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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

MOSQUITOS POR CORDAS

  • A ser assim, é expectável que, em breve, tenhamos Associações de Defesa do Mosquito, por tudo quanto é sítio. E, quem sabe, manifestações de repúdio pela morte do insecto que nos chupa o sangue! :)
    Ativista defende mosquitos.

Ativista defende mosquitos. "Estamos a ser atacados por uma mãe a tentar nutrir os seus futuros filhos"

  • Um defensor dos direitos dos animais francês acredita que os humanos devem encarar as mordidas dos insetos como "doações de sangue".
    DAQUI

quinta-feira, 30 de julho de 2020

TRAFICANTES DE SERES HUMANOS


terça-feira, 28 de julho de 2020

A CIGARRA E A FORMIGA VERSÃO 2020

O conto "A cigarra e a formiga" versão Portugal 2020.🇵🇹🐜🦗
A burra da formiga trabalha no duro o ano todo, constrói a sua casa e acumula provisões para o Inverno.
Enquanto isso, a cigarra passa os dias no ginásio , no café ou a arranjar as unhas de gel e o caraças .
As noites são no Bibá la noche com as amigas. Chegado o inverno , a formiga refugia-se em casa onde tem tudo o que precisa até à primavera. 
A cigarra, cheia de frio e de fome, vai ao programa da Cristina queixar se à Cristina Ferreira que não é justo que a formiga tenha direito a casa e comida quando outros, com menos sorte que ela, passem frio e fome. O Hernâni Carvalho diz que é uma vergonha. 
A CMTV não perde a oportunidade e faz um directo à porta de casa da formiga, passando imagens da formiga ao quentinho com a mesa cheia de comida.
O povo fica revoltado ao saber que o seu país, dito desenvolvido, deixa sofrer a pobre cigarra enquanto que outros andam a viver à grande e à francesa.
É organizada uma marcha de apoio à cigarra.É feito um episódio especial do Prós e Contras - RTP onde se questiona como é que a formiga enriqueceu às custas da cigarra. De um lado da bancada, os defensores da igualdade (pró-cigarra). do outro lado, os sem-coração (Que defendem a egoísta e insensível formiga)
Em resposta às mais recentes sondagens. O governo prepara uma lei sobre a igualdade económica com efeitos retroactivos (desde o verão)
Os impostos da formiga aumentam consideravelmente e ainda incorre numa multa por não ter prestado assistência à cigarra. Os descontos da segurança-social também sobem, de modo a ser justamente partilhados com a cigarra
.
A casa da formiga é penhorada pela finanças por não ter conseguido pagar os impostos.
A formiga, decepcionada, faz as malas e emigra para um país onde o seu esforço seja reconhecido e onde possa desfrutar dos frutos do seu trabalho árduo. ️
A antiga casa da formiga é convertida numa habitação social para cigarras. Que, irresponsavelmente, não param de fazer filhos e que vivem de doações de comida, cerveja e de coca-cola. O pouco que recebem dos descontos da formiga mal dá para os bens essenciais, como por exemplo sapatilhas da Nike e caps da Obey, A casa deteriora-se por falta de cuidados.
O governo é fortemente criticado pela falta de meios colocados à disposição da cigarra, que vive agora em condições quase desumanas.
A oposição propõe uma comissão de investigação multi-partidária que custará milhões de euros.
Entretanto a cigarra morre de overdose.
Os media garantem que a morte da cigarra deveu-se à falta de apoio social por parte do governo, que falhou em acabar com as desigualdades sociais e a injustiça económica.
A casa acaba por ser ocupada por uma família de aranhas imigrantes. traficantes de droga e que aterrorizam a vizinhança.
O governo felicita-se pela diversidade cultural de Portugal!
(Desconheço a autoria)


Nenhuma descrição de foto disponível.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

CEM ANOS DA DIVA

A VERGONHA EM DEBATE

 "Vários deputados do PS vão contestar alteração que põe fim aos debates quinzenais com Costa. Lacão afirma que "mais de metade da bancada socialista" não aprova esta mudança e que vai votar contra" in Observadori
"O fim dos debates quinzenais proposto por PSD e PS está a gerar grande desconforto na bancada social-democrata. Pedro Rodrigues, que já se tinha manifestado contra esta alteração ao regimento, vem agora pedir à direção da bancada que dê liberdade de voto aos deputados do PSD. O pedido feito também pela líder da JSD, Margarida Balseiro Lopes, que anuncia desde já que votará contra "em consciência". in C.M.
Quando, em alguns deputados ainda permanece uma réstia de formação democrática e respeito pelas escolhas do Povo e se recusam a golpes baixos de Política suja, temos a noção de quanto a proposta do PSD, que o PS acolheu de braços abertos e gratos, não tem sentido algum, ou tendo-o, visa apenas calar a voz dos pequenos partidos, a quem só é dada oportunidade de intervir com substância,nos Debates Quinzenais-
Como se já não bastasse a mordaça que alguns Mídia, a quem o PS , pela mão do seu Governo, afagou com milhões dos nossos impostos, tem imposto a esses pequenos partidos e mais não faz que fazer diapasão da Campanha que lhes é movida pelos tubarões de década da Política nacional, a quem podem causar incómodo.
A Democracia faz-se com todos que mereceram
 o voto dos portugueses e não só com alguns!

Razão tinha Sá Carneiro:
"«A Política sem risco é uma chatice e sem ética uma vergonha»
História da Democracia :: Sabedoria Política

domingo, 19 de julho de 2020

CHAMAS

O fogo inicial de Bodiosa (Viseu), a crer nestas fotos de conterrânea (Ana Margarida Lima), cercou a Pia Baptismal do Vouguinha, no seu avanço para Moçãmedes (S. Miguel do Mato). Felizmente, está dominado!
Um OBRIGADO aos Bombeiros, que terão acorrido de todo o Distrito e o combateram com denodo, sem esquecer o 
pessoal dos meios aéreos!



segunda-feira, 13 de julho de 2020

DOIS GALOS NUM SÓ POLEIRO


DUAS BITOLAS

Covid-19. Diretora de lar será constituída arguida por dar cruz a beijar

Aceito e compreendo que a senhora seja arguida e responsabilizada pelo seu acto. Mas, fico a interrogar-me, se esta é arguida por dar Cristo a beijar, em pleno estado de Emergência, porque ficam incólumes os que promoveram manifestações, farras políticas e Concertos com muitos milhares em LVT, onde a epidemia, depois desses eventos, mais se acentuou, eventos que decorreram também, quer em pleno estado de Emergência, quer no de Calamidade?!Uma bitola para uma seita, uma outra para seita diferente?!
Desculpem-me o vernáculo, não me lixem! Tenham vergonha!

segunda-feira, 6 de julho de 2020

HUMOR AÉREO


TUGAS E CAMONES



Reconhecendo que o Reino de Sua Majestade tem um Passado com indeléveis marcas na História, com vincada marca na Democracia, desde há muito que não comungo da ideia que por cá se foi criando de que os ingleses são amigos incondicionais.
Para muitos dos súbditos da mais antiga Monarquia do Mundo, de algumas décadas a esta parte, os portugueses não passam de "comedores de sardinhas e não é fácil esquecer a forma como nos impuseram o Mapa Cor de Rosa, ou a sua dúbia postura, quando a Índia entendeu recuperar os territórios que Portugal administrava.
Ainda assim, não me convencem as acusações lamechas que as mais altas figuras deste nosso País vêm carpindo pelo facto da Inglaterra não aconselhar a vinda de turistas para o nosso território e obrigar à quarentena os que a tal se aventurem.
É, sem sombra de dúvidas, um rude golpe no Turismo nacional, tanto mais que sabemos do peso que tem esse sector para a nossa Economia-
Só que culpar a Inglaterra, sobretudo pela forma e com a insistência que o fazem, não passará de mais um passa culpas, a que este governo já nos habituou.
A situação na Região de LVT, que terá pesado na decisão britânica, teria sido evitável. Se, os mesmos que ora manifestam tanto desconforto pela medida tivessem tino e não dessem um estranho sinal de alívio milagroso do Covid-19 com promoções ou presenças em Concertos de milhares e outros ajuntamentos movidos pela propaganda e mais do que "sensibilizações", já na fase em que o problema na região se agravava a olhos vistos, tivessem a coragem de medidas mais restritivas da movimentação das pessoas e um ataque mais dirigido e atempado dos Serviços de Saúde responsáveis.
Tudo terá falhado, em nome da recuperação da Economia. E o paradoxo centra-se mesmo aí. É que o abrandamento das medidas de segurança tendentes ao combate ao vírus, em nome da retoma económica, com especial ênfase na Grande Liaboa, redundou num golpe bem mais profundo, consubstanciado numa drástica drástica no Turismo.
Costuma ainda dizer-se que "quem tudo quer, tudo perde". O Governo deste nosso País quis tudo e tudo perdeu!


quinta-feira, 2 de julho de 2020

ÓDIO OU LEI DA ROLHA?

Rolhas
Por mais estranho e paradoxal que pareça este anuncio, que pode ter contornos censórios, foi aventado na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, que não deve permitir atropelos à Liberdade de Expressão consagrada no art. 37 da nossa Constituição.

Vamos por partes: é indesmentível, não o deixo de reconhecer, que nas redes sociais se usa e abusa de expressões pouco recomendáveis e algumas de radicalismos condenáveis, que apenas responsabilizam quem os produz.
Não só nas redes sociais, que todos ainda temos presentes, ao vivo e a côres, cartazes e palavras de ordem como "Polícia bom é polícia morto", apelos de morte até a presidentes estrangeiros feitos por deputada em megafone e um então assessor partidário, apelar por escrito ao fim da "bosta da Bófia" e similares.
No primeiro caso, e servirá para todos os que se sentirem ofendidos, a PSP participou o caso ao Ministério Público, numa demonstração clara que é aos Tribunais que cabe julgar os casos que lhe são denunciados e não expedientes ou perseguições administrativas com intromissão do poder Executivo que, a menos que já não sejamos um Estado de Direito, a Constituição, no seu art. 111 é bem clara quanto à separação de poderes, no caso vertente, entre o Governo, de que a menina Ministra ali representava, e os Tribunais.
Grosso modo, quem se sentir vítima de insultos, calúnia ou de ódio pode intentar uma acção judicial e não é ao governo que sob a capa do art. 240 do Código Penal, numa decisão que pode ter sido tomada por conselho ou por incitamento da deputada Joacine, que estava naquela Comissão, cabe, ou é legitimo pensar, vir com ameaças, quem sabe, e é o que eu pressinto, calar as vozes incómodas aos desígnios do seu governo ou aos da deputada Joacine.
Estão a ir demasiado longe, mesmo que os sinais, como, insistentemente por aqui tenho mencionado, já venham de há anos, "passito a passito", que me leva a pensar estarmos no trilho duma China ou duma Venezuela.
Longe vão os tempos do "come e cala", da Censura e do despotismo das ideias, que levaram cidadãos à clandestinidade
No que me toca, bem pode a  Senhora Ministra Vieira da Silva, julgar-me um gato e bater o pé para me assustar, que não me cala o Pensamento nem coarta a Liberdade de Expressão, mesmo se e quando tenha que dizer que este Governo tem tiques de autoritarismo, de arrogância e incompetência e que, na prática não passa de um executivo Faz de Conta!

BAPTISMO PRESIDENCIAL

Marcelo sugere dar o nome de Mário Soares ao aeroporto do Montijo (in Público)

Ainda a criança não foi gerada nem nasceu, já o padrinho lhe deu nome, sem consultar a família.
Mas, já que, pelos vistos, o parto vai ser precoce, por que não dar-lhe o nome de alguém que tenha sacrificado ao serviço da Pátria, fosse qual fosse a natureza ou a justeza daquela guerra?
Por exemplo, Tenente Coronel Almeida Brito, piloto da Força Aérea, morto na Guiné, em 28/3/1973, quando o avião que pilotava foi abatido por um míssil de fabrico soviético?!

quarta-feira, 1 de julho de 2020

terça-feira, 30 de junho de 2020

MEXILHÕES FRITOS

Medina critica autoridades de saúde por causa de Lisboa: “com más chefias e pouco exército não conseguimos ganhar esta guerra”

Expresso AQUI

Não acredito que Medina tenha desferido tal ataque, sem o aval do seu patrono político!O sinal foi dado. Os mexilhões, que há que reconhecer, neste caso, serem de fraca qualidade, é que se tramam, para que as culpas não sejam inculcadas no que é sempre o responsável por estar no topo da pirâmide governamental E ele que escolheu as suas tropas e as manteve, aprovou e apoiou o seu desempenho, ao longo da pandemia.Mais uma vez, com a habilidade que lhe é reconhecida, pelo menos aos olhos dos estultos que ainda embarcam em patranhas e jogadas políticas, António Costa vai sair incólume da sua falta de estofo para estar ao leme dos destinos do País! Quanto ao Presidente da Câmara de Lisboa, ora o porta-voz do desencanto das chefias, apetece-me perguntar quem promoveu ou autorizou os concertos de milhares no Campo Pequeno e e não sei se outras farras na sua cidade, como 1 de Maio e outras!Já agora, espero que os ataques de Rui Rio à DGS não tenham surgido na onda do mesmo pacote de intenções de Medina e que não tenha passado de mera coincidência!

PRÉMIO NOBEL


segunda-feira, 29 de junho de 2020

S. PEDRO CONFINADO

Ó São Pedro comilão
O Baco guardou-te as vinhas
Só Posídon é que não
Soube guardar-te as sardinhas!


A imagem pode conter: comida


sábado, 27 de junho de 2020

ÍCAROS E ÁCAROS

Eu compreendo que a manifestação do Chega, marcada para hoje, não seja consentânea com a situação que se vive na zona de Lisboa. É mais um acto inconveniente a juntar a todos os que a Esquerda tem promovido desde a Emergência, passando pela Calamidade e acabando no Alerta.
Ainda assim, não deixo de entender que há que contrariar o aproveitamento miserável e oportunista que forças políticas de Esquerda e outros grupelhos parasitários têm feito do período em que os sectores que não navegam nas águas vermelhas têm respeitado as normas de segurança, por força do Covid.É tudo deles, fazem o que querem, que tudo lhes tem sido permitido por responsáveis que, desde Março, têm dado os maus exemplos de que se deviam envergonhar.
Ainda assim, o Chega faria melhor conter-se e deixá-los pousar, que, os "outros", de tanto baterem as asas raivosas, acabarão por seguir o exemplo do Ícaro!



















sexta-feira, 26 de junho de 2020

O PAÍS DOS TOMÁS

Em 29 de Maio, é prolongado por mais 15 dias, o estado de Calamidade. Poucos dias depois, o mesmo governante que o anunciou com recomendações de distanciamento social, é figura destacada no Concerto de Bruno Nogueira, no Campo Pequeno. No seguinte,no mesmo espaço e no meio dos mesmos dois milhares de espectadores do primeiro Concerto, a figura de proa, foi o maior Magistrado da Nação, que havia corroborado nas recomendações implícitas no estado de Calamidade.
Já antes, enquanto os responsáveis pelo Santuário de Fátima, numa atitude responsável, haviam cancelado as cerimónias do 13 de Maio nos moldes de sempre, os máximos responsáveis deste País haviam celebrado o aniversário do 25-A e não obstaculizado a farra do 1 de Maio, na Alameda, onde acorreram milhares transportados em autocarros.
Entretanto, mesmo sem poder de adivinhação que lhes permitisse saber do estado pandémico do próximo Setembro, apressaram-se a autorizar a Festa do Avante, em termos que mais me sugeriram uma promoção daquela farra política .
Sem sabermos se por causa daquelas e outras festividades na zona de Lisboa e Vale do Tejo ou porque o vírus não se compadece com boas intenções e propaganda política, o Covid-19 passou a infectar regiões da zona metropolitana de Lisboa, e de forma galopante.
O poder assusta-se e repete a dose. Desta feita, as recomendações são condimentadas com medidas repressivas, restringindo liberdades a que haviam aberto o semáforo verde e aplicando coimas aos infractores dos ajuntamentos com mais de 5 pessoas, nas chamadas zonas de contingência.
E, sem colocar em causa a necessidade premente dessas medidas e do redobrar de cuidados por parte dos cidadãos, apenas fico para aqui a meditar, num diálogo surdo com os meus botões, que moral, que força persuasiva, terão os que ora proclamam da necessidade da implantação dessas medidas restritivas. Mais me preocupo, a terem-na, como não lhes doerá a consciência, por poderem ser protagonistas factuais do aforismo: BEM PREGA FREI TOMÁS, OLHA PARA O QUE ELE DIZ E NÃO PARA O QUE ELE FAZ. Mesmo que no caso vertente, tenhamos mais que um só Tomás! E, nenhum deles tem a idade juvenil do meu neto!
Bruno Nogueira pôs o Campo Pequeno a cantar ″Mãe Querida″ - DN

quinta-feira, 25 de junho de 2020

ASFIXIA

ASFIXIA E SUBMISSÃO
Vou  recuar aos anos da juventude, da submissão, quase comum a todo um Povo, aos desígnios e Propaganda do Estado Novo. Devem recordar-se os que viveram esses tempos, como a força da doutrinação vigente agregou a esmagadora maioria dos cidadãos. Era uma União Nacional vincada nos espíritos, a que a Igreja dava a sua parte de sustentáculo. É mesmo lícito que digamos que ser do contra, Então, era mais do que um acto de coragem ou de raros casos de mentes indomáveis.
Quem ousasse desafiar, por actos ou simples palavras, o regime, de que, uma esmagadora maioria do povo comungava, era ostracizado e até olhado de soslaio e desprezo, pela Sociedade local.
Hoje, o que temos? Uma Esquerda que se diz socialista que usa os mesmos métodos de propaganda, ainda que alardeando e servindo-se de outros valores, importados duma Europa em desnorte e alguma (demasiada) alienação. Uma Esquerda que compra Almas e torpedeia as mentes com falsos chavões e miríades de falsas promessas, ao mesmo tempo que vai sendo intolerante e agressiva com todos os que não comungarem do seu catecismo vermelho. Uma esquerda socialista que, sob a bandeira da democracia, arrebanha clientelas familiares para os seus desígnios de gulodice moral e material. Uma Esquerda socialista e umbiguista, que se comporta como o único farol, mas que leva o Barco dum país para um naufrágio inevitável, enquanto os seguidores, inebriados por promessas e maravilhas que lhes vendem ao desbarato, lhe vão cantando hossanas e fazendo o trabalho sujo dos idiotas úteis.
Pesando ambas as realidades, a de outrora e a actual, se os métodos e objectivos totalitários possam ser comuns, sinto que se no tempo da "Outra Senhora", com todos os seus defeitos, se celebrava a Pátria e a Nação que somos todos nós e tinham por estandarte os valores inerentes a uma Sociedade de Paz, sem temores do Futuro, que primava pela segurança e estabilidade, Hoje, meus caros, quase nos negam o direito de sermos portugueses, e, enquanto acenam pela Democracia, vão cimentando uma cultura de ódios e intolerância, inculcando nos espíritos mais fracos, que, quem não for de Esquerda, é perigoso extremista da Direita, sem direito a livre escolha e manifesto da sua opinião. A Comunicação Social, vai sendo, na esmagadora maioria, capturada pelo poder. Só vamos sabendo o que convém aos controleiros dos espaços mediáticos e a intoxicação está numa fase tão ridícula como intolerável.
Estarão os meus amigos a pensar que estou a ser tremendista e a especular. Poderá parecer. É que os passos e os avanços desta Política socialista, de intoxicação e controle das "massas" e das mentes, não são mais do que aquelas doenças silenciosas, que nos vão minando o corpo lentamente e que só nos damos conta delas, quando já não houver retorno ou cura possível.
Como veremos!