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domingo, 28 de março de 2010

Um trio maravilha!

sábado, 27 de março de 2010

Banqueiros apoiam o PEC




Os Administradores dos principais Bancos portugueses, vieram, ontem, às televisões vincar o seu apoio às medidas previstas no PEC. Não é difícil saber das razões da concordância dos banqueiros! Como eu os entendo.....e como fico bem mais agradado quando eles não concordam com medidas governamentais!...

sexta-feira, 26 de março de 2010

Momento de poesia....

... e de cultura :)))

A PILITA ALENTEJANA

Rija, enquanto durou.
Agora q'amolengou
e antes q'a morda a cobra,
Vou atá-la c'uma corda
Pra ela nã me fugiri.
Preciso da sacudiri,
Leva tempo pá'cordari
Já nem se sabe esticari.

Más lenta q'um caracoli,
Enrola-se-me no lençoli.
Ninguém a tira dali,
Já só dá em preguiçari.
Nada a faz alevantari
E já nã dá com o monti,
Nem água bebe na fonti.

Que bich'é que lhe mordeu?
Parece defunta, morreu.
Deu-lhe p'ra enjoari,
Nem lh'apetece cheirari.
Jovem, metia inveja.
Com más gás q'uma cerveja,
Sempre pronta p'ra brincari.
Cu diga a minha Maria,
Era de nôte e de dia.

Até as mulheres da vila,
Marcavam lugar na fila,
P'ra eu lha poder mostrari !
Uma moura a trabalhari,
Motivo do mê orgulho.
Fazia cá um barulho !
Entrava pelos quintais,
Inté espantava os animais.

Eram duas, três e quatro,
Da cozinha até ao quarto
E até debaixo da cama.
Esta bicha tinha fama.
Punha tudo em alvoroço,
Desde o mê tempo de moço.
A idade nã perdoa,
Acabô-se a vida boa !

Depois de tanto caçari,
Já merece descansari.
Contava já mê avô:
"Niuma rata lhe escapou !"
É o sangui das gerações. Mas nada de confusões,

Pois esta estória aqui escrita, é da minha gata, a Pilita !

quarta-feira, 24 de março de 2010

Da Rússia para Lafões.....




... veio, há nove anos, na companhia dos pais, Ekaterina Malginova, uma jovem com 18 anos, estudante da Escola Secundária de S. Pedro do Sul.
Na língua de Camões e Pessoa, acaba de editar um livro de poesias de sua autoria, e é considerada pelo corpo docente daquela escola uma aluna acima da média e com integração plena e exemplar no ambiente daquela Cidade das Terras de Viriato.
A este caso de sucesso humano e escolar não estarão alheios os professores daquele estabelecimento de ensino que, por mais que uma vez, se destacaram no "ranking" das escolas.
Mais uma noticia que envaidece os vouguinhas e é mais uma luz neste túnel de que a Educação, no todo nacional, tarda em sair.
Parabéns à jovem aluna e aos seus mestres!

terça-feira, 23 de março de 2010

PECman, o perigoso glutão...


... gerado e nascido no seio da família socialista que, quase sem interrupção, nos governa há 15 anos, este bicharoco devora tudo! É um glutão rosa, sem tino nem piedade, cujo apetite voraz apenas poupa os seus boys e os que serão os seus futuros patrões, logo que deixem o poder no País e...... fugirem do pântano......


segunda-feira, 22 de março de 2010

Fui procurar a Primavera...

... encontrei-a tímida e hesitante em deixar o útero da Mãe Natureza para satisfazer os caprichos do calendário humano. É outro o seu tempo, são suas as prioridades, com relógio próprio. Mas encontrei os sinais da menina mais bela das Estações. Mensagens coloridas, com perfumes novos e os chilreios de sempre.



















sábado, 20 de março de 2010

Presidente ou Mestre-Escola?

Era mesmo ele, o Presidente da Assembleia da República!
E o jovem e atarantado Secretário de Estado da Educação não era um rapaz aluno do Ensino Secundário.
Que ninguém exagere e entenda que, ontem, houve por ali violência escolar!

Os politicos andam nervosos!

Má consciência? A azia que lhes vai provocar o PEC?
Só eles poderão responder!

Pataca a mim, pataca a ti......

Meu caro Sucateiro:
Verifico na Lista, abaixo, não ter sido contemplado com um dos seus presentes.
Lamento que não se tenha lembrado de mim! Ter-lhe-ia vendido, por tuta-e-meia,
toda a sucata de S. Bento e da Gomes Teixeira.
Zé Povinho



sexta-feira, 19 de março de 2010

A fé clubística...

... nem sempre se coaduna com facetas sérias das nossas vidas.
Rui Pedro Soares, o administrador da PT, ao ser ouvido na Comissão de Ética do Parlamento, a propósito do seu hipotético envolvimento na compra da Media Capital (dona da TVI), entendeu transmitir aos deputados o quanto é devoto dos dragões. E dissertou sobre o tema até à exaustão, desde as ligações dos seus ancestrais ao ainda campeão nacional, até ao seu brilhante dragão de ouro.
Portistas, benfiquistas, sportinguistas e adeptos de todas as agremiações desportivas, são, por princípio gente de bem. Nas suas hostes militam exemplos de honestidade, como militará gente pouco recomendável.
Se o que RPS pretendeu provar foi a sua verticalidade, por força dos laços de paixão sublime que tem pelo FCP, melhor teria sido que explicasse até que extremos pode levar uma outra paixão, a partidária...
Ouçamos:


segunda-feira, 15 de março de 2010

Actualidade

Para quem duvidou...


... e foram alguns dos meus amigos, que algumas medidas previstas no PEC são mesmo subidas de impostos, conforme por aqui defendi no post "Quem paga a incompetência?", leia o CM de hoje.
Não que faça fé de tudo o que leio nos jornais, mas, neste ensejo, vem lá tudo bem "esmiuçado" e sustentado por dados de fontes oficiais.
Entre outros, e por exemplo, serão os contribuintes com salários mensais entre os 517 e os 1284 €,
a maior fatia afectada com a redução nas deduções com Saúde e Educação.
Como se diz na gíria, contra factos não há argumentos!

domingo, 14 de março de 2010

Aldeia de PIÓDÃO

Para lá das margens do Vouguinha, no Distrito de Coimbra e Concelho de Arganil, numa das encostas da Serra do Açor, encontramos Piódão, uma das mais típicas aldeias portuguesas. As paredes das suas casas em xisto e as coberturas com lajes de ardósia, conferem-lhe uma particularidade rara. E, como não há bela sem senão, só lamento que aqui e além pontuem moradias mais modernas que, com as suas coberturas de telha tradicional, surjam como corpos estranhos naquela aldeia classificada como imóvel de interesse público. A visitar!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Momento de poesia

Esta personagem, musa inspiradora deste poema anónimo, não merece só meia dúzia de rimas. É tão inspiradora que só um Cancioneiro estaria à altura da sua "enormidade"!

Quem paga a incompetência?

A COUTADA DOS FAISÕES

Trave mestra da propaganda eleitoral
dos socialistas nas Legislativas de Setembro, o compromisso, alardeado até à exaustão "comicieira", de não haver subida de impostos, desabou com o caruncho de tantas satânicas juras e vãs promessas, já gasto engodo de pesca-votos!
Ele aí está, o aumento de impostos, encapotado em falsas medidas populistas de justiça contributiva.
Sob o manto diáfano duma sonsa nebulosa, em que nos querem fazer crer que é dos que mais ganham o esforço para o combate à Crise. Como se corporizassem o velho refrão do PREC "os ricos que paguem a crise!"...
Crise que, sendo culpa e desculpa para tudo, não é, desta vez, o bode expiatório do agravamento fiscal. O Governo inculca, agora, num corpo estranho que emergiu, inesperadamente, do mar revolto da sua ignorância. E que só veio à superfície, com dimensões assustadoras, quando os actuais responsáveis pelas finanças deste País se viram na contingência de abrirem o jogo para a discussão do Orçamento para 2010.
Esse monstro que, até ao início deste ano, eles próprios diziam desconhecer, refugiando-se no erro de previsão, e que dá pelo nome de DÉFICIT.
O que não deixa de ser anedótico é o Governo, tomando-nos por um bando de imbecis, nos acenar com a cínica bandeira, desfraldada com grandes pompas televisivas, que está no esforço dos 30.000 contribuintes ricos que auferem mais de € 150.000 anuais, e terão num aumento médio dos seus impostos de € 700 por "cabeça", a solução do problema!
De tão ridícula esta acepção, publicitada como cartaz principal do recente menu fiscal , chega a ser insultuoso fazer crer os portugueses que as classes menos privilegiadas não serão as mais atingidas por este PEC, esse assustador pacote de medidas gerado e parido pelos anos de incompetência e autismo político de quem gere os dinheiros públicos.
Não somos todos estultos, ao ponto de não entendermos que o corte nas deduções é, em si mesmo, também, um aumento de impostos, para os que menos recebem, pensionistas incluídos!
Se querem dar um sinal de sério empenhamento, de exemplos credíveis, que reflictam, de forma séria e corajosa, a propósito dos muitos milhões que gastam, em ritmo diário, com o formigueiro de assessores e agentes de comunicação que cirandam pelos corredores ministeriais; com os gestores públicos colhidos no seu alfobre partidário; com os institutos de duvidosa utilidade; com os subsídios a fundações sem préstimo visível, de que é exemplo a que tem por nome o seu primeiro Presidente...e tantos outros estapafúrdios desperdícios!
Que, entretanto, aproveitem os intervalos da Propaganda, da Informação e Contra-Informação, para se retratarem da fanfarronice dos anúncios dos mais altos responsáveis deste Governo, do tipo "a crise acabou!"; "saímos da recessão, fomos os últimos a entrar na Crise e os primeiros a sair dela!"; "estamos a crescer, a caminho da retoma!", enquanto raiavam o insulto ao acusarem de "negativistas" avisadas figuras do espectro económico que contrariavam esta visão idílica da Alice, a tal do País das Maravilhas!
Todos teremos, mais uma,entre tantas vezes nos consulados da rosa, que contribuir para ultrapassar este momento financeiro difícil que o País vive, - e de que quem governa terá a culpa maior -, do que não nos podemos alhear, mas exige-se , de uma vez por todas, um esforço de recuperação de vergonha e se passe a falar verdade aos portugueses.
E que quem gere os destinos deste País tome recato e tino, deixando de encarar os contribuintes como um rebanho de ovelhas que, para além de esfaimadas, querem fazer estúpidas e ingénuas! Mesmo que nele incluam os tais "boys" Presidentes das Freguesias, eleitos pelas populações locais, e que o Ministro das Finanças ousou, com frase que roça o insulto e é ordinária e parola calinada, confundir com os faisões da sua coutada de caça socialista, onde aquele governante porfia, e vem demonstrando especial apetência, por sacrificar a caça menor!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Rugas de séculos















Contam-me os mais idosos que ainda usavam calções quando os avós lhes diziam que esta oliveira tinha séculos de vida. E lá continua, com algumas rugas vincadas, mas de pé, como gostará de morrer um dia. E, enquanto não chega o destino fatal, em chamas numa qualquer lareira, vai observando o Tejo que, por estes dias, se espraia, em volúpia de espuma, no regaço verde da Lezíria.



quarta-feira, 3 de março de 2010

Paixões perigosas


Os benfiquistas perdoam e aplaudem a rispidez de algumas entradas de David Luís. Os sportinguistas perdoam e aplaudem as agressivas intervenções de João Pereira. Os dragões perdoam e aplaudem as agressões de Hulk...
Para benfiquistas, sportinguistas e dragões, o seu clube de coração é, inquestionavelmente, sempre o maior, sejam quais forem os resultados desportivos ou o comportamento dos seus jogadores.
Nada os retrai, desmotiva ou desanima. O que conta é a paixão, o amor incondicional ao emblema. Como se fosse uma religião, uma jihad de fé clubística.
Foi sempre assim e nada nos leva a pensar que, no mundo do futebol, alguma vez a razão se sobreponha à paixão.
Do que, convenhamos, pouco mal virá para o outro mundo, o real, aquele em que pulsa a vida de toda uma Sociedade.
Já é de maior preocupação esta moda alienante que vem emergindo de forma assustadora, por força da retórica gratuita e da demagogia sem vergonha, que faz dos cidadãos indefectíveis "adeptos" de partidos políticos em nome duma fé em que tudo se perdoa aos seus "jogadores", mesmo os actos e as medidas que os lesem enquanto destinatários duma apregoada democracia adulta!
Os dois fenómenos têm diferenças abissais, nos seus valores e nos campos onde se desenvolvem, mas é já notório que a paixão cega, a defesa a qualquer preço dos grupos partidários a que cada um aderiu, relaxa ou destrói o espírito crítico, em benefício duma parte política, mas em prejuízo da democracia e de toda a Nação.
Nesta, é perigoso apoiar e aplaudir tudo, em nome duma fé cega. Não estamos num jogo de amor à camisola!
Quando a paixão partidária desce ao patamar da clubística, é da liberdade de cada um de nós que estamos a abdicar e, pior, é comprometermos, de forma leviana e irreflectida, um rumo para o País, que prime pela Verdade, pela Justiça e pelo Progresso que almejamos para todos nós.
As amarras emotivas e incondicionais a partidos não podem, em nome da paixão, perdoar "rispidez", "agressões", mentiras e outros desmandos sem carácter de qualquer político, seja qual for a sua camisola partidária, para que se possa manter o respeito pelo Estado e por cada um de nós.
Para que nos sintamos homens livres e não autómatos de pensamento encarcerado!...