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Navegue....e mergulhe, está num rio de águas límpidas!
quarta-feira, 31 de janeiro de 2024
quinta-feira, 25 de janeiro de 2024
sexta-feira, 19 de janeiro de 2024
CARREIRA DE TIRO
A CARREIRA DE TIRO
domingo, 14 de janeiro de 2024
sábado, 6 de janeiro de 2024
terça-feira, 26 de dezembro de 2023
segunda-feira, 25 de dezembro de 2023
sexta-feira, 22 de dezembro de 2023
quarta-feira, 20 de dezembro de 2023
A CULPA
Eu não sei se os Beatles existiram, nunca os vi tocarem; eu não sei se a Torre de Pisa está inclinada, nunca lhe passei o fio de prumo; desconheço se em Paris há Torre Eiffel, nunca passei por perto; desconheço se a chuva vem das nuvens ou do S. Pedro, porque nunca lhes vi o pipi ou o pirilau. Afinal, a única coisa que sei e em que talvez acredite é que a Terra gira, que, em tempos de vapores da uva, senti a cabeça à roda! Mas, isto digo eu, que sou mais S. Tomé que João ou outro qualquer Advogado! Afinal, tal como Sócrates, aquele filósofo da Antiguidade, só sei que nada sei! E como o Kosta, o que nunca está nem sabe de nada! Mas sabe que a culpa é sempre dos outros!

terça-feira, 12 de dezembro de 2023
DA SARDINHA AO POLVO

Na aldeia lafonense onde o Vouguinha despertou para a vida, com uma regularidade de uma vez por semana, ouviam-se os estalidos dum foguete, de fraco efeito sonoro, que, diziam, ser "fogo pequeno". Os habitantes sabiam que acabava de estacionar no centro do povoado o carro da sardinha, que afiançavam ser de corrida e transportada desde Espinho.
As "donas de casa", depois de depositarem uns centavos num dos bolsos do avental, em passada larga, confluíam para o local de estacionamento e aviavam-se, enquanto aproveitavam para actualizar as novidades da terra com as vizinhas que, muitas vezes, só encontravam á saída da missa dominical.
Depois da venda, o "sardinheiro" arrancava para outra povoação próxima, de onde se voltava a ouvir o som daqueles foguetes de cana fina, o tal fogo pequeno!
Ontem, ocorreu-me este costume de muitas décadas, que o Vouguinha já por cá anda há muitos anos, quando, desde manhã cedo até à noite, passei o dia a ouvir morteiradas. Do fogo grosso, daquele que parece competir com os trovões. Notei a diferença e, pelo eco mediático, a que não faltou o brilho psicadélico das luzes da ribalta televisiva, pensei ser o camião dum vendedor de garoupas. Não era!
Era sim, o vendedor de ilusões e de outras bugigangas, como desculpas tão falsas como algumas promessas, que vendia ao desbarato com os tiques de arrogância dum feirante sem vergonha.
Que sardinha, tal como foguetes pequenos, é peixe barato e o polvo, como os foguetes, quanto mais cresce mais caro nos vai saindo!
sábado, 9 de dezembro de 2023
segunda-feira, 4 de dezembro de 2023
R.I.P, SÁ CARNEIRO!
R.I.P., Sá Carneiro!
domingo, 3 de dezembro de 2023
sábado, 2 de dezembro de 2023
A NOSSA BANDEIRA
A Bandeira, que, com o Hino, são os símbolos maiores da nossa Pátria, e, enquanto tal, merecem todo o respeito.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2023
sábado, 25 de novembro de 2023
VINTE E CINCO
MAIS UM "VINTE E CINCO"
quinta-feira, 23 de novembro de 2023
segunda-feira, 20 de novembro de 2023
O CHORÃO DO ZELA
Desconheço se o fizeram por motivos justificáveis, o que sei é que aquele chorão no Rio Zela, junto à Fonte da Nogueira (dos Namorados) e ao fundo da histórica Rua da Ponte, que ma habituei a admirar desde novo e que fazia sempre parte dos meus registos fotográficos, quando passava por Vouzela, foi, como Duarte de Almeida, um herói da Vila, decepado!
sexta-feira, 17 de novembro de 2023
CENAS DO QUOTIDIANO
Hoje, no Pequeno Almoço das minhas rolinhas comensais, fui surpreendido com uma delas, pois andava como se fosse um avião na pista do Funchal em dia de furacão! Continuava a petiscar, ao "pé coxinho" e a arrastar uma das asas pela pista de trinca, no quintal.


















