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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

IMPOSTOS DO INFERNO


domingo, 26 de agosto de 2018

FADINHO ALENTEJANO

Modas e sons do nosso País!
Bem conseguido, este fadinho alentejano!
Estão de parabéns, o fadista e o Coro de Castro Verde!



sexta-feira, 24 de agosto de 2018

NOS CARRIS!


A CARTILHA

Só uma perguntinha.
Sem falsos pudores, que, apesar de cota, o Vouguinha até nem me considero muito retrógrado, porque será que a Tutela, ao invés de querer impor conteúdos às Editoras, não se preocupa com o que as televisões emitem no denominado "horário de Família", mormente os canais públicos, no que toca a novelas e filmes "acagalhados", onde, sob a capa duma Cultura vanguardista, se exibem e repetem, até à exaustão, cenas de violência gratuita, de faca e alguidar, e sexo que só não é explícito, porque não se sabe se os protagonistas estão a roncar de dor ou a arfar de prazer?!
Hipocrisia? Talvez, não. Provavelmente, algum iluminado que sonhou com Maduro e procura protagonismo!

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

IMAGEM DE OURO

Tem ouro e vale ouro, esta bela imagem do (Turismo in Portugal).
Que Portugal não é só Algarve e Alfama. É mais....muito mais!

sábado, 18 de agosto de 2018

GASTRONOMIA LAFONENSE

Por todo o Lafões se encontram restaurantes de boa mesa.
Lembrei-me deste, não que todos os demais o desmereçam, mas porque foi o último da Região de afamada gastronomia onde o meu estômago já foi feliz!



sexta-feira, 17 de agosto de 2018

BALNEÁRIO ROMANO


Nas Termas de S. Pedro do Sul.

"EVOLUÇÃO DAS OBRAS DO BALNEÁRIO ROMANO
As obras de valorização, conservação e reabilitação das Termas Romanas de S. Pedro do Sul decorrem a bom ritmo.
Com um valor de adjudicação de 1.549.904,46 €, este é o maior investimento em recuperação de monumentos do centro do país.
A requalificação das ruínas romanas num pólo de desenvolvimento cultural, conservando toda a envolvente histórica, vai devolver este espaço aos sampedrenses e acrescentar mais-valias ao turismo de saúde e bem-estar, atraindo novos turistas ao concelho."
(in Município de S. Pedro do Sul)

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

terça-feira, 14 de agosto de 2018

FÉ ENCARNADA...

.... para hoje.....e sempre!

OBRIGADO, BOMBEIROS!

Carta sem timbre dos Correios, mas com o sêlo da minha opinião!
Ó Senhor Comendador Jaime Marta Soares, como o mesmo respeito e admiração pelos Bombeiros Voluntário de cuja Associação o Senhor é Presidente, quero dizer-lhe que essa "ciumeira" não tem razão de ser.

E, não tem, porque a ausência daquela cerimónia de fachada, para gente ilustre ver, até dignifica mais os bombeiros, mais vocacionados para as medalhas no combate ás labaredas do que para recepções festivas.
Ademais, a melhor formatura em que se fizeram representar foi aquela que todos vimos, na hora da despedida, com as Gentes de Monchique a aplaudirem e a louvarem o esforço daqueles soldados da Paz. Essa, sim, a melhor formatura de que todos se podem orgulhar!
Capelinhas, melindres por falta de penachos ou mostra de medalhas, só podem deixar à evidência a necessidade duma nova orgânica no seio da Protecção Civil. E, esta sua reacção, poderá ter sido uma boa mostra das dispensáveis trincheiras que estão cavadas no seu seio.
Em Monchique, na recepção ao nosso Presidente da República estiveram os GIPS, a quem, na sua especificidade, não faltará o mesmo mérito que todos atribuímos aos Bombeiros. Tal como,noutras cerimónias,noutros lugares em que há outras entidades, serão os Bombeiros a formar para receber as entidades.
"Divisionismos" por coisa tão pouca e fútil, não têm justificação e, desta feita, não o posso aplaudir, como já fiz, noutras circunstâncias em que a sua palavra é um estilete da Razão!
Obrigado a todos os Bombeiros!

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

BRUXAS...las hay, las hay!

Eu não ponho as mãos no fogo por ninguém, não sei se houve prémios para os jogadores do Aves ganharem ao FCP, se não houve, nem é isso que me espanta e desagrada e não interessa neste desabafo!
O que estranho, e sobremaneira, é que sendo um assunto já badalado há meses, quando foram feitas buscas no Estádio da Luz e, acreditando nos dirigentes, quer do Benfica quer do Aves, alegando que ainda nem sequer foram ouvidos, venha um jornal do PORTO dar à estampa que a PJ do PORTO, com base num processo dirigido por um Procurador do PORTO e iniciado por "denúncia anónima" (com origem ou não no PORTO), tem provas desses alegados prémios aos jogadores do Aves.
Por recorrente, não acho estranho que os Media, sedentos de audiências, lancem mãos de fontes, duvidosas ou seguras, para denegrirem um Clube (neste e noutros casos, mais o Benfica), logo no início das competições nacionais.
O que lamento e me deixa com sérias dúvidas é se terá sido ingénuo o timing da notícia na véspera duma jogo crucial que o Benfica tem, para as competições europeias.
Mesmo que a desconfiança me não leve a pensar que, amanhã à noite, se não verta champanhe por eventual desaire da equipa portuguesa.
Não há bruxas (a não ser o célebre Nhaga), mas, como dizem nuestros hermanos, que a Galiza até é logo ali, um pouco a Norte, que las hay, las hay!

PERTINENTE...

... e em brasa!



CABO DAS TORMENTAS

Séculos depois das Descobertas, eis que alguma C.S. , ou alguém que a mandatou ou controla, descobriu que há grupos terroristas organizados a deitar fogo às nossas florestas, esse flagelo a que assistimos desde há vinte, trinta anos, e que se vai agravando, na exacta medida que aquece o território e a incúria, não se cuida do Interior e as florestas são desprezadas.
Pois bem: todos sabemos que as ignições são provocadas por negligência, umas, por 
malvadez, outras, e, por fenómenos naturais, outras ainda!
Não enjeitando que, ao longo dos anos, hajam interesses comerciais com mão incendiária, pirómanos e outros loucos que vão proliferando numa Sociedade cada vez mais alienada, desconfio que alguém, servindo-se do diapasão mediático, nos venha, agora, com a descoberta dum Adamastor, dum Mostrengo, que passa a arcar com com o odioso de toda a tragédia que assola o nosso País.
Temos uma Polícia Judiciária que sabe investigar. Temos Serviços Secretos, temos Tribunais, há indivíduos presos e não deixava de ser detectada qualquer "organização" ou associação de malfeitores que se dedicassem à tarefa da terra queimada.
Quando o ouvir dessas entidades, acreditarei. Por enquanto, a minha opinião é de que, para lá dos "bodes expiatórios" já publicitados e de outros que se vão esboçando, sempre que altos responsáveis deste País, abrem a ilustre goela, é mais um estandarte pirata agitado, para desviar o odioso das calamidades e da impotência em lhes responder, para um novo Adamastor, que lhes saiu da cartola.
Por mim, vou continuar a acreditar que há negligência, há pirómanos, há malvadez individual, um ou outro caso de interesse comercial, mas, sobretudo, como o IPMA vem alertando, das condições atmosféricas propícias a essas ocorrências, para lá, o que se vem agravando de ano para ano, da desertificação galopante do Interior, do abandono das terras, onde escasseia gente para o cultivo e para cuidar das florestas.
Desde há vinte, trinta anos, que estes fenómenos vêm em crescendo e em crescendo continuarão se, quem tem por obrigação, cuidar da segurança do País, a todos os níveis, se perder mais em palavreado inócuo, visitas lixiviantes, ao invés de tomar medidas conducentes a que se reanime a vida no Interior do País e os dispositivos necessários para um reordenamento, rápido e sério, das florestas.
Já! Antes que a fria borracha do Inverno apague as memórias e as promessas e faça esquecer tudo o que, para lá do benéfico turismo e das praias, de mau os verões nos vão trazendo.
Os Mostrengos  deste Cabo das Tormentas são outros! Eu "topo-os"....ao longe a  navegarem à vista, ao sabor das ondas eleitorais!

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

AGULHETA NOVA

Não será toda a justificação, mas lembremo-nos que, por esse tempo de que ainda se  "fala", em que os tractores eram de quatro patas e viviam em currais, os agricultores, que cuidavam dos seus campos e não lhes deixavam entrar mato, cortavam o estrume dos pinhais para forrarem os currais do gado e, até, para fazerem o "adubo caseiro", depois substituído por químicos. Nas aldeias, as donas de casa, iam ao molho de ramos e arbustos secos ás matas, que era o combustível das lareiras e dos fornos comunitários. Acresce que, por esse tempo, as mais remotas povoações não estavam quase desertificadas e, sempre que havia notícia duma ignição, eram os próprios habitantes que dominavam as chamas, logo à nascença.
Hoje, o panorama dos campos é outro? É. Como, aliás, tudo se alterou. E aí é que está o problema. É que essa alteração do panorama do território não foi acompanhado de medidas correspondentes, que substituíssem aquela normalidade anterior. Viram o "Mundo a pular e avançar", para o melhor e para o pior, e os responsáveis, neste campo, ficaram a marcar passo na parada do antigamente, sem que pulassem e avançassem nas medidas que urgiam ser tomadas e consentâneas com a nova realidade.
Insistir na falta de acessos, quando, de há muito, se acede à Lua e a Marte e há caminhos para todo o espaço não é mais do que reconhecer falhanços próprios, de quem tinha por obrigação fazer e não fez!
E que, perante a apatia política, alguns estranhos interesses se foram criando?! É natural...... Como em tudo.
Por vezes, é sintomático como, mesmo antes duma Lei, que obriga a uma determinada prática ou utensílio, ser aprovada, já está alguém a criar uma empresa com esse produto obrigatório ou com os caminhos burocráticos para a sua concretização....
Mas, não é aqui, ou só aqui, que radica o flagelo dos incêndios..
Em suma:
 para novas realidades, novas medidas. Um ordenamento do território que contemple a realidade actual do Interior...
Agulheta nova, precisa-se..... mas pode custar votos!

terça-feira, 7 de agosto de 2018

VOUZELA E A PENSÃO JARDIM


O ex-libris gastronómico de há décadas, da juventude do Vouguinha, ponto de encontro de amigos, por entre o aroma dos pastéis de Vouzela e dos néctares do Baco, sob o olhar complacente dos saudosos e laboriosos Augusto Ferreira e D. Otília!
Saudades, do tempo, do espaço...e dos amigos de Então!

CONTROLANDO A SITUAÇÃO

Sem palavras...


COM MONCHIQUE

O meu respeito pelas populações de Monchique e pelos operacionais no terreno!

Eu não simpatizo com os chamados treinadores de bancada do Futebol, que sabem as tácticas todas e são senhores da bolinha mágica. Como não me agradam as críticas, sejam elas negativas ou positivas, à forma como se combatem os incêndios, enquanto eles ainda decorrem no terreno e convocam todos para o combate e para o esforço de o debelar.
Mas, mesmo a contragosto, olhando para Monchique, não resisto a deixar uma questão, que se funda, precisamente, no despoletar de toda a tragédia.
Todos ouvimos, com alarde, ainda antes dos dias de canícula, que já se previam pelo IPMA, responsáveis governamentais darem, a par do bom exemplo de ordenamento do território, um reforço de meios operacionais naquela região, por ser a mancha de território de maior risco de fogo, em todo o País.
Os meios foram, e bem, colocados no terreno, de forma, como ora se usa dizer, musculada. Anunciou-se, e bem, uma reforçada vigilância nos locais de prováveis ignições.
Perante todos estes pressupostos, com a Protecção Civil em força no Algarve, a questão que importa conhecer é esta:
- Sabendo que o monstro do fogo, apenas pode ser dominado à nascença, até pelas particularidades do relevo e das manchas florestais da Serra de Monchique, qual o tempo que mediou o primeiro alerta da ignição do incêndio, até à primeira e real intervenção no terreno no sentido de o combater?!
Alguém responderá?

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

POR DETRÁS DO BIOMBO

Contra factos, não há argumentos!
Mais do que as palavras, por mais sábias e dengosas que elas sejam, o que conta mesmo, na vida real, são os actos! Independentemente de quem os pratica!