navega por mares encapelados!

Do Hospital de Santa Maria, no coração de Lisboa, ao Garcia da Hora, nas bordas de Almada, há uma Ponte a percorrer. De São Pedro do Sul, terras de Lafões e do Vouga, até ao Brasil do samba, há todo um vasto oceano a vencer.
Nada que a incúria ou a ganância pelo lucro não ultrapassem!
Mais casos estranhos que deviam ser investigados até à bainha das calças e dos calções com farrapada hospitalar!

sábado, 22 de outubro de 2011

O "Triunfo dos Porcos"?


Kadhafi era um ditador, um facínora, que tratava o seu povo com crueldade, mas nada justifica a forma como, tudo aponta, terá sido abatido.
Os ódios e as raivas que se acumulam na bateria humana não são razão nem desculpa para que se cometam os mesmos crimes que são imputados à própria vítima.
Sinal nada auspicioso para o que se vai seguir na Líbia.
E que, por momentos, me fez evocar o "Triunfo dos Porcos"!.....

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Vouga que levas as águas....

... e perdes os comboios que foram teus!

Já há muito que a do Vale do Vouga não passa de uma saudosa lembrança. Anuncia-se, agora, o encerramento da Linha do Vouga, que, com a primeira, andou de braço dado na Sernada, convivendo ambas até Aveiro.
Mais triste fica o Vouguinha, que vai perdendo os vizinhos com quem conviveu durante décadas e a quem os senhores dos tempos, das serras e dos vales, não souberam dar destino turístico de que as suas margens seriam postais convidativos!
Vai-se, na vil tristeza dos tempos que dizem novos......


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Humor....amargo e negro...


....da cor da lápide!
Que, no mínimo, sirvam para levar este País do Inferno ao Céu, mas que, depois, RESSUSCITEM!

Tribunal de Contas ou lança de esferovite?!


In "Público" - "Na sessão de abertura da apresentação do estudo sobre as contas do Sector Empresarial do Estado (SEE), Guilherme de Oliveira Martins afirmou que o funcionamento destas empresas “tem de ser profundamente repensado” porque se tem assistido a “uma desadequação entre os meios e os fins”.O presidente do TC considerou essencial garantir “a sustentabilidade financeira e orçamental” destas companhias. E criticou a facto de continuarem a ser criadas “falsas empresas públicas” com “finalidades administrativas e sem sustentabilidade”, numa referência aos hospitais do Estado."
Tem toda a razão no que diz. Só posso concordar com os seus propósitos, Dr. Oliveira Martins! Mas...só agora? E quem o vai ouvir... ou o ouvia antes? O Tribunal de Contas será mais que um diapasão do que qualquer jornal noticia ou daquilo que os mais avisados vão dizendo por aí?! Resultados práticos? De que lhe(nos) valeu zurzir nas famigeradas Parceria Público Privadas.....que todos (nós, filhos e netos) estamos - e estaremos - a pagar, por largos anos?!....

domingo, 16 de outubro de 2011

Indignado, sim...


.... por mais divergentes que sejam das motivações de muitos que se manifestaram!

Assim de repente, bem espremida no lagar da minha falível perspectiva, a Manif. dos "Indignados" deixou, para além das futilidades e da justa indignação, uma evidente certeza: urge alterar de raiz o processo eleitoral. Para além da tão esperada redução de deputados (que só deles depende), tem que se acabar com a eleição de "desconhecidos", em listas engendradas nas paredes das sedes partidárias. Os deputados terão que ser, no concreto, os representantes dos eleitores e a expressão no Parlamento dos seus anseios. O Povo real não se revê naquela "gente" que dizem "falar" em seu nome.
Os eleitores têm de os conhecer, eleger directamente, para que lhes possam pedir responsabilidades. Que limitarem-se a levantar o braço ou o bumbum segundo o sinal do chefe, não tem representatividade alguma!
Talvez, com um novo sistema eleitoral, não caiamos no ridículo de olhar para o Parlamento e vermos muitas das caras que ajudaram a cavar o fosso em que estamos metidos....e que se limitaram a arrumar a papelada num qualquer Ministério ou Secretaria de Estado, para os levarem, dias depois, para um qualquer gabinete da Assembleia!

Indignados ordeiros!


Já ouvi, hoje, no "ponto" da bica matinal, comentários alarmistas imputando violência na Manif. dos "Indignados". Não vou entrar em considerações sobre a natureza, aproveitamentos partidários e utilidade do movimento. O que quero expressar é a minha admiração pela forma como os seus mentores organizaram a jornada de protesto. Por mim rotulo-a de pacífica e ordeira, que meia dúzia de "zecas pedras" "acervejados" não são o espelho de todos aqueles milhares.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Que floresçam os bons exemplos....


....venham eles dos lugares mais ricos e urbanos ou de modestas vilas do Portugal real!

Fonte do "Noticias de Vouzela", um Semanário da região de Lafões, pela voz do vereador do pelouro de Administração e Finanças, dá-nos conta que o Município de Vouzela, nos últimos meses poupou já entre 30 a 40% em todos os Serviços.
Noutra vertente, conhecendo-se que há autarquias a pagarem a mais de 800 dias, a daquele Concelho se propõe a reduzir o prazo de pagamento que é, actualmente, de 79 dias.
Apraz-me registar este empenhamento, fruto dum sentido de responsabilidade e adequação ao momento difícil em que vive o todo nacional. Será modesto, gota de água neste oceano de problemas, mas que sirva de sinal e exemplo para os demais municípios, que, numa mudança radical, terão de tomar consciência, autarcas, munícipes e fregueses, de que urge acabar com esbanjamentos e desperdícios irresponsáveis, secundarizar o efémero e gastos em fachada eleitoralista. Que dão brilho por algum tempo e se apagam breve, mais não servindo que comprometer o Futuro e o que, no concreto, interessa às populações que servem.
É mais, ainda, um sinal que é urgente e necessário, nas autarquias como no Estado e nas empresas públicas, uma boa administração dos dinheiros públicos, em detrimento dos espectáculos promocionais com obras inúteis de novo-riquismo fútil e inconsequente para a melhoria de vida das populações.
Não é tarefa fácil, não se debelam vícios de décadas apenas com sinais e boas intenções, muito menos, em tempo breve, mas há que, sobretudo, valorizar e estimular todos, em especial, os que, com os pés bem assentes nesta terra que é nossa, têm plena compreensão do momento que vivemos.
Como, aliás, aquele edil soube sintetizar:

"É fruto de uma gestão rigorosa do executivo e de
uma envolvência total de todos os colaboradores:
Se eles não estiverem sensibilizados para esta matéria
as coisas não funcionam"