sábado, 25 de fevereiro de 2012
Agarra, que são ladrões!
Há ladrões para tudo e as espécies são várias. Os desta foto, captada hoje num dos jardins da Região de Lisboa, deu-me conta que as tampas de ferro maciço, bem pesadas, que cobriam os sistemas de "repuxo" de água, "voaram" durante a noite. Estes, os do esticão, das ourivesarias, dos bancos e similares, são os gatunos da ralé. Temos uma segunda categoria, a daqueles que andaram décadas a comprar votos e poder com o nosso dinheiro e a substituírem as casinhas da aldeia por vivendas e apartamentos de luxo; o calhambeque por lustrosas bombas voadoras; as contas tesas numa agência de bairro, por chorudas carteiras em offshores, e deixaram o País de tanga. Por último, temos uma terceira categoria, que é a daqueles que acomodados em empresas públicas que nós custeamos com os nossos impostos, se viciaram no regabofe dos subsídios, nas regalias que mais ninguém tem e que fazem birra, sempre que lhes tentam tirar a teta da boca, dando corpo a facturas e dívidas insuportáveis para uma maioria de trabalhadores que produzem e suportam o País, labutando em silêncio triste!....
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
ZECA AFONSO, uma voz sempre actual!
Zeca Afonso foi, ontem, lembrado por todo o Pais. Fica a minha singela homenagem ao Homem que fez da sua voz uma arma e a minha admiração por nunca se ter deixado acorrentar pelas forças partidárias, sedentas por "exibirem" mais um troféu.
Cantou os "vampiros". Voltaria, pressinto, a faze-lo Hoje, contra os vampiros que, desde então, vêm a ser gerados nas chocadeiras partidárias do pote, mas também nas que, sem irem ao pote, são por nós principescamente pagos e mais não fazem do que lutarem pelos seus gulosos interesses, mesmo sabendo que as greves prejudicam quem lhes paga e a quem por tão alto preço e mal têm servido....
Que este é um País de Vampiros, de várias tonalidades e com habitat em diversas grutas.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
É Carnaval....ninguém leva a mal!
"Ai se eu te pego"......directamente do Brasil para uma divertida versão em changane, um dialecto moçambicano.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Domingos a namorar no dia de S. Valentim?!
DEMITIDO POR NAMORAR COM O PORTO"!
Já sabemos que as noticias da nossa CS requerem um filtro de malha fina, mas, a ser verdade que o treinador dos leoninos foi demitido por andar de namoro com o FCP, interrogo-me por que carga de água não foram demitidos os dirigentes do Sporting dos últimos 10 anos, incluindo os actuais?!!!.....:))))
Já sabemos que as noticias da nossa CS requerem um filtro de malha fina, mas, a ser verdade que o treinador dos leoninos foi demitido por andar de namoro com o FCP, interrogo-me por que carga de água não foram demitidos os dirigentes do Sporting dos últimos 10 anos, incluindo os actuais?!!!.....:))))
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Não se leia "CHULO"!
Bem entendo o Presidente do Parlamento Europeu, o alemão Martins Schulz (não se leia Chulo...). Imagino o comichão sarnento da sua Tiazinha, quando vê Portugal tentar resolver parte dos seus problemas económicos, recorrendo a investimentos chineses e angolanos e não os impostos por ela, com alcavalas e com os custos de perda de soberania. Quer-nos miseráveis, a irmos comer-lhe à mão e dominar-nos sob o jugo do seu chicote. Ainda assim, estas críticas foram um bom sinal: ESTAMOS NO CAMINHO CERTO!
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Marcação cerrada?!
Mais que que uma vez, manifestei o meu acordo com determinadas posições de Marinho Pinto. Noutras tantas, não concordei. Quanto mais o ouço, maior é a minha convicção de que o homem diz uma ou outra "verdade" para "vender" o que o não é tanto. É que esta marcação cerrada à Ministra da Justiça, quanto a mim, só poderá ser uma destas duas situações: ou há paixão platónica, ou Marinho Pinto, da forma como se manifesta contra toda e qualquer medida da iniciativa da senhora, pretende fazer-lhe uma marcação mais cerrada do que aquela que o Luisão faz ao Hulk!
Merece esta dedicatória, com assinatura do António Aleixo:
P'ra mentira ser segura
e atingir profundidade
tem de trazer à mistura
qualquer coisa de verdade.
Merece esta dedicatória, com assinatura do António Aleixo:
P'ra mentira ser segura
e atingir profundidade
tem de trazer à mistura
qualquer coisa de verdade.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Acordo Ortográfico
O Graça Moura tem toda a razão! Um Acordo pressupõe a concordância de todas as partes e uma Língua não se molda por Decreto!
E, como ouvi alguém dizer na nossa A.R., nem todos os "espectadores" são "espetadores"!....
E, como ouvi alguém dizer na nossa A.R., nem todos os "espectadores" são "espetadores"!....
Humor....em tempo de Crise!
Está confirmado: a "VACA DE FRIO" já chegou a Portugal e justificou o atraso pelo facto de, vinda da Alemanha, ter parado em França para recolher o seu inseparável "vitelinho"!
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Não toquem no POLVO!
Pobre do homem....não sabia que neste País ninguém pode tocar no POLVO!
Cada macaco no seu galho!
A exemplo de todos os últimos anos, mais uma sessão solene marcou a abertura do Ano Judicial.
As figuras de sempre, uma ou outra cara nova, decorrente do exercício de funções, as boas intenções que sempre lhes ouvimos.
Ressaltou, de todas elas, pela oportunidade - que também já é serôdia -, o apelo do PR para que as entidades judiciárias se entendam e deixem de esgrimir os oxidados pratos da Balança uns contra os outros.
Mas, sem surpresa, voltou a ser a oratória desbragada do Bastonário da Ordem dos Advogados a mais acutilante, e que, saltando as sebes da Justiça, desembestou por terrenos da Política.
Numa cerimónia em que importava transmitir aos cidadãos firmes e genuínas intenções de a encarreirar por caminhos menos tortuosos do que aqueles que vem trilhando, Marinho Pinto, o homem que, não poucas vezes, brada contra o populismo reinante, parece ter sido vítima desse mesmo vício, exalou demagogia e falou para as "massas", encarnando, na perfeição e por largos momentos do seu discurso, qualquer dirigente partidário da Extrema-Esquerda!
Disse banalidades, slogans gastos, aquilo que o Povo, sem filtro, e em momentos de dificuldade, gosta de ouvir!
De Justiça, do estado da mesma, de propostas e sugestões, pouco ou nada disse, a não serem algumas acendalhas e invectivas directas e indirectas à Ministra da Tutela.
Virou o maçarico dos vocábulos contra o Governo e os partidos que o apoiam, fazendo-me pensar assistir a mais um Comício eleitoralista.
O que me leva a pensar que o homem sonha subir, a seu tempo, ao mais alto galho da Nação, tal o afã com que prepara a escadaria de acesso.
A Justiça que espere. Ele quer saltar para outro galho.....
As figuras de sempre, uma ou outra cara nova, decorrente do exercício de funções, as boas intenções que sempre lhes ouvimos.
Ressaltou, de todas elas, pela oportunidade - que também já é serôdia -, o apelo do PR para que as entidades judiciárias se entendam e deixem de esgrimir os oxidados pratos da Balança uns contra os outros.
Mas, sem surpresa, voltou a ser a oratória desbragada do Bastonário da Ordem dos Advogados a mais acutilante, e que, saltando as sebes da Justiça, desembestou por terrenos da Política.
Numa cerimónia em que importava transmitir aos cidadãos firmes e genuínas intenções de a encarreirar por caminhos menos tortuosos do que aqueles que vem trilhando, Marinho Pinto, o homem que, não poucas vezes, brada contra o populismo reinante, parece ter sido vítima desse mesmo vício, exalou demagogia e falou para as "massas", encarnando, na perfeição e por largos momentos do seu discurso, qualquer dirigente partidário da Extrema-Esquerda!
Disse banalidades, slogans gastos, aquilo que o Povo, sem filtro, e em momentos de dificuldade, gosta de ouvir!
De Justiça, do estado da mesma, de propostas e sugestões, pouco ou nada disse, a não serem algumas acendalhas e invectivas directas e indirectas à Ministra da Tutela.
Virou o maçarico dos vocábulos contra o Governo e os partidos que o apoiam, fazendo-me pensar assistir a mais um Comício eleitoralista.
O que me leva a pensar que o homem sonha subir, a seu tempo, ao mais alto galho da Nação, tal o afã com que prepara a escadaria de acesso.
A Justiça que espere. Ele quer saltar para outro galho.....
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Vai Seguro, mas sem amarras!
O Secretário Geral do PS não quer plasmar na Constituição Portuguesa qualquer imposição de limite do défice.
Aceita, tão só, que esse dispositivo legal seja objecto de uma Lei de valor reforçado.
Bem o entendo. O PS, sempre ávido e à espreita do Poder, sabendo que este, mais cedo do que tarde, lhe vai cair no punho cerrado, acautela-se!
No seu, já mais do que, desgraçadamente, comprovado, apetite voraz - de achigã -, pelo esbanjamento de dinheiros públicos, não desconhece que tendo a Constituição um Tribunal que, bem ou mal, por ela vai zelando, já qualquer Lei, por mais reforçada que seja, num País onde a Justiça anda pelas ruelas da amargura, lhes não colocará barreira que qualquer dos seus atletas não consiga saltar. Pensando melhor, nada que uma revogação oportuna ou uma vírgula no sítio certo, não possa ultrapassar!...
Seguro, por ele, ou por uma das alas "deficitárias" do seu Partido, quer prevenir o Futuro, cioso que o PS perca os pergaminhos de nos deixar de tanga, sempre que sai, para pausa, da governação deste Portugal moribundo!
Aceita, tão só, que esse dispositivo legal seja objecto de uma Lei de valor reforçado.
Bem o entendo. O PS, sempre ávido e à espreita do Poder, sabendo que este, mais cedo do que tarde, lhe vai cair no punho cerrado, acautela-se!
No seu, já mais do que, desgraçadamente, comprovado, apetite voraz - de achigã -, pelo esbanjamento de dinheiros públicos, não desconhece que tendo a Constituição um Tribunal que, bem ou mal, por ela vai zelando, já qualquer Lei, por mais reforçada que seja, num País onde a Justiça anda pelas ruelas da amargura, lhes não colocará barreira que qualquer dos seus atletas não consiga saltar. Pensando melhor, nada que uma revogação oportuna ou uma vírgula no sítio certo, não possa ultrapassar!...
Seguro, por ele, ou por uma das alas "deficitárias" do seu Partido, quer prevenir o Futuro, cioso que o PS perca os pergaminhos de nos deixar de tanga, sempre que sai, para pausa, da governação deste Portugal moribundo!
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Humor eléctrico!
Não é de fácil decifração esta primeira factura do ano!
Parar mim, nada de estranho. Ainda hoje não consegui decifrar (e entender as parcelas) todas as facturas da EDP que me foram apresentadas num Português correcto.....ainda antes do Acordo Ortográfico!
Parar mim, nada de estranho. Ainda hoje não consegui decifrar (e entender as parcelas) todas as facturas da EDP que me foram apresentadas num Português correcto.....ainda antes do Acordo Ortográfico!
Tropeções presidenciais
Tão parecidos que eles são, quando se "desbocam"!
Cavaco Silva e Manuela F. Leite, têm destas fragilidades: cada vez que dão uma cavadela....sai minhoca. Falta-lhes sentido de oportunidade política. Não sei se é bom ou mau....mas, depois, colocam-se a jeito para as vaias....
Tal como, já em 2008, havia percebido na "Manelinha"....
http://vouguinha.blogspot.com/2008/11/cada-cavadela.html
Palavras inoportunas, evitáveis, se considerarmos o momento difícil que se avizinha e que que já dói em muitos concidadãos.
Veio o humor compreensível, saudável, até, em torno do "lamento" do P.R. Que não mediu o que disse, ou disse o que não queria dizer!
Veio, também, o oportunismo medíocre de gente que está sempre de tocaia, espreitando a primeira brecha para o ataque.
Se compreendemos o humor, não entedemos o objectivo daqueles "bloguistas" que tomaram a iniciativa de, forma tão irónica como ridícula, levar os euros e as papinhas à porta da Presidência da República. Como não vislumbramos do alcance daqueles outros que vão engrossando a Petição para a demissão de Cavaco Silva, eleito por uma larga maioria do Povo votante.
É folclore barato, pouco edificante para a Democracia e castigo soez para tão pouca culpa.
É perder tempo, e desviar a mira de discussões sobre temas bem mais actuais e que preocupam o todo nacional. E, nisso, não é de todo isenta uma Comunicação Social que faz diapasão e alimenta "palhaçadas" sem nexo......e sem proveito!
domingo, 22 de janeiro de 2012
O vento mudou!...
Era o Verão de 1986. Época de férias, praias e Turismo.
Nunca havia pisado terras algarvias. Conhecia-as à distância, pelas cartas geográficas e, sobretudo, pelas noticias do seu desempenho turístico, alimentado, em grossa fatia, por estrangeiros; ingleses na sua maioria.
Mas não estava de férias, quando, acompanhado por um colega de trabalho, nos sentámos numa esplanada de Albufeira, com o propósito de tomarmos um aperitivo antes do almoço.
Eram poucas as cadeiras vazias, o espaço fervilhava de turistas.
- Dois "Moscatel", por favor! Um dos "barman", que antes se abeirara de nós sorridente e com fartos "salameleques", olhou-nos de soslaio, tomou notas e continuou a atender os veraneantes que iam chegando.
O tempo passava, o homem continuava na sua azáfama de servir e recolher gorjetas do pessoal que saía e atender quem ia chegando às mesas que nos ladeavam e que se expressavam na Língua de Sua Majestade.
- Desculpe, mas demora muito?! - questionei o mesmo empregado, que ia servindo os "camones" que chegavam, sem que satisfizesse o nosso pedido de há, seguramente, mais de vinte minutos.
- Já vai! - enquanto acompanhava a resposta com um abanar do braço e ar de enfado, continuando a servir o pessoal que havia chegado depois de nós.
Até que, irritados, nos levantámos e abandonámos o espaço, sem o tão demorado aperitivo.
- Vamos procurar a Gerência e reclamar! - alvitrou o meu colega, fazendo menção de entrar no interior do Bar.
- Deixa-te disso, não resolve nada, vamos, sim, sair de Albufeira e procurar almoço na periferia que por aqui os preços e o atendimento não são para portugas! - retorqui-lhe.
Já o jeep rodava por uma estrada secundária, mais do interior, até que se nos deparou um pequeno restaurante, de aspecto exterior modesto, onde um grelhador fumegava junto ao acesso.
Ao entrarmos, notámos, desde logo, que o "que estava na montra, nada tinha a ver com o armazém". De facto, o interior do restaurante tinha um aspecto bem mais requintado do que nos havia sugerido o acesso. Mas era tarde e o estômago pedia reforços!...
Dirigi-me à primeira das duas colunas existentes na ampla sala, onde estava exposto o Menu da Casa. Nela constava toda a espécie de grelhados, mas em Língua Inglesa. Continuei a ler, por decifrar, minimamente, cada um dos pratos ali sugeridos.
Solícito, um casaca negra impecável e de "papillon" exuberante, perguntou-me, naquele idioma, se já havia escolhido.
Quando lhe respondi, em bom Português das Beiras, que ainda estava a pensar, o homem deu um passo atrás e foi-se afastando, enquanto espetava o indicador para a a outra coluna e disparava secamente:
- Tem ali uma Lista em Português!...Mesmo não havendo necessidade, fiz-lhe a vontade e escolhi. Aproximou-se e indagou da opção. Eu e o meu colega informá-mo-lo do que pretendíamos, não sem que antes eu próprio lhe deixasse um "reparo:
- Esta Lista está em Português, mas os preços, continuam em Inglês, como aquela!Voltei, várias vezes, ao Algarve e fui notando que, gradualmente, o comportamento se foi alterando, culminando, nos últimos anos com o sintomático apelo "Portugueses, passem férias no Algarve!".
O vento mudou!
Volvidos 27 anos, sabendo do quanto representa para o País a Indústria do Turismo, satisfaz-me que saibamos exportar sol, simpatia, acolhimento e boas maneiras. Mas sem rótulos ou bacocas, interesseiras e desnecessárias discriminações.
Nunca havia pisado terras algarvias. Conhecia-as à distância, pelas cartas geográficas e, sobretudo, pelas noticias do seu desempenho turístico, alimentado, em grossa fatia, por estrangeiros; ingleses na sua maioria.
Mas não estava de férias, quando, acompanhado por um colega de trabalho, nos sentámos numa esplanada de Albufeira, com o propósito de tomarmos um aperitivo antes do almoço.
Eram poucas as cadeiras vazias, o espaço fervilhava de turistas.
- Dois "Moscatel", por favor! Um dos "barman", que antes se abeirara de nós sorridente e com fartos "salameleques", olhou-nos de soslaio, tomou notas e continuou a atender os veraneantes que iam chegando.
O tempo passava, o homem continuava na sua azáfama de servir e recolher gorjetas do pessoal que saía e atender quem ia chegando às mesas que nos ladeavam e que se expressavam na Língua de Sua Majestade.
- Desculpe, mas demora muito?! - questionei o mesmo empregado, que ia servindo os "camones" que chegavam, sem que satisfizesse o nosso pedido de há, seguramente, mais de vinte minutos.
- Já vai! - enquanto acompanhava a resposta com um abanar do braço e ar de enfado, continuando a servir o pessoal que havia chegado depois de nós.
Até que, irritados, nos levantámos e abandonámos o espaço, sem o tão demorado aperitivo.
- Vamos procurar a Gerência e reclamar! - alvitrou o meu colega, fazendo menção de entrar no interior do Bar.
- Deixa-te disso, não resolve nada, vamos, sim, sair de Albufeira e procurar almoço na periferia que por aqui os preços e o atendimento não são para portugas! - retorqui-lhe.
Já o jeep rodava por uma estrada secundária, mais do interior, até que se nos deparou um pequeno restaurante, de aspecto exterior modesto, onde um grelhador fumegava junto ao acesso.
Ao entrarmos, notámos, desde logo, que o "que estava na montra, nada tinha a ver com o armazém". De facto, o interior do restaurante tinha um aspecto bem mais requintado do que nos havia sugerido o acesso. Mas era tarde e o estômago pedia reforços!...
Dirigi-me à primeira das duas colunas existentes na ampla sala, onde estava exposto o Menu da Casa. Nela constava toda a espécie de grelhados, mas em Língua Inglesa. Continuei a ler, por decifrar, minimamente, cada um dos pratos ali sugeridos.
Solícito, um casaca negra impecável e de "papillon" exuberante, perguntou-me, naquele idioma, se já havia escolhido.
Quando lhe respondi, em bom Português das Beiras, que ainda estava a pensar, o homem deu um passo atrás e foi-se afastando, enquanto espetava o indicador para a a outra coluna e disparava secamente:
- Tem ali uma Lista em Português!...Mesmo não havendo necessidade, fiz-lhe a vontade e escolhi. Aproximou-se e indagou da opção. Eu e o meu colega informá-mo-lo do que pretendíamos, não sem que antes eu próprio lhe deixasse um "reparo:
- Esta Lista está em Português, mas os preços, continuam em Inglês, como aquela!Voltei, várias vezes, ao Algarve e fui notando que, gradualmente, o comportamento se foi alterando, culminando, nos últimos anos com o sintomático apelo "Portugueses, passem férias no Algarve!".
O vento mudou!
Volvidos 27 anos, sabendo do quanto representa para o País a Indústria do Turismo, satisfaz-me que saibamos exportar sol, simpatia, acolhimento e boas maneiras. Mas sem rótulos ou bacocas, interesseiras e desnecessárias discriminações.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Deserções no "Exército" de Seguro?
- Já o "Público" havia alertado para o facto do aprendiz de Filosofia, lá do seu recanto de luzes, ter apelado aos seus fieis "apóstolos", para não viabilizarem o Orçamento. Não entendeu assim a actual direcção do PS, que abstendo-se, não votou contra o plano orçamental para 2012.
Defraudadas as expectativas, o clã socretino, insiste agora em criar dificuldades, encabeçado por Vitalino Canas e Alberto Costa, o que me leva a pensar que esta gente "desertou" do Exército de Seguro!
Por mim, não invoco o virtuosismo deste mesmo Orçamento, nem sei se, nas actuais condições do País, outro melhor poderia ser forjado, o que sei é que estas lutas partidárias e no seio do mesmo grupo político, não procuram resolver os problemas do País, antes atrasar ou cortar cerce qualquer saída deste lamaçal.
Estes mesmos desígnios, pouco claros e de "bota abaixo", poderá ter o maior dinossauro sindicalista que cumpre a agenda do seu partido, mas, ao menos, esse é coerente com o que sempre fez e disse. E nem deserta, porque nem nas inspecções aparece ou só por lá passa para televisão ver!
Por terras do mussiro...dos batuques.....e da saudade!
No Norte de Moçambique, do Lúrio ao Rovuma, terras de Makuas e Makondes, um pedaço do Índico que muitos Vouguinhas conheceram e onde, em tempos de Paz, surgem com beleza realçada a Natureza, as Gentes, os hábitos....e aquele Mar imenso a espraiar-se em areias finas. É Cabo Delgado.....aos olhos e na voz do Dr. Fernando Morgado, que tão bem conheceu e promoveu aquele rincão......
sábado, 14 de janeiro de 2012
Vouzela valoriza o Turismo...
...uma das mais emblemáticas e rentáveis Indústrias do nosso País.
Portugal não exporta, tão só, produtos em contentores. Vende sol, praia, um pouco do que somos e do muito com que a Natureza decidiu bafejar o rectângulo luso.
Se me não falham os dados, só em 2011, as receitas turísticas atingiram os dois mil milhões de euros. As taxas de ocupação hoteleira subiram substancialmente, quando comparadas com as de 2010, cabendo aos alojamentos em aldeamentos e apartamentos turísticos 14% dessa ocupação.
O "Notícias de Vouzela", o arauto da Região de Lafões, onde a vertente turística tem uma dimensão económica relevante, deu-nos conta de que o Parque de Campismo daquela vila, instalado num dos mais verdes pulmões da região, registou, no ano transacto, 30.795 dormidas e que, nos tradicionais meses de veraneio, a procura é superior à oferta. Para ultrapassar esse constrangimento, a Autarquia local, proprietária do Parque, tem desde já em mãos um projecto que visa instalar uma considerável quantidade de "bungalows", com tipologia T2 e capacidade para seis pessoas cada, ao dispor dos turistas já no início deste Verão.
É um pequeno passo, mas um sinal feliz de quem está atento à realidade e avisado de que é este o Futuro de terras que teimam em não se render ao marasmo e desertificação. E que, para lá destes empreendimentos, não pode descurar a preservação do Ambiente e valorizar as condições naturais, para atrair Gente e animação económica!
Portugal não exporta, tão só, produtos em contentores. Vende sol, praia, um pouco do que somos e do muito com que a Natureza decidiu bafejar o rectângulo luso.
Se me não falham os dados, só em 2011, as receitas turísticas atingiram os dois mil milhões de euros. As taxas de ocupação hoteleira subiram substancialmente, quando comparadas com as de 2010, cabendo aos alojamentos em aldeamentos e apartamentos turísticos 14% dessa ocupação.
O "Notícias de Vouzela", o arauto da Região de Lafões, onde a vertente turística tem uma dimensão económica relevante, deu-nos conta de que o Parque de Campismo daquela vila, instalado num dos mais verdes pulmões da região, registou, no ano transacto, 30.795 dormidas e que, nos tradicionais meses de veraneio, a procura é superior à oferta. Para ultrapassar esse constrangimento, a Autarquia local, proprietária do Parque, tem desde já em mãos um projecto que visa instalar uma considerável quantidade de "bungalows", com tipologia T2 e capacidade para seis pessoas cada, ao dispor dos turistas já no início deste Verão.
É um pequeno passo, mas um sinal feliz de quem está atento à realidade e avisado de que é este o Futuro de terras que teimam em não se render ao marasmo e desertificação. E que, para lá destes empreendimentos, não pode descurar a preservação do Ambiente e valorizar as condições naturais, para atrair Gente e animação económica!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
A Balada do Vouga
Via mão amiga, uma balada de barbas brancas, inspirada naquela que muitos reconhecem ser a "Sintra da Beira"...
BALADA DO VOUGA
Letra de João Pedroso Lima
Música de Fernando Figueiredo
I
Pergunta o Vouga baixinho
À fraga que o vê nascer:
Qual é o melhor caminho
Em beleza a percorrer?
II
Responde a fraga contente
com tal prova de amizade:
Ao Sul, junta a corrente,
em S. Pedro deixa a saudade
III
Segue o Vouga o seu destino
Pelo Vale como uma fita
Numa canção d'embalar
Em S. Pedro canta um hino
Nas Termas pára e medita
Seguindo depois pró mar
A que o Vouguinha2, acrescentaria:
Não sem antes ter por fito
Em terra de S. Frei Gil
O Rio Zela abraçar!
Não sem antes ter por fito
Em terra de S. Frei Gil
O Rio Zela abraçar!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Bem prega Frei Tomás!

Uma das últimas máximas ( ou paradigma) da hipocrisia partidária ou ideológica e é o "alvoroço" político do momento, é serem os que acusam os donos da Jerónimo Martins de falta de patriotismo, por lesarem os interesses nacionais neste ciclo difícil da nossa História, os mesmos que programam, incentivam e promovem greves atrás de greves, sem qualquer sentido, em empresas financeiramente estranguladas, causando ao País prejuízos incalculáveis!
São estes os patriotas?
Bem prega Frei Tomás.......
sábado, 7 de janeiro de 2012
Novo Ano, Águas Novas!

Aos leitores habituais, aos amigos, aos curiosos, aos visitantes ocasionais, a todos os que vão passando pelas margens deste Vouguinha, penitenciando-me pelo atraso, deixo os meus votos de um 2012 dentro das expectativas de cada um!
Isto de navegar solitário, sem mais braços a remarem, tem destes inconvenientes: a barcaça, ao mínimo percalço, pára, deixa de sulcar as águas frescas deste rio de pensamentos, de ideias e, até, de alguma espuma de lamentos e revolta...
Mas retoma a viagem, enquanto as margens inspiradoras lhe permitirem sopro de vida.....
BOM ANO!
Mas retoma a viagem, enquanto as margens inspiradoras lhe permitirem sopro de vida.....
BOM ANO!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Um Povo que foi aceitando a mentira...
P.F: "clicar" na imagem.....e que a adoptou como facto consumado, dificilmente voltará a conviver com a verdade.
Foram décadas de patranhas que, de tantas vezes repetidas, ganharam estatuto de verdade. Tem sido o logro eleitoralista, em científicas jogadas que dão votos e poder.
Foram décadas de patranhas que, de tantas vezes repetidas, ganharam estatuto de verdade. Tem sido o logro eleitoralista, em científicas jogadas que dão votos e poder.
Por mim, que perdi a fé nos políticos que nos vêm (des)governando desde a Abrilada e que não me comprometo nem milito em qualquer facção do nosso espectro partidário, nada mais me resta que me cingir a factos, ao concreto, com o distanciamento de quem desconfia...
O actual Primeiro Ministro, em entrevista recente, terá, numa reflexão a propósito dum futuro não distante, projectado uma pouco simpática visão quanto à colocação de tantos jovens que abraçam as Ciências da Educação, aconselhando-os mesmo a procurarem noutros destinos de Língua comum, locais para o exercício da sua profissão.
Caiu o Carmo e a Trindade para os seus opositores e outros comentadores e "opinadores" militantes!
Seguro, ter-se-á dito mesmo "chocado"!
Desabou em cima do actual homem do leme toda a demagogia populista, orquestrada mais pela estratégia política do que por um estudo sério da realidade em jogo.
É que, respeitando e admirando toda a classe dos educadores deste País, onde cada vez se nasce menos e, felizmente, se morre mais tarde, ninguém, descomprometido das trincheiras partidárias, deixará de perceber que as fornadas de educadores que vão saindo das Escolas Superiores, são pão de mais para tão poucas bocas!
Os números não enganam! A verdade é dura, mas sempre valeu mais que a mentira caridosa!
E o que temo é que com tanta "chocadeira", até os ovos de Seguro venham a gerar pintos em excesso!
O actual Primeiro Ministro, em entrevista recente, terá, numa reflexão a propósito dum futuro não distante, projectado uma pouco simpática visão quanto à colocação de tantos jovens que abraçam as Ciências da Educação, aconselhando-os mesmo a procurarem noutros destinos de Língua comum, locais para o exercício da sua profissão.
Caiu o Carmo e a Trindade para os seus opositores e outros comentadores e "opinadores" militantes!
Seguro, ter-se-á dito mesmo "chocado"!
Desabou em cima do actual homem do leme toda a demagogia populista, orquestrada mais pela estratégia política do que por um estudo sério da realidade em jogo.
É que, respeitando e admirando toda a classe dos educadores deste País, onde cada vez se nasce menos e, felizmente, se morre mais tarde, ninguém, descomprometido das trincheiras partidárias, deixará de perceber que as fornadas de educadores que vão saindo das Escolas Superiores, são pão de mais para tão poucas bocas!
Os números não enganam! A verdade é dura, mas sempre valeu mais que a mentira caridosa!
E o que temo é que com tanta "chocadeira", até os ovos de Seguro venham a gerar pintos em excesso!
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
SCUT e vias alternativas?
Cerca de ano e meio depois, o que poderei acrescentar ao que já por aqui escrevi por estas margens do Vouguinha?
Por princípio e dever, compete ao Estado, na persecução dos desígnios constitucionais, dotar o território das vias de comunicação que promovam o bem-estar e a qualidade de vida dos cidadãos, para além de assegurar um correcto ordenamento. É, além de muitos outros, um dos Serviços que aquele tem de prestar, como contrapartida aos diversos e múltiplos impostos que são imputados aos contribuintes.Compreendendo, sobretudo, pela situação difícil que atravessamos, que o pagamento de uma taxa de utilização se justifica nas denominadas vias rápidas, considerando os elevados custos da sua manutenção, também se entende que tal custo só pode ser aplicado quando existam vias secundárias alternativas em bom estado de utilização.Os mais avisados e entendidos na matéria, quando os socialistas, em mais uma manobra eleitoralista que, ao tempo, os guindou ao poder, alertaram para o facto de ser incomportável para os cofres públicos suportar, ao longo dos anos, o custo das SCUT da polémica, construídas ao abrigo das , nunca bem compreendidas, parcerias público-privadas…O problema não reside só aí. É que, tal como já havia sido feito nas vias ferroviárias, com o desolador abandono ou o radical encerramento dos eixos secundários, em favor da via larga, os sucessivos governos demitiram-se das estradas secundárias, aquelas vias seculares que rasgaram as serras e permitiam a ligação entre lugares e regiões, transferindo-as para os Municípios, sem que os dotassem do correspondente e suficiente suporte financeiro, e permitindo a degradação de muitas, anulando-as, enquanto alternativas credíveis às vias rápidas.Sendo assim, todos esperaríamos que a existência ou não dessas vias alternativas, confiáveis, fosse a bitola lógica para o pagamento ou isenção das taxas para os utilizadores das SCUT (muitas delas, construídas, em alguns troços, por cima daquelas).Assim não foi. O Governo, ao que parece, não pretende investir na reparação e manutenção dessas vias alternativas, condenando-as à morte, preferindo enveredar pelas isenções, “lebre”que já lançou na Comunicação Social, para os utilizadores residentes nos Concelhos menos favorecidos.Não me permitindo a ignorância das cartilhas da economia, aquilatar da justeza da opção da escolha, ouso antever mais uma grande “trapalhada” que, no mínimo, outro resultado não terá que não seja lançar concelhos contra concelhos, vizinhos contra vizinhos.A incompetência é um tremor para o País e tem os seus custos agravados quando o epicentro está na mente de quem gere os seus destinos…É que a solução proposta pelo Governo para as “isenções” - refiro-o mesmo sabendo que o Concelho de Vouzela, o que me é mais querido, seria um dos beneficiados - remete-me para um exemplo bem flagrante, por terras de Dão-Lafões. Enquanto todo o Concelho de Viseu está na “tômbola” dos isentos, S. Pedro do Sul, um concelho limítrofe, é mais um do lote dos “pagantes”… Fico a imaginar com que justiça os condutores menos favorecidos deste último Concelho, que se desloquem nos seus “papa-reformas” (na versão divertida) ou “mata-velhos” (na mais penosa) vão pagar na A25, enquanto os empresários bem sucedidos de Viseu, nos seus Audi, BMW e outras “bombas, nela circularão sem custos! E vice-versa….Apetece-me, bem á portuguesa, dizer-lhes que se deixem de “tretas”. Que paguem todos os utentes , com a única excepção daqueles a quem o Estado privou, por acção ou omissão, de vias alternativas exequíveis. E que o Governo se empenhe, desde já, a regenerar todas estas vias secundárias, as mesmas que, como já atrás referi, foram sendo desprezadas.É, na minha opinião, o caminho mais justo e que não dará aso a que se continue a pensar que neste País há cada vez mais diferenças no tratamento dos filhos e dos enteados!
Aos 4 de Julho de 2010
Por princípio e dever, compete ao Estado, na persecução dos desígnios constitucionais, dotar o território das vias de comunicação que promovam o bem-estar e a qualidade de vida dos cidadãos, para além de assegurar um correcto ordenamento. É, além de muitos outros, um dos Serviços que aquele tem de prestar, como contrapartida aos diversos e múltiplos impostos que são imputados aos contribuintes.Compreendendo, sobretudo, pela situação difícil que atravessamos, que o pagamento de uma taxa de utilização se justifica nas denominadas vias rápidas, considerando os elevados custos da sua manutenção, também se entende que tal custo só pode ser aplicado quando existam vias secundárias alternativas em bom estado de utilização.Os mais avisados e entendidos na matéria, quando os socialistas, em mais uma manobra eleitoralista que, ao tempo, os guindou ao poder, alertaram para o facto de ser incomportável para os cofres públicos suportar, ao longo dos anos, o custo das SCUT da polémica, construídas ao abrigo das , nunca bem compreendidas, parcerias público-privadas…O problema não reside só aí. É que, tal como já havia sido feito nas vias ferroviárias, com o desolador abandono ou o radical encerramento dos eixos secundários, em favor da via larga, os sucessivos governos demitiram-se das estradas secundárias, aquelas vias seculares que rasgaram as serras e permitiam a ligação entre lugares e regiões, transferindo-as para os Municípios, sem que os dotassem do correspondente e suficiente suporte financeiro, e permitindo a degradação de muitas, anulando-as, enquanto alternativas credíveis às vias rápidas.Sendo assim, todos esperaríamos que a existência ou não dessas vias alternativas, confiáveis, fosse a bitola lógica para o pagamento ou isenção das taxas para os utilizadores das SCUT (muitas delas, construídas, em alguns troços, por cima daquelas).Assim não foi. O Governo, ao que parece, não pretende investir na reparação e manutenção dessas vias alternativas, condenando-as à morte, preferindo enveredar pelas isenções, “lebre”que já lançou na Comunicação Social, para os utilizadores residentes nos Concelhos menos favorecidos.Não me permitindo a ignorância das cartilhas da economia, aquilatar da justeza da opção da escolha, ouso antever mais uma grande “trapalhada” que, no mínimo, outro resultado não terá que não seja lançar concelhos contra concelhos, vizinhos contra vizinhos.A incompetência é um tremor para o País e tem os seus custos agravados quando o epicentro está na mente de quem gere os seus destinos…É que a solução proposta pelo Governo para as “isenções” - refiro-o mesmo sabendo que o Concelho de Vouzela, o que me é mais querido, seria um dos beneficiados - remete-me para um exemplo bem flagrante, por terras de Dão-Lafões. Enquanto todo o Concelho de Viseu está na “tômbola” dos isentos, S. Pedro do Sul, um concelho limítrofe, é mais um do lote dos “pagantes”… Fico a imaginar com que justiça os condutores menos favorecidos deste último Concelho, que se desloquem nos seus “papa-reformas” (na versão divertida) ou “mata-velhos” (na mais penosa) vão pagar na A25, enquanto os empresários bem sucedidos de Viseu, nos seus Audi, BMW e outras “bombas, nela circularão sem custos! E vice-versa….Apetece-me, bem á portuguesa, dizer-lhes que se deixem de “tretas”. Que paguem todos os utentes , com a única excepção daqueles a quem o Estado privou, por acção ou omissão, de vias alternativas exequíveis. E que o Governo se empenhe, desde já, a regenerar todas estas vias secundárias, as mesmas que, como já atrás referi, foram sendo desprezadas.É, na minha opinião, o caminho mais justo e que não dará aso a que se continue a pensar que neste País há cada vez mais diferenças no tratamento dos filhos e dos enteados!
Aos 4 de Julho de 2010
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Levanta-te, Portugal...
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Não estaremos a dar passos demasiado grandes....
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