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sábado, 18 de agosto de 2012

OS BONS ARES DE VOUZELA




Já o pressentíamos, chega-nos agora a confirmação oficial e fidedigna. O Concelho de Vouzela, no ranking de 2011, da responsabilidade da Agência Portuguesa do Ambiente, baseada em dados concretos medidos in loco, foi considerado o segundo melhor na qualidade do ar, logo a seguir ao Fundão.
 Congratulamo-nos com este galardão atribuído a este Município central do verde Lafões, que, sendo mais um estímulo para quem o visita, comporta para as entidades locais a responsabilidade de manter preservada a



floresta autóctone, fonte do saudável ar que por ali se respira.
 Sabermos que em Vouzela se sorve o segundo melhor ar do País, não deixa de ser reconfortante, num tempo em que os atentados e a poluição da Natureza - e de muitas mentes -, deixa muitos portugueses com  manifesta "falta de ar".
 Estão de parabéns as suas Gentes e todos os que, em números crescentes, vêm procurando aquela Região em busca de saúde e lazer.
 Parabéns, Vouzela!


Fonte: "Notícias de Vouzela"

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Na toca dos roedores!


- Grande Chefe Roedor, as notícias são preocupantes! As exportações de calçado estão com aumento substancial!
- Pau Mandado, manda o pessoal manifestar-se à porta da Associação de Calçado e exigir aumento de salários e ameaçar com greves!
- Grande Chefe Roedor, não resultou! As exportações mantém-se altas, enquanto o volume de importações tem diminuído!
- Pau Mandado, manda o pessoal afiar o dente! Encerra os portos, deixa os contentores no Cais!

domingo, 12 de agosto de 2012

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

A Política está de férias!


Os políticos estão quase todos de férias.
Tem sido um alívio para os neurónios e um contributo para o nosso equilíbrio emocional...
Ainda assim, ficou um de plantão, a zurrar propaganda, de hora a hora, por todas as televisões!...

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Fundações ou fundições...

... do erário público?
Já não era sem tempo. Tardou, mas o Governo decidiu-se pela depuração das centenas de fundações que pululam por aí!
 Por decência moral, não é justo que ora venhamos diabolizar todos esses organismos. Há é que saber fazer a destrinça entre o que é genuíno, gerado pela filantropia ou mecenato, e aquilo que foi gerado para, contornando a Lei, funcionar como offshores internos, sugando do Estado, dos nossos impostos, para sustento e fazenda de alguns espertalhões.
 Uma Fundação digna desse nome sustenta-se a si própria. Gera os proventos requeridos pela sua acção junto da Comunidade que pretende servir, ainda que cobre do Estado serviços pontuais que, no seu âmbito, lhe preste.
 A título de exemplo, nunca me esqueci que, mais do que na Escola,  despertei para a leitura  graças às bibliotecas itinerantes que uma dessas fundações colocavam à disposição de todos, por esse País fora, de forma gratuita e sem distinção de idades, credos ou ideologias.
  Fundações criadas por um Estado, já por si só dotado dos organismos de serviço público, não têm razão para existir; fundações geradas por entidades privadas em busca de imagem e proventos fáceis; fundações com a exclusiva finalidade de difundir determinada ideologia; fundações "da treta" criadas para contornar a bigorna do Fisco, que existam, mas por conta própria e sem qualquer isenção das obrigações impostas aos demais contribuintes, individuais ou empresariais.
  Que a depuradora funcione, com justiça, mas sem hesitações! É do que todos ficamos à espera!
  Vai sendo a hora, e o momento, de acabar com o xico-espertismo nacional, que não falte a coragem, que o apoio, nesta luta, está garantido!


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A Fénix mineira!


Com alegria comedida, expectante,  mas com alguma fé,  no anunciado reanimar daquelas regiões que foram, outrora, centros de trabalho, de animação, de alguma pujança económica, em torno da exploração do subsolo.
Incrementa-se o interesse pela exploração mineira, na justa medida em que sobe, vertiginosamente, o preço dos metais.
Anunciam-se novas explorações e a reabertura das que se foram finando por manifesta inviabilidade económica.
Promete-se um novo fôlego para as Minas da Bejanca, em terras que foram da nossa meninice.
Algo que anima e é contra-maré da desertificação a que vai sendo votado o Interior deste País.
Que renasça, breve,  a Fénix mineira!

domingo, 29 de julho de 2012

Lebre ou disparate governamental?!






 Quando as lebres nos surgem , em corrida louca, nunca se sabe a que couto pertencem. Depois, as espingardas descarregam, a torto e a direito, o que importa é que a bojarda faça barulho!
 Não sei se por desatenção, é justo que o antecipe, nunca ouvi da boca de qualquer responsável ministerial, a tão discutida criação das listas negras dos devedores às empresas que, sendo privadas, prestam serviço de interesse público, como a EDP, GALP e congéneres.
  O facto é que a lebre, lançada pelo Governo, pela Comunicação Social, pela Oposição ou por qualquer mexilhão mediático, anda por aí, em debates acesos, com foros de escândalo e notório repúdio nacional.
  Sendo, por princípio natural, exigível que as dívidas se paguem, também não nos parece ser de bom senso que um Governo, no exercício das suas funções constitucionais, sobretudo este que se propõe - e bem, na minha perspectiva -, libertar o Sector Privado do peso do Estado, tome para si as dores das grandes empresas privadas e se lhes substitua nas acções de recuperação de dívida, tal qual homem do fraque ou regedor moral e da devassa dos "caloteiros".
 Esse mister cabe, por direito e dever, às empresas que fornecem os serviços, que têm à sua disposição os dispositivos legais para serem ressarcidos dos bens postos à disposição dos seus clientes.
 E, neste âmbito, o único e válido contributo do Governo, advém da obrigação do Estado em manter actuante e rápida uma Justiça que tarda em afirmar-se e a quem cabe a resolução dos conflitos de consumo que lhe sejam presentes pelos contribuintes, sejam eles cidadãos individuais, quer empresas ou Grupos.
 Pressinto que a famigerada "Lista Negra" só pode ser mesmo lebre. Se o não for, não passa dum tremendo disparate ou da confirmação do que há décadas se propala, da tal promiscuidade entre as grandes empresas e os altos servidores do Estado, conhecendo nós como um e outro sector são a mesma mesa de ténis, onde estes últimos saltitam para um e outro campo, como bolas de ping-pong!....

(Por opção, o Vouguinha2 não respeita o recente Acordo Ortográfico)

quinta-feira, 26 de julho de 2012

O Autocarro das bandeirinhas...

..... circula e fumega, raivoso, na rota dos Mercedes e Audi governamentais. Pára na berma, distribui as bandeirinhas, depois protesta, urra, insulta e  parte para recolha de outra tripulação fornecida pela mesma empresa...
 São mil e uma as razões para o descontentamento. São "milhentos" os motivos de indignação para com as medidas deste e de todos os governos das últimas décadas. Não é isso que me leva a estranhar a forma pouco ortodoxa como esses pequenos, mas ruidosos, protestos, são ensaiados pela tripulação residente desse autocarro que não é o do amor!
 Gatunos e mentirosos, os rótulos mais usuais para colar na recepção de qualquer dos  membros do Poder, seja a visita a Alguidares de Baixo ou a Aveiras de Cima. A Parada é sempre a mesma, as honras são as ensaiadas, não variam substancialmente.
 Não vem, daí, mal ao Mundo, nem afronta ao País, que o Povo só lamentaria deixar de assistir a festival tão rotineiro, que já ganhou mais estatuto que os foguetes nas festas de Verão, em agonia devido aos incêndios.
 Mas, ainda assim, ver Mário Nogueira, acompanhado pelo "autocarro" de professores, os educadores dos nossos jovens, também eles, como todos nós, vítimas dos logros políticos de muitos anos, com tantas razões como os demais portugueses, para se lamentarem da onda madrasta que nos vai afogando, usarem da  linguagem habitual do autocarro, com o insulto sempre presente, leva-me a duvidar do Futuro da Educação nestas terras de poetas, santos e cientistas! Os seus potenciais alunos, estão lá, defronte das televisões, vendo e ouvindo, aprendendo como se reage quando não são satisfeitas as pretensões de cada um. As crianças, a quem é suposto inculcarem respeito e comportamento cívico, são as que, a partir de Setembro, se sentarão à sua frente e para quem são como se usa dizer "um exemplo a seguir"...e, neste plano, mal é que se "vire o feitiço contra o feiticeiro"....
 Pela boca, morre o peixe, pelo insulto, morre a Educação!

terça-feira, 24 de julho de 2012

LA SIESTA!





 A tão enraizada "siesta" dos nossos vizinhos está em perigo!
 Não é hora para dormir, nesta Europa que só nos causa pesadelos.....

segunda-feira, 23 de julho de 2012

João Cosme, um fotógrafo vouzelense...



... que, para lá da Arte, se revela um verdadeiro amante da Natureza!
É de sua autoria esta e outras que podem ser admiradas em:

http://www.comercialfoto.pt/blog/20125/joao-cosme-fotografo-de-natureza-objectivas-sigma.aspx

Que o pulmão de Lafões seja poupado!



Última hora: ao início da tarde, deflagrou um incêndio na Penoita, Vouzela, uma das mais belas regiões do País!
Paulo De Lemos Quintela, um sampedrense, estava atento e testemunhou o início. É dele a autoria desta foto, de que tomei a liberdade de trazer até ao Vouguinha.
Um pulmão como o de Lafões não merece, nem pode, ser queimado!

terça-feira, 17 de julho de 2012

Ab irato, Eminência?!



Nem tanto na Terra, nem tanto no Céu, Eminência (que não é parda...)!
No conforto de 4.400 € mensais, mandar o 8º mandamento às malvas.....e, ab irato, sem justificar quais são e como são os corruptos do Governo, para lá das tiradas de demagogia barata, não fica bem a um homem de Deus, mesmo que levante a Cruz no alto da armadura de guerra!
Às alternativas, disse nada. Questionado se toda a "desgraça" que desfiou como as contas dum rosário, e das malfeitorias que atribui ao actual poder, não seriam, também, de atribuir ao anterior governo, deixou-me esclarecido: não estava ali para "falar de Política",!!!
Valha-nos, Santa Rita, modelo de paciência!
Orat pro vobis!

domingo, 15 de julho de 2012

Nós somos assim?!

 E, porque parecemos ser, ouso tomar a parte pelo todo:
- Não esquecemos, e já lá vão séculos, que D. Afonso bateu na mãe, recordamos, a toda a hora, as prepotências de Salazar, de há décadas, mas olvidámos já que, bem recentemente,  há pouco mais de um ano, se fechou um ciclo de seis anos de política de criminoso esbanjamento e de negócios públicos pouco transparentes, com que Sócrates e os seus homens de mão asfixiaram as Finanças e a Economia deste País, deixando-nos de mão estendida e à mercê de entidades credoras estrangeiras.
- Manifestamos (e insultamos) nas ruas o nosso repúdio pelas medidas do actual carrasco e esquecemos e perdoamos a quem nos mandou para este cadafalso.
- Exigimos reformas, um novo rumo para o País, mas insurgimo-nos sempre que os actuais mandantes tentam mexer com a (des)ordem estabelecida ou acabar com vícios instituídos.
- Clamamos, de há muito, que, a nível salarial, somos uma Sociedade desigual e desequilibrada, em que os exorbitantes salários de alguns são uma ofensa gritante aos baixos vencimentos dos trabalhadores menos afortunados, mas colocamo-nos ao lado dos primeiros -  e batemos palmas às suas manifestações - sempre que quem governa ousa cortar-lhes regalias exageradas.
- Lamentamos, sofridos, das medidas duras que nos cerceiam a bolsa,  condenamos os défices astronómicos e os excessivos gastos das empresas do sector público e, por via disso, e justamente, do encerramento 
de estruturas de carácter social, mas aceitamos e comungamos das lutas empreendidas por grupos de melhor estatuto económico sempre que se manifestam na ruas e nos privam de transportes e cuidados médicos.
- Queremos mudanças na Justiça, o fim da corrupção e do compadrio, mas silenciamos quando a principal oposição no Parlamento exulta e aplaude o chumbo do "enriquecimento ilícito" no Tribunal Constitucional.
- Andámos anos a clamar pela extinção dos Governos Civis, os tais comissariados dos partidos no poder nos distritos, mas nunca viemos a público rejubilar quando se deu esse passo.
- Somos um Povo que se tem em boa conta nos critérios de inteligência e, no dizer de muitos, desconfiado, mas, tal como nos produtos publicitados e nas crendices televisivas, que corremos a comprar, fazemos eco e diapasão das balelas e retóricas gratuitas e propagandistas dos habituais e residentes vendedores da banha da corda partidária que nos manipulam por detrás do ecrã e nas grandes parangonas dos tablóides.
- Julgamo-nos atentos, avisados, honestos e fiéis aos compromissos assumidos e andamos de boca cheia apregoando que somos diferentes dos gregos, mas é para as calendas gregas que despejamos esses valores, quando nos iludimos com a demagogia barata e pelo populismo fácil, que nos é acenada por alienados e iluminados do "quanto pior melhor", para que sejamos mais uma Grécia, nesta Europa que eles sempre renegaram.
- Pugnamos, desde sempre, por uma Educação e preparação para a vida activa dos nossos jovens mais eficaz, mas rebelamo-nos contra todas as medidas que impliquem mais exames e exigências no Ensino e, se calámos quando se encerraram escolas do Interior e obrigaram os nossos filhos a serem diariamente despejados em armazéns escolares, ora tomamos as dores do professorado que  teme pela perda de lugares, em resultado das "madrassas" então gizadas e construídas.

- Irritamo-nos, com toda a razão, contra canudos universitários atribuídos com facilitismos de vária natureza, como no caso dum Ministro, mas não compreendemos o que leva algumas Ordens Profissionais a dificultarem o acesso ao seu seio de licenciados do "Bolonha", que concede diplomas num tempo de ensino tão breve como o tempo gasto dum burro a comer fardo de palha.
- Zangamo-nos com os autarcas por não terem verbas disponíveis para a manutenção das escolas do 1º Ciclo, não zelarem pela conservação das vias municipais, mas somos os mesmos que aplaudimos e tecemos loas aos responsáveis dos municípios quando vimos crescerem pavilhões desportivos e piscinas como cogumelos, ora de portas abertas às moscas, que falta gente e dinheiro para a sua manutenção.
- Queremos, em suma, que Portugal mude e se regenere, em nome das gerações vindouras, mas gritamos por delongas e  mais dívida futura e fazemos finca-pé para que tudo fique na mesma.

Afinal, nós somos assim, o Povo que sempre fomos: queremos sol na eira e chuva no nabal!

(Por opção, o Vouguinha2 não respeita o recente Acordo Ortográfico)






terça-feira, 10 de julho de 2012

Humor e hipocrisia lobista?

A frase do dia:

 "fazemos a greve pelos doentes"







Acrescento eu: especialmente, pelos que tinham consultas e intervenções cirúrgicas marcadas para os dias dessa luta tão altruísta e devotada aos que sofrem...

Hipócrates ou Hipocrisia?

segunda-feira, 9 de julho de 2012

A Balança dos Tribunais!

 O Vouguinha2 não tem outra visão que não seja a de que, como verteu por estas páginas, o encerramento de escolas e a consequente criação de "madrassas", centros de saúde, postos dos CTT, com especial ênfase em vilas e aldeias do Interior, mais não são do que fatais impulsos para o definhamento humano, para  a desertificação,  das terras mais afastadas do Mar que beija esta terra de Santa Maria!
 O mesmo temor lhe assiste com o programado encerramento de muitos Tribunais que são marcos de justiça e soberania na maior parte das vilas e cidades dessas regiões. Mas, numa visão menos emotiva, mais pontuada pela Razão, não pode deixar de entender, num período que nos flagela com os raios da Crise, que  há que reformar e cortar nos excessos, para que se não esbanje na carne o pecúlio necessário para o pão.
Há que poupar, há que minimizar custos sem comprometer o acesso da Justiça em todo o território e a todos os que contribuem para que o Estado lhes proporcione a Justiça a que têm direito.
Por motivos profissionais, entrámos, não há muitos anos, em alguns tribunais de vilas do denominado Portugal Profundo e testemunhámos, na maioria dos casos, um exagerado número de funcionários judiciais, em municípios cujos processos mais relevantes não passavam de caseiros desentendimentos por águas ou posse de terras. Imaginámos, para lá da "tagarelice" animada dos muitos servidores, do tédio do Juiz da Comarca e do Procurador da República, em terras de tanta parra e pouca uva!
Sabendo bem do símbolo que representa, diria até orgulho,  para os munícipes, o seu tribunal, imagino uma solução conciliadora em que possam comungar as duas forças em presença: deslocar dos tribunais com menos serviço, os funcionários manifestamente excedentários e afectar o mesmo juiz e delegado do M,P., a dois, três, ou mais tribunais da mesma região, tendo por bitola o movimento processual dos mesmos.
Porque, não nos iludamos, para saltarmos esta barreira económica, nada poderá ficar como antes!
Precisa-se é de bom senso, diálogo e uma avaliação correcta das vantagens e desvantagens que qualquer alteração acarreta e que não pode passar, unicamente, por ponderações economicistas e desenhadas a régua e esquadro por "arquitecto" menos atento à realidade do todo nacional!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Ei-los que partem!


É um facto que Portugal tem batinas a mais para Tuna tão pequena. Mas, a continuarmos com a sangria migratória dos mais bem preparados e da população activa e especializada, Portugal arrisca-se a ser um País de velhos, tendo por má vizinhança os políticos que ainda não fugiram, para lá dos seus aturdidos mangas de alpaca e dum sector público doente e  viciado em greves!

domingo, 20 de maio de 2012

AS OMELETES E OS PINTOS DE SOARES




 De 1983 a 1985, que foram de Crise profunda no nosso País, perante a intervenção do FMI em Portugal, Mário Soares, o mesmo que, ora,  defende a desvinculação do Acordo negociado e assinado pelo PS com a TROIKA, justificava, perante os portugueses, as medidas de dura austeridade a que então nos obrigou:


"OS PROBLEMAS ECONÓMICOS EM PORTUGAL SÃO FÁCEIS DE EXPLICAR E A ÚNICA COISA A FAZER É APERTAR O CINTO" (1984)
Confrontado com o galopar do desemprego: " ISSO É UMA QUESTÃO DAS EMPRESAS E NÃO DO ESTADO. ISSO É UMA QUESTÃO QUE FAZ PARTE DO LIVRE JOGO DAS EMPRESAS E DOS TRABALHADORES. O ESTADO SÓ DEVE GARANTIR O SUBSÍDIO DE DESEMPREGO (ABRIL DE 1984)
Justificando as medidas de  austeridade: "FOMOS OBRIGADOS A FAZER, SEM CONTEMPLAÇÕES, O DIAGNÓSTICO DOS NOSSOS MALES COLECTIVOS E A INDICAR A TERAPÊUTICA POSSÍVEL. É UMA TERAPÊUTICA DE CHOQUE, NÃO DIFERENTE, ALIÁS, DA QUE ESTÃO A APLICAR OUTROS PAÍSES DA EUROPA BEM MAIS RICOS DO QUE NÓS" (1984)

Apelando ao patriotismo: " TEMOS DE CRIAR UMA DINÂMICA PATRIÓTICA E NACIONAL PARA FAZER FACE Á CRISE E NÃO ESTAR NEGATIVAMENTE PERANTE AS DIFICULDADES" (1984)
Num apelo televisivo aos portugueses: "UM POUCO DE PACIÊNCIA E DE CONFIANÇA NO TRABALHO QUE ESTÁ A SER FEITO. ANUNCIÁMOS MEDIDAS DE RIGOR E DISSEMOS EM QUE CONSISTIA A POLÍTICA DE AUSTERIDADE, DURA MAS NECESSÁRIA...." (1984)
Numa "fritada" metafórica: NÃO SE FAZEM OMOLETES SEM OVOS, EVIDENTEMENTE TEREMOS DE PARTIR ALGUNS" (1984)

Essa Crise, de que bem me lembro e senti os efeitos, foi ultrapassada com a ajuda do F.M.I. , com o "apertar do cinto" dos portugueses, mas, sobretudo, pelo recurso ao  artifício da desvalorização da moeda, o que já não é possível por estarmos no EURO, a que o próprio Soares nos "amarrou", sem qualquer consulta.
Seguro, o actual líder do Partido da Rosa, perante a recente proclamação do seu progenitor de Partido, que o impelia ao "rasgar" do Acordo, apressou-se a recusar tal caminho, jurando respeito pelos compromissos assumidos, sabendo do apego ancestral que este Povo tem pela palavra dada.
Com convicção? Terá vontade suficiente e coragem capaz para manter esse propósito, sabendo-se que, no Parlamento, onde tudo se discute e vota, tem uma Força de Intervenção Rápida escolhida e, ao que se vai vendo e ouvindo, inspirada e enfeudada na anterior liderança socialista?
Desconfiamos e veremos! Que, tanto quanto conheço da sua prática, o que o PS diz ao povo é o básico popularucho  que a maioria gosta de ouvir, como convém a uma força partidária que sobreleva na sua agenda o objectivo que tem norteado os seus mentores: o Poder, pelo poder! Que o País pode esperar!
Tanto mais que os pintainhos de Hoje são fruto dos ovos soaristas que vão tendo a arte e o engenho de não se deixarem fritar!

  

domingo, 13 de maio de 2012

A Fé que une!



Podemos ser ateus, podemos ser cépticos, desconfiados, duvidarmos, questionarmos, praticantes, não praticantes, crentes ou não crentes, termos momentos de sim, momentos de não, o que não podemos é ignorar e ficar indiferentes à grandiosidade daquela manifestação de Fé que levou centenas de milhares a Fátima!


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Do Largo à Rua....do Rato!

"Líder do PS avisa que vai lutar no Parlamento e na rua...."



Não era inédito!....





Será que este Governo acabou de aumentar o preço das portagens na Ponte 25 de Abril?



À vontade do freguês!




Sem delongas: para quando as alterações profundas ao Código Penal  e ao Código Processual Penal?
Tardam...... e continuam a dinamitar a imagem da Justiça neste País!

terça-feira, 8 de maio de 2012

O regresso do MASSENA?!





 Estes "nossos" dirigentes socialistas são o máximo da previsibilidade!
 Só porque o Hollande ganhou as eleições em França, já o imaginam Napoleão. e andam por cá, inchados,  como Massenas, à espadeirada, com  ultimatos, exigindo que o tuga eleito salte do cavalo!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

ET MAINTENANT...

....vamos esperar.......para ver!



Se não fosse o facto da maioria dos políticos não cumprirem as promessas que vão debitando em Campanha Eleitoral, não passaria um ano sem que a França se juntasse ao Clube dos Tesos da Europa, de que já somos sócios fundadores!...

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Dumping no produto Liberdade?






Para além de ocasional cliente e algumas críticas por não ser mais substancial a opção pela venda de produtos nacionais, não tenho quaisquer ligações ao Pingo Doce, não aproveitei a "oferta", nem aquela cadeia de distribuição é dama que me faça vir a terreiro.
Ainda assim, a desmesurada "chinfrineira", orquestrada por algumas franjas da nossa sociedade, invectivando a Campanha de Marketing que o Grupo Jerónimo Martins empreendeu no 1º de Maio, merece-me esta reflexão.
Que, por detrás daquele gesto, só aparentemente, filantrópico, estão objectivos promocionais, ninguém duvidará; que, numa fase difícil para muitas famílias, seria de prever a inusitada afluência às suas lojas, é, de todo, compreensível; como compreensíveis são alguns atropelos, confusão e actos individuais condenáveis, protagonizados por um ou outro cliente pouco entrosado nas regras de civismo que a nossa Escola ainda não ministra como cadeira primordial.
Até aceito que a Campanha haja, de sobremaneira, desagradado aos Grupos concorrentes e, por hipótese, os haja impelido a despoletarem esta cruzada de protestos, esforçando-se por encontrar naquela acção alguma ponta solta de ilegalidade que lhes forneça munições para a "fogachada" mediática.
O que não compreendo, e me ofende enquanto cidadão, é que alguns partidos políticos hajam feito da Assembleia da República a banca da "peixeirada" populista, escolhendo por alvo aquele Grupo e o empresário que lhe dá rosto, empolando o evento e exigindo a presenças de Ministros em S. Bento, numa claro aproveitamento para  mais um ataque ao Governo, como se este  pudesse, legalmente,  impedir a iniciativa do Pingo Doce.
Diabolizarem  aquela Campanha no Parlamento, com recurso a linguagem de taberna, raiando o insulto, para lá de tempo perdido, secundariza a própria imagem dos que se dizem representantes do Povo. Como ridiculariza as centrais sindicais, de que aqueles são mentores, que, ao invés de se preocuparem com uma efectiva e coerente defesa dos direitos dos trabalhadores, saltam para a Praça condenando o Promotor e os milhares de seus filiados que quiseram e souberam, reverter para seu proveito, aquele "brinde" publicitário.
Quando os sindicatos, em nome dos seus inalienáveis direitos, usam (e abusam) da Liberdade para empreenderem, como, onde e quando,  as greves que entendem, pretendem, com o seu violento e ameaçador protesto,  condicionar a Liberdade dum grupo empresarial, algo não está equilibrado na balança democrática! Falta a compreensão de que se este País, agora mais do que nunca, necessita de empregos, de trabalho, também carece de empresários com iniciativa, que o os promovam e não é prática propiciadora afugentá-los com insultos e arruaças sem sentido!
Uns e outros devem entender, ao invés de se gladiarem, que os parâmetros da Liberdade estão confinados pela Lei e que a todos deve ser conferida por igual, sem que seja privilégio exclusivo de qualquer grupo ou classe.
Para os delatores e mais encarniçados inimigos desta acção do Pingo Doce, não lhes passou pela mente que, a contragosto, toda esta vozearia condenatória, e bem dispensável, só está a servir os propósitos do grupo empresarial seu promotor: nunca o Pingo Doce - para lá da Campanha -, teve tanta publicidade gratuita!
Sabem que mais?! Venham mais dias de 50%!
E que, sobretudo, não se faça dumping com o produto nobre e "gourmet" que é a LIBERDADE!