O conceito que alguns socialistas têm de "Democracia" é de uma incoerência atroz!
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Navegue....e mergulhe, está num rio de águas límpidas!
quarta-feira, 14 de setembro de 2022
DEMOCRACIA ZAROLHA
quarta-feira, 7 de setembro de 2022
A CENOURA DA ILUSÃO
A cenoura é de Outubro
Todo o ano de Aldrabão
Dão-te pouco levam tudo
Hipotecam-te a Pensão!
terça-feira, 6 de setembro de 2022
terça-feira, 30 de agosto de 2022
sábado, 27 de agosto de 2022
quarta-feira, 24 de agosto de 2022
segunda-feira, 22 de agosto de 2022
sexta-feira, 19 de agosto de 2022
A PAZ DO MEDO
O Mundo vive em guerrilhas regionais e, globalmente, na Paz do Medo.
quarta-feira, 17 de agosto de 2022
sexta-feira, 12 de agosto de 2022
terça-feira, 9 de agosto de 2022
BUFOS E MEGAFONES
Depois, admirem-se de verem uma trupe iluminada a lamber-lhes as botas pelas Tvs, rádios, jornais, redes sociais. Todos a lutarem pelo prémio de um lugar junto à Gamela! Que, cedo ou tarde, acaba por chegar!
segunda-feira, 8 de agosto de 2022
MENOS, SEU LULA!
De quem é culpa pelos atrasos na Educação? É dos portugueses, diz Lula (DN)
Seu Lula, naquela "incachaçada" acusação de que a culpa dos, segundo o seu entendimento, atrasos na Educação do Brasil, depois de tantas gerações vividas em Independência, é dos colonizadores portugueses, deixou-me mais pensativo do que preocupado. Provavelmente, a culpa será do Padre António Vieira que, em vez de pregar aos lulinhas, fazia sermão aos peixes!
Passados tantos séculos, bem nós podíamos condenar os Romanos por terem chegado tão tarde à Ibéria e nos terem mandado mais legiões e Generais que homem de Saber e, no entanto, sabemos reconhecer os benefícios que esses e outros povos que nos demandaram foram passadas civilizacionais de que nos orgulhamos!Por mim, Lula está absolvido do arroto, que bolsar asneira, também é próprio de quem pensa que a cachaça é água e o porre educa!
De que o Povo brasileiro, no seu todo, está absolvido, pois, nem com porres, se lhes ouve porra desta!
terça-feira, 2 de agosto de 2022
sexta-feira, 29 de julho de 2022
quinta-feira, 21 de julho de 2022
domingo, 17 de julho de 2022
NO NOSSO QUINTAL
Para além do rincão das Beiras, de Viseu a Lafões, e pouco mais, o Portugal que havia conhecido, quando, no final de 1974, "retornei" ao país onde nascera, era o dos mapas escolares, o dos rios e vias férreas, forçosamente decorados até à exaustão.Tivera a dita de, 27 anos antes, haver despertado para a vida numa região de Natureza bela, em zona em que o vale abraça a serra, no verde serpentear do Vouga em ambiente rústico de sonho e algum romantismo.A partir dos anos oitenta, condicionalismos de ordem profissional levaram-me a percorrer o País de lés a lés, do Minho ao Algarve, do Mar à Montanha. Por várias vezes, tive o ensejo de conhecer cidades, vilas, aldeias e os mais remotos lugarejos.Tanto como as paisagens que me iam surpreendendo, conheci gentes da nossa gente e o palpitar do seu viver e sentir. Percebi-lhes a simbiose.Conheci Portugal! Como se houvesse realizado uma nova Descoberta. Descobri um Portugal belo, com uma Natureza de contrastes e encantos próprios, descobri um segmento humano muito diversificado, mas pujante de vida.Não sabem, em especial, muitos dos urbanos empedernidos, da riqueza ambiental que lhes fica tão perto, à distância dum correr de cortinas por abrir!Não sabem aqueles esbanjadores de milhares -muitos, até se endividam -, que estão buscando bem longe o que poderiam desfrutar bem perto; que procuram desvendar o desconhecido em terras longínquas, sem ousarem conhecer o mistério e fascínio das terras que são suas.Sem lamechice nacionalista, nem olhar o próprio umbigo. É a visão pragmática de quem teve a dita de conhecer os recantos do nosso Portugal e parte da premissa que a maioria dos seus compatriotas vira a última página do seu calendário de vida conhecendo a Tailândia, Cuba, Serra Nevada, Punta Cana........Marbella....., sem que houvesse conhecido os lugares belos, bem à sua porta, no seu próprio quintal.Como os lamento!
NO RESCALDO
Vamos lá meter o cutelo e retalhar a "mão", que não é a de vaca, muito menos, voadora. É a já famosa "mão humana". E separo-a em duas partes bem distintas.
sexta-feira, 15 de julho de 2022
REMBRANDT E AS TORMENTAS
Se ele lesse o Futuro, bem que podia intitular esta sua obra, como "O Cabo das Tormentas dos Portugueses, com vigia socialista no caralho da caravela"
sábado, 25 de junho de 2022
quinta-feira, 23 de junho de 2022
segunda-feira, 20 de junho de 2022
CINZAS DE HÁ CINCO ANOS
20 de Junho de 2017 ·
quinta-feira, 16 de junho de 2022
A SAÚDE ESTÁ DOENTE!
De nada nos vale imitar a avestruz e ignorar o que se passa nos hospitais públicos. Não me vou alongar, apenas deixar algumas questões para reflexão, tendo em conta que o que importa nas nossas vidas são realidades e não quimeras ideológicas:
terça-feira, 14 de junho de 2022
HAJA SAÚDE!
A Senhora Ministra, como já é habitual, desfiou o seu rosário de Propaganda e, quanto ao que realmente importa, quanto à forma de resolver os problemas, não disse nada!
Já um passarinho de bico vermelho que anda a papaguear pelas tvs, veio, à boa maneira da propaganda a que os socialistas nos habituaram, inculcar a flagrante falência dos cuidados de Saúde nos administradores hospitalares. E, mesmo que, como eu bem ou mal suponho, todos eles, ou a esmagadora maioria, sejam militantes ou simpatizantes do PS e por ele escolhidos a dedo, não me esqueço de ouvir alguns deles queixarem-se de que, para poderem reforçar os meios e pessoal médico mas unidades de Saúde, têm que pedir autorização à Ministra da Saúde e ao Ministro das Finanças e que, não poucas vezes, a pretensão lhes é negada!
Inaudita a forma como alguns arautos do partido que tem maioria absoluta na governação do País, usam de malabarismos políticos para se desculparem da incompetência, diria até, no desprezo que sobressai da incúria nos Serviços de Saúde (e, não só) que disponibilizam aos cidadãos!segunda-feira, 13 de junho de 2022
DOÇURAS LAFONENSES
Numa passagem breve, tive ocasião de passar pela Festa da Vitela de Lafões, na Vila de Vouzela. Fiquei espantado com a afluência de visitantes e a vastidão de mostras dos produtos regionais. É a força viva e resiliente daquelas Gentes lafonenses, numa luta quase só e titânica pela preservação das suas tradições, pela valorização do que produzem e na luta contra a desertificação galopante. Louváveis as iniciativas do poder a associações locais que teimam em fazer de Vouzela, o coração do meio e a capital da Vitela de lafões!


















