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sábado, 26 de novembro de 2011

Vão chatear a Merkel!

A propósito deste vídeo, antecipando que não sou adepto da violência venha ela de onde vier, recordo-me que já em 2007, entre os cerca de 100 "radicais" que resolveram destruir o campo de milho na Herdade das Lameiras, em Silves, haviam muitos estrangeiros, ao que se disse ao tempo, os que se revelaram mais violentos e interessados na sanha destruidora. Já na manifestação de Outubro dos auto-proclamados "indignados", realcei o carácter ordeiro do protesto, só quebrado por meia dúzia de "zecas pedras" acervejados. Provavelmente, os mesmos que, associados a estes radicais estrangeiros, voltaram a por em causa as pacíficas intenções dos jovens promotores do evento. Os radicalismos extremistas, seja qual for o quadrante em que se insiram, são condenáveis e atentatórios da democracia e da segurança das pessoas e bens. Há que os combater, sem falsos pruridos e hipócritas tolerâncias. Mas há que, sobretudo, denunciar e condenar publicamente. Foi o que ainda não vi fazer, de forma aberta por parte de alguns partidos que proclamam pugnar pela Democracia, nem pelos carismáticos e eternos dirigentes sindicais. muito menos pelos que passam o tempo a acenarem com os direitos humanos e Amnistias! Fizeram-no, céleres, a condenarem o hipotético excessivo da força por parte das Forças de Segurança, quanto ao cerne do problema e ao fenómeno de infiltração de grupelhos desestabilizadores....moita carrasco! Complexos estranhos, que se foram criando e alimentando na Sociedade Portuguesa... Ao jovem alemão, estrela do vídeo, bem como aos compatriotas que foram identificados no mesmo local, em arruaças violentas, para lá de um voto de rápido restabelecimento, apenas um conselho amigo: vão chatear a MerKel!
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domingo, 16 de outubro de 2011

Indignado, sim...


.... por mais divergentes que sejam das motivações de muitos que se manifestaram!

Assim de repente, bem espremida no lagar da minha falível perspectiva, a Manif. dos "Indignados" deixou, para além das futilidades e da justa indignação, uma evidente certeza: urge alterar de raiz o processo eleitoral. Para além da tão esperada redução de deputados (que só deles depende), tem que se acabar com a eleição de "desconhecidos", em listas engendradas nas paredes das sedes partidárias. Os deputados terão que ser, no concreto, os representantes dos eleitores e a expressão no Parlamento dos seus anseios. O Povo real não se revê naquela "gente" que dizem "falar" em seu nome.
Os eleitores têm de os conhecer, eleger directamente, para que lhes possam pedir responsabilidades. Que limitarem-se a levantar o braço ou o bumbum segundo o sinal do chefe, não tem representatividade alguma!
Talvez, com um novo sistema eleitoral, não caiamos no ridículo de olhar para o Parlamento e vermos muitas das caras que ajudaram a cavar o fosso em que estamos metidos....e que se limitaram a arrumar a papelada num qualquer Ministério ou Secretaria de Estado, para os levarem, dias depois, para um qualquer gabinete da Assembleia!

Indignados ordeiros!


Já ouvi, hoje, no "ponto" da bica matinal, comentários alarmistas imputando violência na Manif. dos "Indignados". Não vou entrar em considerações sobre a natureza, aproveitamentos partidários e utilidade do movimento. O que quero expressar é a minha admiração pela forma como os seus mentores organizaram a jornada de protesto. Por mim rotulo-a de pacífica e ordeira, que meia dúzia de "zecas pedras" "acervejados" não são o espelho de todos aqueles milhares.