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segunda-feira, 5 de outubro de 2026
CINCO DE OUTUBRO
O hiato temporal de 2010 a 2026 é bem recente e está bem vivo. Cada um que interprete como entender o desempenho desta III República, nesse período.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Eu celebro a Pátria...

.. não os regimes servidos na hora.
E, celebrar o quê?
- A República que teve como prelúdio o Regicídio de 1908, pelas mãos da Maçonaria e que sobreviveu, a partir de Lisboa e Porto, à custa do terror que a Carbonária impôs a todo um Povo?
- A Primeira República que, em 15 anos e 8 meses, num ambiente de total desordem, perseguições políticas e religiosas, crimes e radicalismos extremos, teve 8 Presidentes e 45 Governos?!
- A Segunda República, a do Estado Novo, a quem os tresloucados desmandos da primeira deram alforria e força e que, alicerçada no autoritarismo, entorpeceu um Povo durante 48 anos?
- A Terceira República, iniciada com os cravos de 1974 e que deu os primeiros passos de forma grotesca a reeditar todos os vícios e pulverização partidária da Primeira e que só não redundou na bagunça política e social daquela, mercê da mãozinha caridosa duma Europa que a foi suportando com injecção de milhões, reprimendas, avisos e algum paternalismo?
- Esta República em que os Presidentes emanam dos partidos e, por mais probos que sejam, se não libertam das amarras ideológicas e tendenciosas que a eles os prendem, ao invés de se desmarcarem claramente e estarem muito acima, como símbolo e unidade de toda a Nação?
- Esta República actual, em que se fala muito de ética republicana, ao mesmo tempo que temos a percepção de que não há ética alguma, num quadro duma democracia onde se vincam os traços da primeira, como o gamanço, a corrupção, o crime, a ausência de valores, a iniquidade das leis e a debilidade da Justiça e onde se levantam as bandeiras negras do endividamento externo, desemprego galopante, da miséria anunciada e da instabilidade social?
Decididamente, celebrar o quê?
Por mim, da República mais não tenho a celebrar que os símbolos da Pátria, o Hino e a Bandeira, que, de sua autoria, tendo sido apropriados por todo um Povo, estão acima de qualquer regime, e representam uma Pátria que foi forjada nos feitos e sacrifícios nos séculos que antecederam a República.
E essa, sim, será sempre celebrada e me confere o direito de ter orgulho em ser português!
sábado, 3 de outubro de 2026
BURROS DE ESTIMAÇÃO
O Vouguinha espera que o compadre Eufrásio deixe palha suficiente no cortelho, porque "É PRECISO ALIMENTAR O GADO"!
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
CASTELOS INEXPUGNÁVEIS
Será que voltámos à Idade Média e aos "castelos inexpugnáveis", a que a Cavalaria do Fisco não consegue chegar?
Será que, aos que vivem fora das ameias, se não pagarem ao Senhor Feudal o cêntimo que lhe devem, não lhes levam desde as peúgas às cabedulas?
Mas, já nos tempos Modernos, falar em baixa do IVA nos combustíveis e no Cabaz Alimentar, é, para quem nos leva couro e cabelo, demagógico e populista, porque o déficit socrático é um fantasma cuja forquilha ainda queima na memória do Povo!...
APLAUSO E DÚVIDA
Aplauso, que há muito esperava esta iniciativa, quanto à dúvida sobre a competência "pedagógica" de Mestres/oradores, deste ou de governos anteriores, guardo-a para mim!
terça-feira, 29 de setembro de 2026
INQUIETAÇÕES
Sabem o que eu espero? Não sabem, mas eu vou dizer, por mais especulativo que sejam estas minhas dúvidas. Que podem ser falíveis e até sem nexo, mas que me assistem!
domingo, 27 de setembro de 2026
sexta-feira, 25 de setembro de 2026
OBRIGADO, GUERREIRA DA PAZ
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
terça-feira, 22 de setembro de 2026
sábado, 19 de setembro de 2026
quarta-feira, 16 de setembro de 2026
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
terça-feira, 1 de setembro de 2026
DESPOJOS DO BURRO
Há uns anos, por terras bragantinas, comentava para um residente que as estradas da região tinham muitas curvas. Afável e bem disposto, o homem foi-me contando que, em tempos remotos, por escassez de engenheiros e instrumentos adequados, para se abrir um caminho de uma povoação a outra, se levava um burro para a diferente do habitat do animal e se largava. Que o seguiam, então, até á terra de origem e iam marcando o terreno por onde o jerico passava. E estava feita a Planta da obra. Depois, era só rasgar e a estrada estava feita.Estava encontrado o caminho mais fácil, o que dava menos trabalho, mas era bem mais longo e sinuoso, que o burro ainda não usava explosivos, nem máquinas de arrasto e escavadoras, para derrubar barreiras, nem se dava ao trabalho de subir encostas....😂Estou para aqui a magicar se, depois do último ano eleitoral, algum burro escolhido pelo governo se soltar, lhes seguirmos o caminho das facilidades, ilegalidades e dos coices, e acabarmos, alguns anos depois, aos tombos pelas curvas e com os sapatos borrados nos despojos que o orelhudo foi largando pelo caminho!





















