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domingo, 30 de setembro de 2018

NA REPÚBLICA DA HIPOCRISIA

Não será o que estamos a vivenciar, em Portugal e na Europa?


R.I.P. ÂNGELA MARIA!

Uma flor para os Céus do Brasil!

O FERRÂO CRISTIANO


terça-feira, 25 de setembro de 2018

PEMBA, HOJE!

Uma imagem da manhã de hoje, numa Avenida da cidade de Pemba, no Norte de Moçambique, que o Vouguinha recorda com saudade.
Créditos: Foto de Bruno de Castro

O INFARMED...

... terá algum medicamento aprovado para a mentira, mesmo quando é dita com arrogância?!

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

MAL MENOR

A minha dúvida mais atroz é saber se o meu "Mal Menor" é fraco e se deixou enganar (mais uma vez), ou se embarcou na tramóia!
E fico por aqui, que para verter ácido e ir além dos meus próprios limites da decência, é preferível ficar gago (que me desculpem os que o são).
Cantemos....que ainda não é a música fúnebre deste nosso Estado de Direito!

domingo, 23 de setembro de 2018

DO RATO AO RATTON

Não. Não venho com tema de "clubite" e desiluda-se quem já estiver a afiar o estilete para vir à procura de sangue. Que é vermelho! Mas, não, não é no acessório que vou bater teclas. É no que considero como essencial!Começo por desmontar o espanto, que já me foi manifestado de viva voz, pelos elogios que teci à Procuradora-Geral da República e o quanto lamento a sua não recondução. Dizem-me alguns amigos benfiquistas que os processos de que o Benfica está a ser alvo, são mera "perseguição" ou algo que o valha. Sou benfiquista e o único desejo que acalento e que exijo aos Tribunais é que apurem o que têm que apurar, que se apoiem em provas concretas e não em castelos no ar, que, em suma, façam Justiça, punindo quem merecer punição e absolvendo quem foi injustamente acusado. Que, para lá, desta circunstância episódica, o Benfica, enquanto Instituição, está muito acima de todos os actores que gravitem na sua órbita.Joana Marques Vidal teve um magistério de coragem, de independência política, que sabemos que os acusados pelo MP não se confinaram a um só espectro partidário. Foi mais além e soube, pedra a pedra, bloco a bloco, construir, nos seus seis anos de mandato, o mais alto posto de vigia contra a corrupção galopante.Que foi travando como pode e com os escassos meios de que dispunha.E, se nestes anos em que vivemos uma denominada Democracia, e já lá vão décadas, foi a que melhor coordenou essa luta titânica contra esse Polvo que navegou ou navega nas sujas águas dos poderosos e, se a Lei Máxima não impedia a sua recondução, só me apraz perguntar, no término do meu desabafo: como e porquê se justifica a sua substituição?!Espero e desejo que não venha, em breve, a ter a resposta que o meu espírito desconfiado teima em sussurar-me e que, numa manobra de diversão e sinal de força, para tuga ver, a partir de agora e durante algum tempo, se reforce a sanha investigadora contra Clubes de Futebol, enquanto a corrupção política esfrega as mãos na parede alta onde pode estar a salvo!
É o que, mais breve do que tarde, saberemos!

sábado, 22 de setembro de 2018

AÇORDA DE SALSICHAS E ATUM


O menu retratado nesta imagem do DN AQUI, servido numa escola, fez-me recuar aos remotos tempos em que andava dias seguidos a comer ração de combate, nas matas que não eram do Gambrínus nem do Tavares Rico.
Haverá sempre quem venha em defesa deste cardápio para uma alimentação saudável. Que é um prato de peixe e outro de carne! E, se for um organismo público a defende-lo, quem se atreverá a contrariar, num País onde a simples crítica, mesmo a bem intencionada, leva como retorno o sêlo da maledicência!
Mesmo que vivamos tempos em que o poder nem é carne nem é peixe. É uma açorda!

sábado, 15 de setembro de 2018

PADARIA LAFÕES


Na antiga cidade de Lourenço Marques, hoje Maputo, no "outro lado do tempo", eram muito apreciadas as arrufadas, a iguaria preferida para pequenos almoços e lanches nas Pastelarias laurentinas.
Dizia-se mesmo que era um dos ícones da capital moçambicana. As arrufadas, sinal da procura, eram vendidas em quase todos os estabelecimentos de restauração, mas, na sua maioria, eram confeccionados na que seria então a melhor Padaria daquela urbe. A "PADARIA LAFÕES".
Não surpreende, se soubermos que a Região de Lafões, neste Portugal das Descobertas, é das mais antigas e dedicadas à doçaria conventual, tradição que se vai mantendo e aperfeiçoando nestes anos em que recuámos quase meio século para fazer uma "prova" das arrufadas de Moçambique.

VACINA HISTÓRICA

Para que o vírus desta doença se não volte a instalar, que tal uma vacina?!
Rodando a fita do tempo.Quem estiver atento à estratégia eleitoral dos socialistas, não deixará de lhe reconhecer pontos comuns com a Campanha de 2009, a tal que permitiu a José Sócrates manter-se no poder, ainda que com maioria relativa.
Depois de, na sua primeira governação, com maioria absoluta, ter, em 2006 e 2007, sujeitado os portugueses a um violento "apertar do cinto", logrou reduzir o deficit herdado do seu correligionário Guterres e que os fugazes governos liderados pelos sociais-democratas não tiveram tempo para debelar e secar o pântano.
Surgiu a denominada Crise Internacional, cujos sinais eram já bem visíveis em 2008 e que, como era previsível, não deixaria de afectar um país de economia frágil, estruturalmente débil.
Os alertas ecoaram. Tocaram as trombetas de alarme de experimentados economistas e políticos da nossa Praça. Sócrates e os seus apaniguados fizeram orelhas moucas, negaram o óbvio com estranha e ridícula veemência e inusitado optimismo, escudando-se num oásis que visionavam nos astros do seu devaneio.
Aproximava-se o fim do mandato, com eleições em 2009...
Já, então, os Serviços Públicos e órgãos de informação estavam "infestados" de homens de mão, de boys e girls socretinos.
Não era o tempo de enfrentar a Crise. Mais fácil era negá-la e deixar os portugueses na doce e ilusória sensação de que trovoada da "estranja" não lançava raios nem coriscos nesta terra abençoada e protegida pela forte couraça do homem do leme. A Crise não era nossa e, se viesse, seríamos os últimos a entrar e os primeiros a deixá-la!...
Ministros do aparelho no poder, em 2009, quando aquela começava a agudizar e a deixar as primeiras e bem notórias marcas no espectro luso, se ufanavam ainda de que a "Crise acabou!". Nada havia a temer!.....
Era ano eleitoral, o momento propício para adocicar o Povo com novas papas...e jorrou mel duma colmeia a esvair-se. Distribuíram-se benesses sociais, aumentaram-se os funcionários públicos, contrataram-se obras aos pacotes e promete-se, mais uma vez, o Paraíso....enquanto se mascara o real valor do deficit....
A leader da Oposição tenta, desesperadamente, dar o alerta de que a situação do país era grave e não a "mentira" propalada, clamando que, a persistirem as políticas esbanjadoras e desastrosas do Governo socialista, Portugal não teria Futuro! Caiu-lhe tudo em cima, chamaram-lhe "velha", negativista e alarmista, e outros mimos pouco recomendáveis. Queixou-se da asfixia do aparelho partidário no poder, no assalto às estruturas do Estado, das tentativas de mordaça a vozes livres e fez-se eco, em alguns Media, dos "casos" envolvendo Sócrates (Licenciatura ao Domingo, Cova da Beira, Freeport.......) e eis que Manuela Ferreira Leite é cilindrada e acusada de ser a autora duma "Campanha Negra"...
Sócrates muda de máscara, tempera a arrogância de anos e faz choradinho de vítima apoiado por toda uma máquina de propaganda de elevados custos e com fortes raízes adventícias em grande parte da Comunicação social. E é no auge da VITIMIZAÇÃO, do pacote de benesses sociais e aumentos de salários que chega ao acto eleitoral, conseguindo uma maioria relativa para o partido da espinhosa rosa.
Encena, de imediato, um mediático e falacioso diálogo com a Oposição, para portuga ver, e parte para o velho estilo de governação arrogante, ao mesmo tempo que vai retirando, paulatinamente, todos os rebuçados distribuídos na Campanha Eleitoral, deixando os beneficiários seus votante a chuparem o dedo com os olhos esbugalhados...
E continua a negar a Crise, enquanto vai encostando à parede o maior partido da oposição parlamentar, com a ameaça do "dilúvio nacional", caso não visses satisfeitos os seus desígnios consubstanciados no PEC I, PEC II, PEC III..., enquanto Passos Coelho vai pedindo desculpa aos portugueses....
Ao tentar o PC IV, leva cartão encarnado. Recusa-se a pedir Ajuda Internacional, jura não querer governar com o FMI....e demite-se, continuando no governo em gestão, lançando pedras, inaugurando e reinaugurando, de dia como Primeiro Ministro, "comiciando" à noite, enquanto secretário-geral.
O P.R., a Sociedade Civil, e figuras mais coerentes do seu aparelho partidário e do próprio governo, perante o óbvio destino ao abismo, com a sombra da bancarrota num horizonte muito próximo, pressionam-no a pedir ajuda...
Passa ao ataque: foi a Oposição que derrubou o Governo, deixando crer que não terá sido ele próprio a demitir-se; a culpa da Crise é da Oposição, que lhe não deu luz verde para mais aquele PEC....e, provavelmente, para todos os PEC que se seguiriam até ao desastre final...
Eis de novo a vítima, que até só queria defender Portugal!....
A culpa é dos outros! Dos que deixaram de lhe aparar os golpes! Eis, de novo, a grande vítima!....
O filme está aí, de novo. Na mesma Sala, para que os portugueses vejam e, muitos, se deixarem, mais uma vez, deliciar e enganar com o "barulho das luzes" e do dramatismo deste verdadeiro artista nacional! Com pose e tiques de Hollywood, mas produzido em Portugal.....em plena candidatura para o Óscar do embuste político!...

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

ESFREGÃO DE COZINHA

A propósito daquela frase de Guerra Junqueiro, com mais de 120 anos, Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo, lembrei-me da nossa actual Assembleia Legislativa e não deixei de me questionar: se tudo ou quase tudo que é proposto pelo Poder Executivo, o Governo, é aprovado na Assembleia da República, para que necessitamos dos 230 denominados "representantes do Povo", a quem cabe uma substancial fatia do Orçamento,dos impostos que pagamos, seja em salários, em viagens, pensões vitalícias e outras benesses?
É que, para mudar uma vírgula ou outra, acrescentar ou retirar um "pinchavelho" mal plasmado, seria suficiente o Governo ter ao seu serviço dois ou três advogados.
A AR como ressonância ou eco do Governo, não vale de grande coisa e dá uma imagem de água benta que faz a benzedura dos humores e vontades do Governo.
Aquela imagem de blocos coloridos a levantarem o rabo ou a colá-lo, em simultâneo, aos cadeirões, deixam-me a duvidar se alguém naquele Hemiciclo tem ideais ou vontade próprias ou se, porventura,como minimamente se lhes exige, cumprem o prometido desígnio de representarem o sentir dos seus eleitores.
Tão mal se ouve falar do sistema democrático americano e tão comum é, por exemplo, congressistas do partido do Presidente, não votarem as suas propostas!
Na nossa? Só se for por um queijo limiano!

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

NOVA TAXA

As alternativas para que quem investe, trabalha e produz sejam mais taxados, já não são muitas.
Que ninguém lembre às "Catrinas" esta última, que poderá ser a TAXA DO TRÂNSITO INTESTINAL, vulgo, numa linguagem mais popular, a TAXA DA CAGAÇÃO!




A GAMELA


terça-feira, 11 de setembro de 2018

DESPACITO

Pacito a pacito, não sei onde estes dois dançarinos nos vão levar!

domingo, 9 de setembro de 2018

AREIAS OU DIAMANTES

Vender-se-iam grãos de areia por diamantes?!


JORNALISTAS versus JORNALEIROS

Jornalistas e Jornaleiros
Passa despercebido a quem não está atento. Por vezes, o sofá conforta e o que importa são as imagens coloridas que nos vão entretendo as vistas e adocicando os tempos mortos.
Quem, com interesse nas causas, nos temas em debate, nas intenções declaradas e nas ideias de quem, de algum modo, tem interferência na vida de todos nós, não deixará de fazer uma destrinça entre jornalistas, enquanto profissionais sérios da comunicação que, enquanto tal, prestam um relevante serviço á Comunidade e aqueles a quem deponho na lapela a placa de "jornaleiros".
Os primeiros são aqueles que, mesmo que senhores da sua própria ideologia, simpatizantes dum ou de outro espaço político, sejam da Esquerda ou da Direita, sabem usar o seu mister, desempenhar a sua missão informativa, com a isenção que se exige a profissionais desta arte.
Que questionam, que são acutilantes nas perguntas, que despoletam os temas que, no momento, mais possam interessar á Sociedade, sem fazerem do Jornalismo uma pia pessoal dos dejectos das suas convicções, como fazem aqueles "jornaleiros" que, no embrulho das suas questões capciosas, já levam a sua própria resposta, mesmo antes que o entrevistado se possa exprimir e responder.
São estes os "jornaleiros a soldo", os que fazem da carteira profissional, a chave da porta dos seus interesses pessoais ou grupais, ou para satisfação e adulação das suas entidades patronais. Não perguntam, não aguardam pela opinião dos inquiridos. Fazem logo eco das suas certezas, do seu posicionamento, traçam nas rugas cínicas do seu rosto, os esgares da insatisfação pelas respostas que lhes desagradam. Balouçam nas cadeiras, onde pousam os seus rabos raivosos, lançam mais gafanhotos por minuto que as torneiras da EPAL e raiam os olhos de vermelho como se tivessem acabado de sai dum aquário de gorazes!
Isto não é jornalismo sério, sejam os seus fautores de Esquerda ou de Direita. É, antes, uma escola de militantes a soldo que envergonham e desacreditam os que, ainda ouvimos muitos, levam a profissão a sério e sabem respeitar o seu código de Ética com o profissionalismo que se lhes requer.
Que, exercício político e prática democrática, podem exerce-los no seio dos partidos em que acreditam e, sobretudo, na mesa de voto, enquanto cidadãos de corpo inteiro. Que não lhes fica bem, arrogarem-se se sabichões, de seres de outra galáxia, os faróis da sabedoria, quando o seu dever se confina a uma Informação isenta e não a propaganda partidária que cabe a profissionais de outras artes! E que, eles próprios podem exercer noutros palcos.
Se condenamos estes últimos, saudemos os que sabem resistir aos ventos que lhe vão soprando, vão além das suas naturais convicções e levantam bem alto a bandeira da ISENÇÃO, sempre que comunicam no exercício da sua profissão!
Nobre, como qualquer outra!

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

ORIANA FALLACI


Que repouse em Paz esta grande jornalista e escritora!

APITA O COMBOIO ELEITORAL

António Costa "quer fazer o que ainda não foi feito" na ferrovia - TVI24

  Impagáveis! Na forma como cultivam a imagem na navegação à vista e ao sabor da corrente popular!

Teve três anos para fazer tudo e deixou os comboios ( e a falta deles) na situação que todos já conhecemos. A menos de um anos das eleições, ao estilo da melodia do Pedro Abrunhosa diz ir "fazer o que ainda não foi feito".
E, segundo o seu Ministro da tutela anunciou com pompa e circunstância, a primeira medida será encomendar 22 comboios a Espanha que só cá estarão daqui a 5 anos, com Factura para que, sendo sempre os mesmos a pagarem (nós), sejam outros a arcar com o "recibo" das culpas!
  Oxalá este País não descarrile com esta carga de promessas eleitoralistas!

O comboio já apita

Nas Linhas de Portugal
Promessas do maquinista
No comboio eleitoral!

MAIS DOIS PATINHOS!


terça-feira, 4 de setembro de 2018

FORTALEZA DA MEMÓRIA


Fortaleza da Ilha do Ibo, no Norte de Moçambique.
Da tipologia de muitas fortalezas que se podem ainda admirar em Portugal! Estou a lembrar-me de Elvas, Almeida e outras.

sábado, 1 de setembro de 2018

A BANHEIRA DAS TERMAS



Nas Termas de São Pedro do Sul, esta banheira antiquíssima, que foi resistindo à corrosão dos séculos, devem ter-se banhado reis, rainhas, pedintes, guerreiros, cavalheiros e damas de toda a estirpe, de muitas terras e origens!