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sexta-feira, 30 de março de 2012

Há "guerra" na rataria....



  Numa barricada, as hostes da seita parisiense, na outra, a tribo pouco segura.
  Uns e outros a guerrearem-se mais por questões dos seus umbigos e na luta cega pelos votos futuros, do que se decidirem, de vez, a ajudarem na retirada deste País do atoleiro em que o atascaram!
  O que não surpreende quem conhece o percurso desta gente!....

segunda-feira, 26 de março de 2012

Policia, a fera....ou o instrumento?

http://expresso.sapo.pt/as-imagens-que-antecederam-a-carga-policial=f714083

As imagens acedidas por este link do "Expresso", só confirmam  o juízo que faço das televisões. Céleres e exaustivas na crítica à actuação policial, omissas em servir, a quem as sustenta,  uma informação isenta e cabal dos factos.
Eu sei que as denominadas Forças da Ordem nem sempre actuam com a moderação que lhes é exigida, admito exageros pontuais e atitudes desgarradas de alguns dos seus elementos. Como, também, compreendo que em qualquer manifestação, em especial as de fraca organização, alguns aderentes possam cometer actos não desejáveis por quem as mobilizou.
Mas os factos falam por si. Há que ver e conhecer tudo, para se ter opinião imparcial. As televisões tinham-na. Como a teriam muitos dos foto-jornalistas presentes, mesmo os que, lamentavelmente,  foram vítimas da carga policial. Mas, a uns e outros, na esmagadora maioria, parece interessar mais servir quem tem o propósito de desestabilizar, que é esse, na sua óptica,  o condimento da notícia e  que lhes afaga o ego profissional!
Quanto aos envolvidos naquela manifestação dos distúrbios - que todas as outras decorreram sem problemas de maior -, não embarquemos no erro de tomar a parte pelo todo. Aquela "rapaziada", que eu conheço por "meninos da net", no seu todo, não procurava a violência. Mas o perigo da contaminação por grupelhos de índole intolerante, está sempre presente. Os agitadores profissionais, que recorrem à provocação, só não se infiltram onde não podem. Vivem disso, é esse o seu ideário.
E, desta gente, temos alguma. Que quer e procura o conflito, com o único propósito de provocar neste País, um cenário grego.
Perguntaremos, para quê?!
Por mim, palpito......mas não ouso dizer!
Mais do que a fera, a Policia é mais um dos instrumentos de que esses provocadores e  amantes da violência, se servem para se vitimizarem e darem nas vistas!

quarta-feira, 21 de março de 2012

Aos que ainda ousam sonhar...

 Celebra-se hoje o Dia Mundial da Poesia.
 Que vivam, para sempre, os poetas. E todos os que ainda ousam sonhar, neste Mundo onde a bolsa apaga a criação, o vil metal o Pensamento.....e a máquina, fria e metálica, atropela o Homem de corpo inteiro!


sábado, 17 de março de 2012

Quando lhes invade a saudade...

... do mediatismo, sede de ribalta, quando se esfuma a exploração de frases, pequenos casos, nada como inventar Comissões de Inquérito, para que Povo os veja e não murchem os alfobres do voto!
 O BPN já foi pasto de uma outra Comissão. Inquiriu-se tudo, berrou-se, insultou-se, bocejou-se, carpiu-se...e, para lá do que competia a outro órgão institucional, qual o proveito real, qual o sumo extraído de tanta espremedura? Nada! A não ser a constatação do rotundo falhanço do responsável do BDP que, quando se esperava o seu apagamento político, se viu guindado a um dos mais altos cargos no BCE.
  Lá vem mais uma, para se apurar o quê?! O que ainda não foi feito ao BPN, ou aquilo que mais custa nos bolsos dos cidadãos e que passou pela nacionalização dos desmandos e prejuízos que deviam ter sido assacados a quem desta instituição bancária, de algum modo, tirou proveito?
 Mas, não. Há que entreter, fazer circo que divirta o Povo, que o focalize em comédias diárias que lhe amenizem e façam esquecer os apertos de que padecem!
 Depois, é o espectáculo habitual, numa qualquer sala de S. Bento, em directo, sem bolinha, com cenas nada recomendáveis para jovens e para os menos jovens com vergonha na cara!
 O Vouguinha2 já formou opinião, de há muito, quanto à validade, ao sumo, destas comissões de inquérito....e ousa relembrar:

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A falência das Comissões de Inquérito


Não sei se Sócrates mentiu ou não ao Parlamento, não sei se teve ou não responsabilidades na tentativa de compra de parte da Media Capital, a proprietáriada TVI.
Não sei e vou continuar a não saber, acabada que seja a Comissão de Inquérito Parlamentar criada com o singular objectivo de esclarecer a verdade.
Não me vou repetir a propósito do que penso da validade dessas comissões. Repesco na íntegra a percepção que já tinha, desde 2008, quanto à sua utilidade. 
Apenas me ocorre acrescentar que, desta feita, só não foi tudo esclarecido porque a Justiça, ensarilhada nos fios legais em que se move, optou, vá-se lá saber das razões, por não permitir que o azeite viesse à tona da água.

quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

Ainda as Comissões de Inquérito 

Não volto ao assunto para me vangloriar de ter razão antes do tempo. Muito menos para branquear a imagem e o mutismo do "arguido" Oliveira e Costa. Que, como por aqui defendi, nem tão pouco devia ser chamado ao Parlamento. Nem ele, nem o Procurador da República, nem outros envolvidos ou testemunhas do caso BPN, nas mãos da Justiça.
Venho, sim, reforçar a ideia da falácia e até da inconveniência das denominadas "comissões de inquérito" promovidas pela Assembleia da República. Sobretudo, quando colidem, ou concorrem, com as investigações que decorrem no âmbito dos Tribunais.
Se a nossa Democracia tem que ser enobrecida, mais do que ninguém, pelos políticos que nela são protagonistas, muito ela terá a ganhar se forem respeitados os campos de actuação das instituições do Estado. E o que vemos é a politização, e, em alguns casos, a partidarização da vida nacional, do funcionamento dos seus órgãos o que, desacreditando a democracia, oferece solo fértil para que germinem atropelos e desmandos de toda o ordem.
Volto a repetir o velho provérbio: Cada macaco no seu galho!
E a puxar acima o que, sobre o assunto, por aqui escrevi em 22 de Novembro de 2007, sublinhando as partes mais pertinentes para o caso:

 

Sábado, 22 de Novembro de 2008

Comissões de Inquérito 

Dias Loureiro, na sua qualidade de Conselheiro de Estado, solicitou ser recebido na AR para se submeter a uma audição a propósito do caso BPN.

Enquanto alguns partidos com assento parlamentar tentaram viabilizar esse seu desiderato, a maioria socialista inviabilizou-o, alegando que a sua presença naquele órgão institucional seria considerada uma ingerência nos assuntos da Justiça.

O que, registo-o, até foi uma posição assertiva, considerando a justificação utilizada.

Espanta-me - ou nem tanto -, é a mesma bancada socialista no Hemiciclo a exigir a comparência do Procurador-Geral da República, precisamente para dar explicações sobre o mesmo caso escaldante, sabendo todos que, assim que o homem abrir a boca para falar doBPN, estará, ainda que sem intenção, a revelar pormenores da investigação. De contrário, só entrando mudo e sair calado!

E surgem as interrogações acerca dos motivos que levam o partido no poder a usar de dois pesos e duas medidas, mais depressa do que um macaco demora a coçar o rabo!

Incoerência? Uma agenda muito própria da bancada PS?

Só eles poderão responder.

A nós, o direito de desconfiar, mais uma vez, da bondade das decisões destes senhores absolutos do Parlamento.

Ainda relacionado com o caso BPN, admitindo, até, que o hajam feito com louváveis propósitos, veio o CDS propor a instauração dum inquérito parlamentar a este escândalo financeiro.

E o meu espanto, desta feita, não é tanto por qualquer incoerência. Apoia-se na convicção, que se foi sedimentando ao longo de muitos anos, de que os resultados palpáveis das comissões de inquérito, e foram muitas, empreendidas pela AR, na sua esmagadora maioria, mais não foram que pinhões chochos. Inócuas, logo inúteis.

Não esquecemos, ainda, "o Caso Sá Carneiro". Comissões sobre Comissões, centenas de audições, e tudo se foi arrastando, penosamente, ao longo dos anos sem que os eleitos tenham apresentado junto do povo que representam algum resultado concreto.

Já lá vai mais de um quarto de século desde o funesto acidente/crime e, a par da mortalha que cobriu aquele estadista e seus companheiros de infortúnio, um nebuloso manto de dúvidas e legítimas desconfianças continua a camuflar toda a verdade dos factos.

investigação e , sempre que for caso disso, de punição dos criminosos comprovados.

Compete à primeira, isso sim, prestigiar a Magistratura e, sobretudo, aprovar leis exequíveis, para que esta possa servir-se das ferramentas adequadas e não de diplomas absurdos e contraditórios que façam da legislação portuguesa uma autêntica floresta de enganos.

No caso BPN e em todos os que vierem a ser despoletados, muito especialmente nos de colarinho branco, que sejam os órgãos competentes, sem dúbias intromissões, a investigar a verdade dos factos, se por mais não for, para que não surjam as tão badaladas teorias da conspiração.

Ou melhor, e como bem diz o Povo: Cada macaco no seu galho!

B.A.

segunda-feira, 12 de março de 2012

O Mártir....e os seus apóstolos!

  Depois de ler o tão polémico Prefácio do livro do PR, sem que me pronuncie quanto à oportunidade, que pode ser discutível, interrogo-me das razões que impelem os apóstolos do PS, a tão veemente Cruzada em favor do seu Mártir!

(…)
O modo como foi apresentado publicamente o novo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC IV) tornou-se o sinal mais evidente daquela falta de confiança. O Governo decidira avançar isoladamente, sem a precaução de, em devido tempo, desenvolver esforços para criar condições de diálogo com as forças da oposição que permitissem obter um consenso capaz de garantir o indispensável apoio político à aprovação de novas e mais exigentes medidas de consolidação orçamental.

O anúncio do “PEC IV” apanhou-me de surpresa. O Primeiro-Ministro não me deu conhecimento prévio do programa, nem me tinha dado conta das medidas de austeridade orçamental que o Governo estava a preparar e da sua imprescindibilidade para atingir as metas do défice público previstas para 2011, 2012 e 2013. Pelo contrário, a informação que me era fornecida referia uma situação muito positiva relativamente à execução orçamental nos primeiros meses do ano. O Primeiro-Ministro não informou previamente o Presidente da República da apresentação do Programa de Estabilidade e Crescimento às instituições comunitárias. Tratou-se de uma falta de lealdade institucional que ficará registada na história da nossa democracia. O Presidente da República, nos termos constitucionais, deve ser informado acerca de assuntos respeitantes à condução da política interna e externa do País.

Esta atitude contrastou de forma flagrante com aquela que o Governo tinha adotado meses antes, no processo de aprovação do Orçamento para 2011. Logo a seguir às férias do verão, o Primeiro-Ministro começou a informar-me, com algum detalhe, sobre as intenções do Governo e sobre as dificuldades que poderiam surgir nas negociações com os partidos da oposição, em particular com o PSD. Foi-me assim possível, durante cerca de dois meses, acompanhar de perto as questões políticas e financeiras relacionadas com a aprovação do Orçamento, desenvolver contactos com dirigentes partidários, apoiar as negociações e favorecer os entendimentos. Em suma, conseguiu evitar-se a ocorrência de uma crise política que, a precipitar-se naquela altura, seria
particularmente grave, uma vez que, nos termos da Constituição, me encontrava impedido de dissolver a Assembleia da República e convocar novas eleições. Se acaso tivesse ocorrido uma crise nesse momento, a sua resolução e a clarificação da situação política só poderiam verificar-se passados vários meses, com indiscutível prejuízo para o interesse nacional.

Foram vários os agentes políticos que, simulando não ver que o comportamento do Governo em relação ao Presidente da República, no caso do Orçamento para 2011 e no caso do “PEC IV”, eram diametralmente diferentes, assim como eram bem distintas as posições dos partidos da oposição, me acusaram de não ter atuado por forma a evitar a crise política, como fizera no primeiro caso.
(…)

Como sempre ouvi proclamar, "Quem diz a verdade, não merece castigo"!

sábado, 10 de março de 2012

Voos rasteiros

 Os cortes salariais, tal como foram estipulados, afectavam todos os trabalhadores do Estado.
 As anunciadas excepções não auguram nada de positivo e amputam as medidas governamentais de sentido de justiça na distribuição dos sacrifícios, por mais que reconheçamos serem necessários.
 Tratar a TAP e os seus trabalhadores, já por si remunerados muito acima da média nacional, como se  esta empresa fosse um enclave ( e, pela mesma via, a CGD um principado), em território que é de todos nós, denota fraqueza e falta de convicção nas decisões de quem governa.
 Um Executivo que, temendo o poder reivindicativo de um sector, cede, em detrimento dos demais "serventuários" públicos, menos belicosos na Praça Pública, dificilmente se afirmará perante o todo nacional.
 Isso preocupa-me, e preocupará quem, sofrendo com as medidas restritivas, compreende da necessidade de tudo fazermos para que Portugal volte a ser um país viável.
 Não tardará, voltaremos a ver este Governo ter "à perna" outros grupos, também eles privilegiados, no todo nacional, em especial o dos transportes, com os "pilotos" dos comboios "à cabeça".
  Só os, talvez injustamente, denominados "mangas de alpaca" aguentarão, sofridos mas submissos, a revolta por estes tratamentos desiguais.
  Não é inveja nacional, é sabermos que Portugal precisa de nós, mas de todos. Nos bons e nos maus momentos! 

quarta-feira, 7 de março de 2012

Já provaste, Álvaro?




 A noite de ontem, foi doce. Sobretudo, a partir das 22H00 A caixa ficou vazia, a meia dúzia foi-se.....Sabem cada vez melhor! Destes, nem os russos provaram!
Vou falar com o "Álvaro" para, no próximo contentor dos pasteis de nata, juntar umas embalagens destas delícias.....até os chinocas se lambuzavam! :))

Pasteis de Vouzela/Pasteis de Tentúgal

sábado, 3 de março de 2012

Malditos corvos de apito!

 Já não é de agora. O sinal de partida foi dado em Guimarães, percorreu Coimbra e confirmou-se em Lisboa. Os corvos adestrados, cumprem os seus voos, para gáudio do habitual tratador....

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O Laboratório de Alquimia Moderna!!

Bem disse, há dias, que o papagaio novo herdou o bico do antecessor! Ouvi-o palrar, ontem, e só não chorei de emoção, porque já fui vacinado contra a "retórica manipuladora".
Mas, reconheçamos, é obra de artista: a 3 anos das eleições já estar a montar o cenário e a propaganda eleitoral em Laboratório, é de mestre de Alquimia....moderna!
A sede de poder é tanta que, para satisfazer os apetites insaciáveis daquela clientela partidária, qualquer interesse está acima dos reais interesses do País! Piores e mais perigosos que lobos famintos....quando ainda há pouco acabaram de comer o melhor naco deste Estado falido....

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Cuidado com as fivelas do cinto! :)))

  Esta foto, dum jardim da zona de Lisboa, é bem a imagem do que vai sucedendo por todo o País!
 Tudo que brilhe ou seja de metal, desaparece!
 As lojas de compra de ouro e os sucateiros brotam como cogumelos, por todo o território nacional.

 Cuidem-se, que nem as fivelas dos cintos, onde já se fizeram mais alguns furos, estão a salvo!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Boa, Senhor Presidente!

  Ainda não há muitos dias, dei nota  de que Cavaco Silva, tal como Manuela Ferreira Leite, não são muito felizes quando "abrem a boca". Cada cavadela, cada minhoca, facto que é desmesuradamente explorado pelos seus adversários políticos, sobretudo por aqueles que estão sempre prontos para a tocaia, ao menor deslize, por mais inofensivo que seja para a causa nacional.
  É justo que, desta feita, saibamos reconhecer-lhe a habilidade humorística com que enfrentou a estrondosa queda do quadro, quando, ontem, se dirigia aos jovens empresários do Norte. Incutir a ideia de que a culpa foi do prego importado, foi um aproveitamento pedagógico de gabarito.
 Que, tal como o tão badalado caso das reformas, mereceria  o tratamento que àquele foi tão devotado, de forma repetitiva, pela CS .....com laivos de chicana. Por uma questão de isenção e coerência.....
 Que um homem nem sempre é lobo, nem sempre é cordeiro!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Agarra, que são ladrões!

 Há ladrões para tudo e as espécies são várias. Os desta foto, captada hoje num dos jardins da Região de Lisboa, deu-me conta que as tampas de ferro maciço, bem pesadas, que cobriam os sistemas de "repuxo" de água, "voaram" durante a noite. Estes, os do esticão, das ourivesarias, dos bancos e similares, são os gatunos da ralé. Temos uma segunda categoria, a daqueles que andaram décadas a comprar votos e poder com o nosso dinheiro e a substituírem as casinhas da aldeia por vivendas e apartamentos de luxo; o calhambeque por lustrosas bombas voadoras; as contas tesas numa agência de bairro, por chorudas carteiras em offshores, e deixaram o País de tanga. Por último, temos uma terceira categoria, que é a daqueles que acomodados em empresas públicas que nós custeamos com os nossos impostos, se viciaram no regabofe dos subsídios, nas regalias que mais ninguém tem e que fazem birra, sempre que lhes tentam tirar a teta da boca, dando corpo a facturas e dívidas insuportáveis para uma maioria de trabalhadores que produzem e suportam o País, labutando em silêncio triste!....

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

ZECA AFONSO, uma voz sempre actual!




Zeca Afonso foi, ontem, lembrado por todo o Pais. Fica a minha singela homenagem ao Homem que fez da sua voz uma arma e a minha admiração por nunca se ter deixado acorrentar pelas forças partidárias, sedentas por "exibirem" mais um troféu.
Cantou os "vampiros". Voltaria, pressinto, a faze-lo Hoje, contra os vampiros que, desde então, vêm a ser gerados nas chocadeiras partidárias do pote, mas também nas que, sem irem ao pote, são por nós principescamente pagos e mais não fazem do que lutarem pelos seus gulosos interesses, mesmo sabendo que as greves prejudicam quem lhes paga e a quem por tão alto preço e mal têm servido....
Que este é um País de Vampiros, de várias tonalidades e com habitat em diversas grutas.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

É Carnaval....ninguém leva a mal!

 "Ai se eu te pego"......directamente do Brasil para uma divertida versão em changane, um dialecto moçambicano.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Domingos a namorar no dia de S. Valentim?!

No Dia de S. Valentim, alguns jornais publicaram, em grandes parangonas: "DOMINGOS FOI 
DEMITIDO POR NAMORAR COM O PORTO"!
Já sabemos que as noticias da nossa CS requerem um filtro de malha fina, mas, a ser verdade que o treinador dos leoninos foi demitido por andar de namoro com o FCP, interrogo-me por que carga de água não foram demitidos os dirigentes do Sporting dos últimos 10 anos, incluindo os actuais?!!!.....:))))

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Não se leia "CHULO"!

Bem entendo o Presidente do Parlamento Europeu, o alemão Martins Schulz (não se leia Chulo...). Imagino o comichão sarnento da sua Tiazinha, quando vê Portugal tentar resolver parte dos seus problemas económicos, recorrendo a investimentos chineses e angolanos e não os impostos por ela, com alcavalas e com os custos de perda de soberania. Quer-nos miseráveis, a irmos comer-lhe à mão e dominar-nos sob o jugo do seu chicote. Ainda assim, estas críticas foram um bom sinal: ESTAMOS NO CAMINHO CERTO!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Marcação cerrada?!

Mais que que uma vez, manifestei o meu acordo com determinadas posições de Marinho Pinto. Noutras tantas, não concordei. Quanto mais o ouço, maior é a minha convicção de que o homem diz uma ou outra "verdade" para "vender" o que o não é tanto. É que esta marcação cerrada à Ministra da Justiça, quanto a mim, só poderá ser uma destas duas situações: ou há paixão platónica, ou Marinho Pinto, da forma como se manifesta contra toda e qualquer medida da iniciativa da senhora, pretende fazer-lhe uma marcação mais cerrada do que aquela que o Luisão faz ao Hulk!

Merece esta dedicatória, com assinatura do António Aleixo:

P'ra mentira ser segura
e atingir profundidade
tem de trazer à mistura
qualquer coisa de verdade
.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Acordo Ortográfico

   O Graça Moura tem toda a razão! Um Acordo pressupõe a concordância de todas as partes e uma Língua não se molda por Decreto!
  E, como ouvi alguém dizer na nossa A.R., nem todos os "espectadores" são "espetadores"!....

Humor....em tempo de Crise!

       Está confirmado: a "VACA DE FRIO" já chegou a Portugal e justificou o atraso pelo facto de, vinda da Alemanha, ter parado em França para recolher o seu inseparável "vitelinho"!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Não toquem no POLVO!


Um sem-abrigo do Porto, foi, hoje,  condenado a pagar €250, dois anos depois de ter surripado um polvo dum Hiper( que a empresa recuperou na hora).
Pobre do homem....não sabia que neste País ninguém pode tocar no POLVO!

Cada macaco no seu galho!

 A exemplo de todos os últimos anos, mais uma sessão solene marcou a abertura do Ano Judicial.
 As figuras de sempre, uma ou outra cara nova, decorrente do exercício de funções, as boas intenções que sempre lhes ouvimos.

 Ressaltou, de todas elas, pela oportunidade - que também já é serôdia -, o apelo do PR para que as entidades judiciárias se entendam e deixem de esgrimir os oxidados pratos da Balança uns contra os outros.
 Mas, sem surpresa, voltou a ser a oratória desbragada do Bastonário da Ordem dos Advogados a mais acutilante, e que, saltando as sebes da Justiça, desembestou por terrenos da Política.
 Numa cerimónia em que importava transmitir aos cidadãos firmes e genuínas intenções de a encarreirar por caminhos menos tortuosos do que aqueles que vem trilhando, Marinho Pinto, o homem que, não poucas vezes, brada contra o populismo reinante, parece ter sido vítima desse mesmo vício, exalou demagogia e falou para as "massas", encarnando, na perfeição e por largos momentos do seu discurso, qualquer dirigente partidário da Extrema-Esquerda!
 Disse banalidades, slogans gastos, aquilo que o Povo, sem filtro, e em momentos de dificuldade, gosta de ouvir!
  De Justiça, do estado da mesma, de propostas e sugestões, pouco ou nada disse, a não serem algumas acendalhas e invectivas directas e indirectas à Ministra da Tutela.
  Virou o maçarico dos vocábulos contra o Governo e os partidos que o apoiam, fazendo-me pensar assistir a mais um Comício eleitoralista.
  O que me leva a pensar que o homem sonha subir, a seu tempo, ao mais alto galho da Nação, tal o afã com que prepara a escadaria de acesso.
  A Justiça que espere. Ele quer saltar para outro galho.....

  

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Vai Seguro, mas sem amarras!

 O Secretário Geral do PS não quer plasmar na Constituição Portuguesa qualquer imposição de limite do défice.
 Aceita, tão só, que esse dispositivo legal seja objecto de uma Lei de valor reforçado.

 Bem o entendo. O PS, sempre ávido e à espreita do Poder, sabendo que este, mais cedo do que tarde, lhe vai cair no punho cerrado, acautela-se!
 No seu, já mais do que, desgraçadamente, comprovado, apetite voraz -  de achigã -,  pelo esbanjamento de dinheiros públicos, não desconhece que tendo a Constituição um Tribunal que, bem ou mal, por ela vai zelando, já qualquer Lei, por mais reforçada que seja, num País onde a Justiça anda pelas ruelas da amargura, lhes não colocará barreira que qualquer dos seus atletas não consiga saltar. Pensando melhor, nada que uma revogação oportuna ou uma vírgula no sítio certo, não possa ultrapassar!...
 Seguro, por ele, ou por uma das alas "deficitárias" do seu Partido, quer prevenir o Futuro, cioso que o PS  perca os pergaminhos de nos deixar de tanga, sempre que sai, para pausa, da governação deste Portugal moribundo!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Humor eléctrico!

  Não é de fácil decifração esta primeira factura do ano!
  Parar mim, nada de estranho. Ainda hoje não consegui decifrar (e entender as parcelas)  todas as facturas da EDP que me foram apresentadas num Português correcto.....ainda antes do Acordo Ortográfico!

Tropeções presidenciais

  • Tão parecidos que eles são, quando se "desbocam"!
    Cavaco Silva e Manuela F. Leite, têm destas fragilidades: cada vez que dão uma cavadela....sai minhoca. Falta-lhes sentido de oportunidade política. Não sei se é bom ou mau....mas, depois, colocam-se a jeito para as vaias....
    Tal como, já em 2008, havia percebido na "Manelinha"....

    http://vouguinha.blogspot.com/2008/11/cada-cavadela.html

    Palavras inoportunas, evitáveis,  se considerarmos o momento difícil que se avizinha e que que já dói em muitos concidadãos.
    Veio o humor compreensível, saudável, até, em torno do "lamento" do P.R. Que não mediu o que disse, ou disse o que não queria dizer!
    Veio, também, o oportunismo medíocre de gente que está sempre de tocaia, espreitando a primeira brecha para o ataque.
    Se compreendemos o humor, não entedemos o objectivo daqueles "bloguistas" que tomaram a iniciativa de, forma tão irónica como ridícula, levar os euros e as papinhas à porta da Presidência da República. Como não vislumbramos do alcance daqueles outros que vão engrossando a Petição para a demissão de Cavaco Silva, eleito por uma larga maioria do Povo votante.
    É folclore barato, pouco edificante para a Democracia e castigo soez para tão pouca culpa.
     É perder tempo, e desviar a mira de discussões sobre temas bem mais actuais e que preocupam o todo nacional. E, nisso, não é de todo isenta uma Comunicação Social que faz diapasão e alimenta "palhaçadas" sem nexo......e sem proveito!

domingo, 22 de janeiro de 2012

O vento mudou!...

 Era o Verão de 1986. Época de férias, praias e Turismo.
 Nunca havia pisado terras algarvias. Conhecia-as à distância, pelas cartas geográficas e, sobretudo, pelas noticias do seu desempenho turístico, alimentado, em grossa fatia,  por estrangeiros; ingleses na sua maioria.
  Mas não estava de férias, quando, acompanhado por um colega de trabalho, nos sentámos numa esplanada de Albufeira, com o propósito de tomarmos um aperitivo antes do almoço.
  Eram poucas as cadeiras vazias, o espaço fervilhava de turistas.
  - Dois "Moscatel", por favor! Um dos "barman", que antes se abeirara de nós sorridente e com fartos "salameleques", olhou-nos de soslaio, tomou notas e continuou a atender os veraneantes que iam chegando.
O tempo passava, o homem continuava na sua azáfama de servir e recolher gorjetas do pessoal que saía e atender quem ia chegando às mesas que nos ladeavam e que se expressavam na Língua de Sua Majestade.
  - Desculpe, mas demora muito?! - questionei o mesmo empregado, que ia servindo os "camones" que chegavam, sem que satisfizesse o nosso pedido de há, seguramente, mais de vinte minutos.
  - Já vai! - enquanto acompanhava a resposta com um abanar do braço e ar de enfado, continuando a servir o pessoal que havia chegado depois de nós.
    Até que, irritados, nos levantámos e abandonámos o espaço, sem o tão demorado aperitivo.
   - Vamos procurar a Gerência e reclamar! - alvitrou o meu colega, fazendo menção de entrar no interior do Bar.
   - Deixa-te disso, não resolve nada, vamos, sim, sair de Albufeira e procurar almoço na periferia que por aqui os preços e o atendimento não são para portugas! - retorqui-lhe.
  Já o jeep rodava por uma estrada secundária, mais do interior, até que se nos deparou um pequeno restaurante, de aspecto exterior modesto, onde um grelhador fumegava junto ao acesso.
  Ao entrarmos, notámos, desde logo, que o "que estava na montra, nada tinha a ver com o armazém". De facto, o interior do restaurante tinha um aspecto bem mais requintado do que nos havia sugerido o acesso. Mas era tarde e o estômago pedia reforços!...
  Dirigi-me à primeira das duas colunas existentes na ampla sala, onde estava exposto o Menu da Casa. Nela constava toda a espécie de grelhados, mas em Língua Inglesa. Continuei a ler, por decifrar, minimamente, cada um dos pratos ali sugeridos.
 Solícito, um casaca negra impecável e de "papillon" exuberante, perguntou-me, naquele idioma, se já havia escolhido.
 Quando lhe respondi, em bom Português das Beiras, que ainda estava a pensar, o homem deu um passo atrás e foi-se afastando, enquanto espetava o indicador para a a outra coluna e disparava secamente:
   - Tem ali uma Lista em Português!...Mesmo não havendo necessidade, fiz-lhe a vontade e escolhi. Aproximou-se e indagou da opção. Eu e o meu colega informá-mo-lo do que pretendíamos, não sem que antes eu próprio lhe deixasse um "reparo:
   - Esta Lista está em Português, mas os preços, continuam em Inglês, como aquela!Voltei, várias vezes, ao Algarve e fui notando que, gradualmente, o comportamento se foi alterando, culminando, nos últimos anos com o sintomático apelo "Portugueses, passem férias no Algarve!".
O vento mudou!
  Volvidos 27 anos, sabendo do quanto representa para o País a Indústria do Turismo, satisfaz-me que saibamos exportar sol, simpatia, acolhimento e boas maneiras. Mas sem rótulos ou bacocas, interesseiras e desnecessárias discriminações.