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Navegue....e mergulhe, está num rio de águas límpidas!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

BOM 2019!

O Vouguinha deseja a todos os familiares e amigos que vão passando por aqui, um Ano Novo feliz!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

R.I.P. , CATALINA PESTANA


Uma Grande Senhora que prestou relevantes serviços à Comunidade e sempre foi vista com apreço pelo mérito e desempenho das funções públicas de relevo, finou-se e subiu à última morada em Paz, sem que junto a ela estivesse qualquer membro do Estado ou do Governo do País que tão bem serviu!
A gratidão dos simples, a Paz eterna para Catalina Pestana!


BORBA, SEM RODRIGUINHOS

Breve visão (a minha) do caso de Borba!
O caso de Borba presta-se aos entendimentos mais díspares, no que concerne à atribuição das culpas.
São poucos os inocentes, de entre os organismos estatais e os próprios exploradores das pedreiras.
Lembro-me de como, há uns anos não muito distantes, os proprietários de pedreiras, devidamente legalizadas e cumprindo as normas de segurança, eram objecto de denuncias por parte de moradores que foram construindo as suas casas na zona de segurança, a distância das explorações, que a própria Lei não permitia. Licenciadas pelas Câmaras ou simplesmente clandestinas, faziam a "vida negra" aos exploradores das pedreiras, que já lá estavam e observavam a Lei, invocando ruído e danos resultantes das explosões necessárias ao desmonte das rochas.
Neste caso particular de Borba, para quem conhece, minimamente, a legislação de regula a matéria, é fácil deduzir que é o inverso que se passa.
A Estrada de Borba a Vila Viçosa, antes, nacional e, depois, municipal, é de construção bem anterior ao licenciamento das pedreiras. Logo, o que falhou, em incumprimento das normas vigentes, terá sido, por um lado o desrespeito dos proprietários pelas distâncias de segurança, bem espelhados em todos os Regulamentos conhecidos, desde há décadas até Hoje e a falta da imposição dessas normas por parte dos organismos que concediam os Alvarás e fiscalizavam as explorações.
Todo o resto, mormente na propalada inacção do Município, ao não interditar a via, são culpas "morais", bem diversas das que, por força legal, serão assacadas ao Estado!
Decidiu bem o Conselho de Ministros em reconhecer o "falhanço" do Estado e dispor-se a indemnizar os familiares dos falecidos na tragédia, que às vítimas apenas se podem formular votos de que repousem em paz e que o seu sacrifício, no mínimo, sirva de exemplo para casos similares e tantos serão por este país de pedra!

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

FORA DOS CARRIS

Deus nos proteja disso, mas imaginem que o pior acontece. Sabem quem vai ser o grande culpado? Ou o maquinista ou o assentador de travessas (sulipas) na via! Registem.....mesmo que prefira ficar sem resposta!
"Administração da CP decidiu adiar a manutenção dos rodados das automotoras eléctricas de 1,7 milhões de Km para 2 milhões de Km. O Director de material alertou para os riscos e foi demitido."

sábado, 15 de dezembro de 2018

FELIZ NATAL, LAFÕES!

A todos e em especial aos vouzelenses e demais lafonenses, o Vouguinha deseja um FELIZ NATAL!







domingo, 9 de dezembro de 2018

RIOS DE MONTANHA

Um novo livro com mais de 100 imagens inéditas. Rios de Montanha - nos domínios do Melro-d'água. Este novo livro mostra a vida desta peculiar ave e uma região com paisagens únicas. Faça a sua encomenda ou receba mais informação aqui:
cosmefoto@gmail.com

sábado, 8 de dezembro de 2018

PROVÉRBIOS RADICAIS


O RIDÍCULO JÁ NÃO MATA?!

Os propagandistas de alguma Esquerda ainda não entenderam bem a noção do ridículo!Primeiro, foi, e é ainda , a campanha contra Trump. Que o homem odiava mulheres, que ia expulsar todos os portugueses dos EUA, que vinha aí a III Guerra Mundial, para lá do colar de mimos e muitas pérolas que lhe dependuraram ao pescoço.Depois, seguidos por quem, no nosso País, tinha por obrigação estar calado, por respeito pela vontade democrática dos Povos e até por questões de diplomacia entre Estados, os mesmos propagandistas de alguma Esquerda, antes, durante e após a eleição de Bolsonaro, invectivaram o homem de tudo o que não chamam à madrasta mais odiada, passando um atestado de menoridade aos brasileiros.Chegou a vez, agora, duma surtida de inventonas contra o VOX, um partido espanhol da Andaluzia, de quem apenas se conhece ser contra o actual surto da "imigração" em massa, fazendo crer que os 12 deputados eleitos defendem a despenalização da violência doméstica, um tema que gera natural repulsa e de que os promotores da campanha suja conhecem bem os seus efeitos nas massas pouco avisadas!O pior e mais preocupante, mesmo para lá da estranha democracia plasmada nestas "propagandas" caluniosas contra tudo o que não seja do seu espectro ideológico, é que, a crer no que se ouve nos Média, há quem acredite.Provavelmente, e por paradoxo, até acreditarão os filhos daqueles que, em tempos remotos, acreditaram que os comunistas comiam criancinhas ao pequeno almoço e matavam os velhos com uma injecção atrás da orelha!Os propagandistas de alguma Esquerda ainda não entenderam que o ridículo mata?!

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

COGUMELOS DA BEIRA

Cogumelos da Beira

Bom dia, estamos a vender a nossa carrinha com sistema de frio,ideal para transporte de cogumelos,frutos vermelhos e hortícolas. Tudo a funcionar perfeitamente. Vendemos por falta de uso. Aos interessados contactem 967577433. Obrigado Luís Fonseca



RÓTULOS

-Não és de nenhum dos partidos da geringonça? És de EXTREMA DIREITA!
- Não queres o teu país invadido e seres obrigado que sustentar estrangeiros, enquanto muitos dos teus concidadãos têm fome e há imensos tugas sem abrigo? - ÉS XENÓFOBO!
- Toleras os gays, as lésbicas, os assim-assim, mas não admites que te imponham essa condição? - ÉS HOMOFÓBICO!
- Entendes que Trump tem o direito de defender as suas fronteiras de hordas onde se misturam terroristas, com assaltantes, párias, com gente realmente necessitada?! - ÉS DESUMANO
- Estás farto de aturar a escumalha por todos estes rótulos? - Manda-os para a P. Q. os P., com a ressalva de não ofenderes as maezinhas! 

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

SÓ SEI QUE NADA SEI!

Ou um "filósofo" com relógio, mas sem País!


AINDA BORBA

A distância das pedreiras (zona de defesa) a estradas municipais, devia ser, no mínimo de 50 metros?
(Anexo II, previsto no artº 4º do Regulamento aprovado pelo D.L. 270/2001, de 6/10)
Desde quando as empresas exploradoras deixaram de cumprir essa distância de segurança?
O que consta dos Relatórios das Vistorias efectuadas ao longo dos anos e de que forma foram cumpridas as punições previstas na Lei, aos que não cumpriram o Regulamento?
Pois, ninguém sabe. O Vouguinha, também não, mas fica à espera, como qualquer cidadão que exige viver num verdadeiro Estado de Direito, que a Justiça cumpra o seu dever, já que outros o poderão ter incumprido!|


Salvo legislação específica em contrário, as zonas de defesa devem ter as seguintes distâncias, constantes do anexo II da lei de pedreiras, medidas a partir da bordadura da escavação ou de outro elemento integrante da pedreira mais próximo do objeto a proteger:

Objetos a proteger
Distância de proteção (metros)
Prédios rústicos vizinhos, murados ou não .............................................................................................10
Caminhos públicos ...............................................................................................................................15
Condutas de fluidos ..................................................................................................................................20
Postes elétricos de baixa tensão .......................................................................................................20
Linhas aéreas de telecomunicações telefónicas não integradas na exploração/linhas de telecomunicações e teleférico/cabos subterrâneos elétricos e de telecomunicações .............................20
Linhas férreas .................................................................................................................50
Pontes .............................................................................................................................30
Rios navegáveis e canais/nascentes de águas, cursos de água de regime permanente e canais ............50
Cursos de água não navegáveis e de regime não permanente…..………………………………………10
Postes elétricos aéreos de média e alta tensão, postos elétricos de transformação ou de telecomunicações ..........................................................................................................................30
Edifícios não especificados e não localizados em pedreira e locais de uso público …………………...50
Nascentes ou captações de água .....................................................................................................50
Estradas nacionais ou municipais ...........50
Autoestradas e estradas internacionais .................................................................................................70
Monumentos nacionais, locais classificados de valor turístico, instalações e obras das Forças Armadas e forças e serviços de segurança, escolas e hospitais …………………………………………………...100
Locais e zonas classificadas com valor científico ou paisagístico ..............................................500

Sem prejuízo dos requisitos de segurança, a largura das zonas de defesa poderá ser alterada, por decisão da DGEG, tendo em conta o racional aproveitamento do recurso, as caraterísticas da massa mineral, sua estabilidade e localização, profundidade a atingir relativamente ao objeto a proteger, assim como em função da utilização de explosivos.
Sublinhe-se que a inobservância das zonas de defesa constituem contraordenação grave.

Saliente-se que poderão ser aplicadas zonas de defesa definidas em legislação específica regulamentadora de outro tipo de atividades, entre as quais se referem a título de exemplo as seguintes: zonas de defesa a albufeiras, proteção de marcos geodésicos, proteção de captações de água, zonas de proteção a linhas de alta e de muito alta tensão, zonas de proteção a antenas emissoras de ondas hertzianas, etc.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

COGNOMES


BORBA

Pois! Até a chuva carrega com as culpas de quem tem por obrigação zelar pela segurança das vias e dos cidadãos. Ninguém é responsável pela fiscalização e por avaliação, regular e atempada, das condições das estruturas de que os cidadãos se servem. Que a única e capaz estrutura é a máquina fiscal, que nunca avaria e está sempre em cuidada manutenção.
Pêsames aos familiares das vítimas!

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

DIA MUNDIAL DA POBREZA

Celebra-se, hoje, o Dia Mundial dos Pobres. É tão só mais um "Dia" dos muitos que se foram instituindo, grande parte não sei por quem nem para quê, que todos os dias do calendário são dia de todos, dos pobres, dos ricos, das árvores, dos animais, de tudo o que povoa a Terra em que vivemos.
Ainda assim, e a propósito da celebração do Pobre, o Pensamento voou até uma aldeia dos arredores de Sabrosa onde uma tragédia de origem ainda mal definida, ceifou a vida a três adultos e duas crianças. Uma Família completa.
Acontecimentos funestos desta índole podem acontecer com todos, ricos, pobres, remediados, que a desgraça não escolhe vítimas pelo peso da bolsa ou do estatuto.
Mas, ao ouvir o Presidente da Autarquia de Sabrosa reconhecer a situação de pobreza daquele agregado familiar, a fazerem pela vida num "barraco" que iam melhorando, tijolo a tijolo, conforme os parcos euros arrecadados numa vinha do Douro, de que os adultos seriam caseiros e perante o seu desabafo de que a pobreza é abrangente a todo o País - que nem precisaria de o referir -, sou levado a pensar: que vaidade, que farsa para Europa ver, que outros desígnios são a mola para tanta abertura e ânsia em recolher, abrigar e apoiar monetariamente, a onda de "refugiados" (se é que o são todos), que demandam o Vlho Continente.
Egoísmo meu, falta de generosidade para com quem foge de países em guerra ou da pobreza?! Não, não é isso, mesmo que entenda que a ter que escolher em dar abrigo a um concidadão ou a um estranho, a opção é clara!
Portugal está a esbracejar para sair duma Crise e, não importando, agora, invocar origem ou julgar culpados, onde a Sociedade ainda enferma com largas franjas de pobreza e de sem-abrigo. Não nos ponhamos em bicos de pés, ou em mecenatos hipócritas, para Mundo ver.
Comecemos por apoiar e proporcionar condições aos portugueses para que tenham habitação condigna e o mínimo status de dignidade. É o passo que se exige a um Estado que, passe o facto de ter empenhado a um vasta Comunidade parte da sua génese e "independência", tem por obrigação primeira de olhar e cuidar dos seus.
E não valem os acenos de xenofobia para que pensemos de forma diversa. É sentir que, no seio dos que nos estão mais próximos, há famílias que necessitam de abrigos e outros apoios, enquanto a riqueza que se produza não seja capaz de edificar uma Sociedade mais justa!
Que, como noutras facetas da nossa vida comum, nenhum Português pode ficar para trás!

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

FAKE NEWS

Perguntar não ofende, sobretudo, quando as questões são pertinentes!





terça-feira, 13 de novembro de 2018

VOUZELA INVESTE

Que não faltem ânimo,  iniciativa e resiliência às Gentes do Coração do meio de Lafões.



quinta-feira, 8 de novembro de 2018

BANDA DE MOÇÃMEDES

Está de parabéns a Banda do meu torrão natal. Celebra, no próximo fim de semana, os seus 143 anos de existência ao serviço da Cultura.
Parabéns a todos os responsáveis e executantes da Sociedade Musical de Moçãmedes.
Longa vida!
Foto "Notícias de Vouzela"
a"

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

ANSIEDADE

Ansiedade?!
Ansiosos devíamos andar todos nós, cidadãos, em saber como, quem e porquê assaltou Tancos, mas, e sobretudo, a quem imputar responsabilidades por incompetência ou negligência criminosa, pelo surto de Legionella de 2014, e aos que se seguiram, que ceifaram vidas e ligaram centenas de vítimas ás máquinas de suporte de vida; às mais de cem vidas perdidas e dos feridos nos incêndios de 2017, para lá do imensurável património perdido, neste Portugal que é cada vez mai
s uma Terra Queimada!
A estas calamidades e a outros desmandos a que este Povo se vem sujeitando, enquanto as culpas andam a saltitar de mão em mão, de pouso em pouso, num clima de pouca vergonha e dum cruzar de braços humilhante!
Que se deixe, quem deve, de sonsas guerrilhas de poder, que vai sendo o tempo de deixarem de fazer dos portugueses os peões do tabuleiro dos seus jogos de xadrez político! De que todos saem a ganhar, menos os peões!
Chega de tanto apurar, chega de tanto pingue-pongue de culpas e culpados.
Decidam-se duma vez e acabem com essa propalada e estranha ansiedade!

E AS CRIANÇAS, SENHORA?

"A nova ministra da Saúde foi na terça-feira ao Parlamento dizer que não é possível fazer um ajuste direto para a construção da nova ala pediátrica do Hospital de São João, no Porto!! - RTP

Não deixa de ser estranho! Num País onde, desde o poder Central às Autarquias, se usa e abusa do Ajuste Directo, para um caso destes não há ajuste?! Medo serôdio do Tribunal de Contas? Se a medida excepcional não pode ser tomada pelo Governo, que estão a fazer 230 deputados eleitos pelo Povo (?) na AR? Não é para legislar? Não podem decretar uma excepção para um caso específico?
Hum....ou serão desculpas esfarrapadas, que eu ainda não desisti do palpite de que tudo avançará mais perto das próximas eleições?!

OURO DE LEI

Num Mundo onde o egoísmo, o individualismo e laivos de loucura campeiam, com notícias que nos amarguram os sentidos, é reconfortante ler um testemunho como este!
Parabéns a ambos. Ao pai, pelo amor e dedicação à filha enferma, ao elemento policial pela componente humana que soube conservar por debaixo daquela farda!

Testemunho do cidadão Vítor Martins Romão:

"Antes de mais, a minha guerreira continua a lutar de forma brava. 24h depois da cirurgia.
Ontem, quando estava a regressar a Lisboa, vindo de uma rápida ida a Grândola, recebi uma chamada da Renata, aflitíssima, porque lhe tinham ligado do Hospital de Santa Maria a solicitar presença urgentíssima de um de nós.
Faltava assinar o termo de consentimento, para o procedimento anestésico da Margarida, e ela encontrava-se no bloco operatório em espera, para a tão urgente e vital cirurgia.
Escusado será dizer que, após ligar os 4 piscas, a minha condução passou para o modo WRC, na versão Pai Aflito.
Tenho esperança, de não ter colocado em perigo os condutores que apanhei, mas talvez  tenha feito por queimar pontos para 2 cartas de condução.
Algures na cidade, quando olhei pelo retrovisor, tinha uma moto da PSP a mandar encostar.
Assim fiz.
O agente dirigiu-se e após continência, pediu-me os documentos e perguntou o porquê da marcha de urgência e do tipo de condução.
Ao que respondi, que tinha uma filha à espera num bloco operatório de Sta. Maria, e que ele tinha 2 opções: ou me prendia já, ou eu ia seguir e na mesma condução.
Obviamente, não estava o mais sereno, e as lágrimas correram-me, num misto de aflição e nervoso.
Calmo. Sem sequer tirar o capacete, nem pegar na carteira dos documentos, que lhe estava a dar, apenas me disse: "respire fundo, acalme-se o que lhe seja possível e siga-me".
Saiu em direcção à mota e escoltou-me até Santa Maria.
Em frente ao portão principal, voltou a fazer continência e seguiu.
Fiquei sem palavras.
Nem nome, nem cara, sequer.
Apenas o senhor polícia da mota.
Talvez fosse isso mesmo que ele quis dizer. Ele foi apenas a Polícia. Foi apenas a instituição que representa. E eu e a minha filha, os cidadãos que ele jurou defender.
E existem muitas formas de defender.
Algumas nem vêm nos cânones, outras vêm nos cânones e são humanamente infringidas.
Obrigado senhor polícia, em nome, da minha familia, do meu País, que tanto precisa. Jamais o esqueceremos.
Nota: numa sociedade que nunca será perfeita, mas que devemos sempre lutar para que seja, prefiro tolerar uma falha dos bons a ajudar os bons, do que penalizar uma falha dos bons a lutar contra os maus.
É só."

terça-feira, 6 de novembro de 2018

BALADA DE HILL STREET

Quando os locais de diversão deixam de ser isso mesmo e passam, com demasiada frequência, a palcos de violência gratuita, é caso para que nos preocupemos com a Segurança, mas, sobretudo, com a Educação que se vai ministrando à nossa juventude!


domingo, 4 de novembro de 2018

EMPREITADA DOMINICAL

Desconheço a autoria, mas qualquer semelhança com a realidade, não é pura coincidência!

Nos tempos em que os reis mandavam, numa noite escura, à entrada de dezembro, o rei veio à varanda do seu iluminado palácio e reparou que a cidade estava escura como breu.
Chamou o seu Chanceler-Mor e ordenou-lhe:
- Antes do natal quero ver a cidade toda iluminada.
Toma lá 500 cruzados e trata já de resolver o problema.
O Chanceler-Mor chamou o Alcaide e ordenou-lhe:
- O nosso rei quer a cidade toda iluminada ainda antes do natal.
Toma lá 250 cruzados e trata imediatamente de resolver o problema.
O Alcaide chama o Meirinho e diz-lhe:
- O nosso rei ordenou que puséssemos a cidade toda iluminada para o natal.
Toma lá 100 cruzados e trata imediatamente de resolver o problema.
O Meirinho emite um edital a dizer:
“Por ordem do rei em todas as ruas e em todas as casas deve imediatamente ser colocada iluminação de natal. Quem não cumprir esta ordem será enforcado”.
Uns dias depois o rei veio à varanda e, ao ver a cidade profusamente iluminada, exclamou:
- Que lindo! Abençoado dinheiro que gastei. Valeu a pena.
… E foi assim que Portugal começou a funcionar …

sábado, 27 de outubro de 2018

"FUI À TERRA"

"Fui à terra", sem sair desta cadeira onde me sento e a partir da qual viajo no olhar até à aldeia onde nasci. Na primeira foto, penso mesmo ver a casa que foi o meu berço!
Eu envelheci, mas ela está mais jovem e diferente, que diferentes nos fazem as décadas que vamos palmilhando nos caminhos da vida.
Fica o registo (fotos de Horácio Ribeiro). Moçãmedes, concelho de Vouzela, mais uma das terras beiroas, daquele Interior que teima em resistir aos ventos desta modernidade que lhe vai virando costas. E que não desiste, que não são de desistir as suas Gentes!





ROLA A BOLA


terça-feira, 23 de outubro de 2018

FILOSOFANDO

Se eles fossem nossos contemporâneos! lol


                                                                   (Desconheço o autor)

OS IDOSOS AGRADECEM

Obrigado, polícias, os "velhotes" e a Sociedade descomprometida com o banditismo, agradecem! Não se deixem desmobilizar por campanhas de índole duvidosa!


domingo, 21 de outubro de 2018

GRATIDÃO ETERNA

Estávamos no início dos anos cinquenta. Os meios de Saúde eram muito escassos no País e com mais acuidade nas regiões do Interior.
Naquela aldeia vouzelense, a da minha origem, a minha saudosa mãe estava muito mal. Eu teria 6 ou 7 anitos e, durante dois dias, ia ouvindo, na surdina do corredor que dava acesso ao quarto onde ela era assistida, que "seria um milagre salvá-la", pois havia perdido muito sangue.
Lembro-me que ia chorando e rezando pelos cantos do casarão, em inocentes apelos ao Deus do Mundo, para que a minha mãe recuperasse.
Ao segundo dia de aflição, enquanto o Doutor Simões procedia a transfusões de sangue, numa derradeira tentativa de a salvar, uma tia insistia comigo para que fosse comer alguma coisa, pois estava num jejum de dois dias, por recusar qualquer alimento.
No corredor, junto à porta do quarto, respondi-lhe, em desespero, que só comeria quando a minha mãe estivesse curada. A minha resposta foi ouvida pelo Doutor que vinha a sair e que, recuando uns passos, me colocou uma mão na nuca e me disse com a voz embargada:
- Vai comer, que a tua maezinha está salva!
Esta frase cresceu comigo e já meia dúzia de pêlos me despontavam no bigode insólito, quando me cruzava com o Doutro Simões pelas ruas de Vouzela, não era um médico que via, mas um salvador, que me inspirava respeito e alguma devoção.
E, porque é público, entre os lafonenses que este meu episódio intimista se replicou, durante anos, em muitos lares e unidades de saúde lafonenses, é justo que reconheça que toda a minha admiração e gratidão eternas por este Grande Homem e Grande Médico é, afinal, abrangente a toda a Sociedade Lafonense que nunca o esquecerá.
Por mim, o ter coragem de relatar algo muito meu, muito pessoal e que me acompanhou durante décadas, é, só por si, o meu preito de homenagem na despedida sentida que faço a um grande vulto, uma Alma Grande de Vouzela!|
Obrigado, Doutor Simões. Repouse na Paz que soube merecer!

CAPITALISMO SELVAGEM


R.I.P. DOUTOR SIMÕES

Não é panegírico de circunstância, é um testemunho e manifesto de pesar pela mudança de espaço dum Grande Homem e Médico. O Doutor ANTÓNIO SIMÕES, sem medo das palavras, e o Dr.Telmo Teixeira de Figueiredo, que também já nos deixou, para lá de outras facetas, no que concerne ao desenvolvimento social e material do Concelho, foram, em tempos recuados, o verdadeiro Serviço Nacional de Saúde de Vouzela. Dois vultos da História de Vouzela e de Lafões a quem devotaram toda uma vida de dádiva e humanismo.
Obrigado, Doutor Simões, que, lá no Alto da Paz, seja recompensado pelo que de Bem fez na terra que é sua e o não esquecerá.
Lafões está de luto!

Pêsames a toda a Família!


Foto "Notícias de Vouzela"

terça-feira, 16 de outubro de 2018

ALIENAÇÃO?!

Serão estes jovens os verdadeiros culpados pela apetência por aventuras mórbidas?
Ou serão eles próprios os frutos xoxos e insensatos duma Sociedade permissiva e algo alienada, que os não educa segundo os naturais padrões do comportamento humano?!
Que os combatentes e famílias lhes perdoem, mas, no mínimo reflictam a propósito do modo como estão a preparar  as gerações do Futuro breve!
E que, esteja onde estiver, aquele ex-combatente que doou a vida pelos iguais dos jovens que desrespeitaram quem morreu na guerra, possa continuar a repousar em PAZ!

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

LAFÕES, UM ANO DEPOIS!

Dói, num misto de raiva e condolência, recordar as imagens de pânico e destruição de há um ano!
Lembrar o pavor e o sofrimento dos meus conterrâneos de Lafões e regiões vizinhas, as vidas perdidas e o património devorado pelas chamas, está bem espelhado naquela imagem do IP3, em que os utentes da via, cercados pelo fogo, junto aos seus carros, rezavam em coro de súplica e Fé.
Foi há um ano, ainda se sofre, pela perda de casas e haveres, muitos pela perda de familiares. Nem tudo está feito, que a solidariedade não saldou, de todo, as contas com as labaredas do infortúnio.
Mas, saber da forma como as Gentes de Vouzela e Oliveira de Frades, que me são mais próximas, souberam reerguer-se, dar as mãos, e reconstruir, as Almas, o edificado e como as Empresas da Região suplantaram o desânimo e recomeçam de novo, só nos pode orgulhar e nos fazem recordar que os beirões são mais de quebrar que de torcer!
E, sem entrar nas apreciações estéreis ou lições de cátedra, de como se previnem e combatem incêndios, que deixo para outros patamares mais adequados, espero que as Gentes das minhas terras e as de todos os cantos deste País, não se vejam mais confrontadas com calamidades, que sendo obra da Natureza, não deixa de ter contributos doutra natureza, da humana!
Hoje, só resta a congratulação, saber que os braços não caíram, e que particulares e empresas celebram, um ano depois, a arrancada para um novo fôlego, uma nova vida, com o mesmo ânimo e o labor de sempre.
Parabéns, lafonenses! O Vouguinha está feliz, por vós!

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

SACOS DE LAFÕES

No preciso dia em que o Governo anuncia a subida de dois cêntimos, no preço dos sacos de plástico fornecidos pelos comerciantes, mormente nas grandes superfícies, o Notícias de Vouzela, semanário regional de Lafões, dá-nos conta de mais uma unidade fabril a implantar na zona Industrial de Vouzela e que vai ter por actividade o fabrico de sacos biodegradáveis.
Seria uma medida bem mais profícua para o ambiente e para o consumidor final que, ao invés de onerar as embalagens plásticas, o Governo impusesse, por via legal, a todos os comerciantes, o fornecimento gratuito dos novos sacos amigos do Ambiente!
Já sei que nem todos gostarão de tal ideia, que é só isso e que, provavelmente, nunca terá acolhimento.  A começar pelos fabricantes de plásticos e pelas petrolíferas que estão a montante do seu fabrico. Mas, o interesse nacional  e o Mundo habitável que se pretende deixar aos vindouros, sobrepõe-se  a interesses económicos de grupos!

OS BURROS E O TROMPETE

Há burros que gostam de música, mesmo que ela tenha sempre o mesmo refrão e tocada pelo mesmo trompetista!

DO CORONEL À CAGANEIRA

Não menciono a autoria, por desconhecer. Agarrei por aí e achei interessante......e quase um espelho da realidade!
Rico de uniforme: Coronel

Pobre de uniforme: Porteiro
Rico com uma arma: Praticante de tiro
Pobre com uma arma: Assaltante
Rico com uma pasta: Executivo
Pobre com uma pasta: Paquete
Rico com motorista: Milionário
Pobre com motorista: Preso
Rico de sandálias: Turista
Pobre de sandálias: Mendigo
Rico que come muito: Gastrónomo
Pobre que come muito: Esfomeado
Rico a jogar bilhar: Elegante
Pobre a jogar bilhar: Viciado no jogo
Rico a ler um jornal: Intelectual
Pobre a ler um jornal: Desempregado
Rico a coçar-se: Alérgico
Pobre a coçar-se: Sarnento
Rico a correr: Desportista
Pobre a correr: Ladrão
Rico vestido de branco: Doutor
Pobre vestido de branco: Empregado de Drogaria
Rico a pescar: Lazer
Pobre a pescar: Esfomeado
Rico a subir um Monte: Montanhista
Pobre a subir o Monte: De volta a Casa
Rico num restaurante: Cliente
Pobre num restaurante: Criado
Rico bem vestido: Executivo
Pobre bem vestido: Corrupto
Rico barrigudo: Bem sucedido
Pobre barrigudo: Cirrose
Rico a coçar a cabeça: A pensar
Pobre a coçar a cabeça: Piolhoso
Rico parado na rua: Peão
Pobre parado na rua: Suspeito
Rico de fato: Empresário
Pobre de fato: morto
Rico a conduzir um Mercedes: Proprietário do carro
Pobre a conduzir um Mercedes: Motorista
Rico na loja: "Eu compro."
Pobre na loja: "Estou só a ver."
Rico a chorar: Sensível
Pobre a chorar: Piegas
Rico traído: Adultério
Pobre traído: Corno
Rico com dor de barriga: Desarranjo Intestinal
Pobre com dor de barriga: Caganeira
Rico num restaurante: Cliente
Pobre num restaurante: Criado
Rico bem vestido: Executivo
Pobre bem vestido: Corrupto
Rico barrigudo: Bem sucedido
Pobre barrigudo: Cirrose
Rico a coçar a cabeça: A pensar
Pobre a coçar a cabeça: Piolhoso
Rico parado na rua: Peão
Pobre parado na rua: Suspeito
Rico de fato: Empresário
Pobre de fato: morto
Rico a conduzir um Mercedes: Proprietário do carro
Pobre a conduzir um Mercedes: Motorista
Rico na loja: "Eu compro."
Pobre na loja: "Estou só a ver."
Rico a chorar: Sensível
Pobre a chorar: Piegas
Rico traído: Adultério
Pobre traído: Corno
Rico com dor de barriga: Desarranjo Intestinal
Pobre com dor de barriga: Caganeira

terça-feira, 9 de outubro de 2018

MAU DESPERTAR

Ontem, a maioria dos portugueses acordou com más notícias e não teve nada a ver com intromissão na vida democrática de outros países, nem das livres escolhas dos seus cidadãos!
A insónia estava cá dentro de portas, sem necessidade de molharem as pestanas nas águas do Atlântico!




segunda-feira, 8 de outubro de 2018

NÃO CHORES, RI!


OBRA LUSA

O Presidente da Câmara só não estava, porque tinha ido ajudar o Vereador da Propaganda a fazer um post na Página do Facebook, com o anúncio deste grande melhoramento!



terça-feira, 25 de setembro de 2018

PEMBA, HOJE!

Uma imagem da manhã de hoje, numa Avenida da cidade de Pemba, no Norte de Moçambique, que o Vouguinha recorda com saudade.
Créditos: Foto de Bruno de Castro

O INFARMED...

... terá algum medicamento aprovado para a mentira, mesmo quando é dita com arrogância?!

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

MAL MENOR

A minha dúvida mais atroz é saber se o meu "Mal Menor" é fraco e se deixou enganar (mais uma vez), ou se embarcou na tramóia!
E fico por aqui, que para verter ácido e ir além dos meus próprios limites da decência, é preferível ficar gago (que me desculpem os que o são).
Cantemos....que ainda não é a música fúnebre deste nosso Estado de Direito!

domingo, 23 de setembro de 2018

DO RATO AO RATTON

Não. Não venho com tema de "clubite" e desiluda-se quem já estiver a afiar o estilete para vir à procura de sangue. Que é vermelho! Mas, não, não é no acessório que vou bater teclas. É no que considero como essencial!Começo por desmontar o espanto, que já me foi manifestado de viva voz, pelos elogios que teci à Procuradora-Geral da República e o quanto lamento a sua não recondução. Dizem-me alguns amigos benfiquistas que os processos de que o Benfica está a ser alvo, são mera "perseguição" ou algo que o valha. Sou benfiquista e o único desejo que acalento e que exijo aos Tribunais é que apurem o que têm que apurar, que se apoiem em provas concretas e não em castelos no ar, que, em suma, façam Justiça, punindo quem merecer punição e absolvendo quem foi injustamente acusado. Que, para lá, desta circunstância episódica, o Benfica, enquanto Instituição, está muito acima de todos os actores que gravitem na sua órbita.Joana Marques Vidal teve um magistério de coragem, de independência política, que sabemos que os acusados pelo MP não se confinaram a um só espectro partidário. Foi mais além e soube, pedra a pedra, bloco a bloco, construir, nos seus seis anos de mandato, o mais alto posto de vigia contra a corrupção galopante.Que foi travando como pode e com os escassos meios de que dispunha.E, se nestes anos em que vivemos uma denominada Democracia, e já lá vão décadas, foi a que melhor coordenou essa luta titânica contra esse Polvo que navegou ou navega nas sujas águas dos poderosos e, se a Lei Máxima não impedia a sua recondução, só me apraz perguntar, no término do meu desabafo: como e porquê se justifica a sua substituição?!Espero e desejo que não venha, em breve, a ter a resposta que o meu espírito desconfiado teima em sussurar-me e que, numa manobra de diversão e sinal de força, para tuga ver, a partir de agora e durante algum tempo, se reforce a sanha investigadora contra Clubes de Futebol, enquanto a corrupção política esfrega as mãos na parede alta onde pode estar a salvo!
É o que, mais breve do que tarde, saberemos!

sábado, 22 de setembro de 2018

AÇORDA DE SALSICHAS E ATUM


O menu retratado nesta imagem do DN AQUI, servido numa escola, fez-me recuar aos remotos tempos em que andava dias seguidos a comer ração de combate, nas matas que não eram do Gambrínus nem do Tavares Rico.
Haverá sempre quem venha em defesa deste cardápio para uma alimentação saudável. Que é um prato de peixe e outro de carne! E, se for um organismo público a defende-lo, quem se atreverá a contrariar, num País onde a simples crítica, mesmo a bem intencionada, leva como retorno o sêlo da maledicência!
Mesmo que vivamos tempos em que o poder nem é carne nem é peixe. É uma açorda!

sábado, 15 de setembro de 2018

PADARIA LAFÕES


Na antiga cidade de Lourenço Marques, hoje Maputo, no "outro lado do tempo", eram muito apreciadas as arrufadas, a iguaria preferida para pequenos almoços e lanches nas Pastelarias laurentinas.
Dizia-se mesmo que era um dos ícones da capital moçambicana. As arrufadas, sinal da procura, eram vendidas em quase todos os estabelecimentos de restauração, mas, na sua maioria, eram confeccionados na que seria então a melhor Padaria daquela urbe. A "PADARIA LAFÕES".
Não surpreende, se soubermos que a Região de Lafões, neste Portugal das Descobertas, é das mais antigas e dedicadas à doçaria conventual, tradição que se vai mantendo e aperfeiçoando nestes anos em que recuámos quase meio século para fazer uma "prova" das arrufadas de Moçambique.

VACINA HISTÓRICA

Para que o vírus desta doença se não volte a instalar, que tal uma vacina?!
Rodando a fita do tempo.Quem estiver atento à estratégia eleitoral dos socialistas, não deixará de lhe reconhecer pontos comuns com a Campanha de 2009, a tal que permitiu a José Sócrates manter-se no poder, ainda que com maioria relativa.
Depois de, na sua primeira governação, com maioria absoluta, ter, em 2006 e 2007, sujeitado os portugueses a um violento "apertar do cinto", logrou reduzir o deficit herdado do seu correligionário Guterres e que os fugazes governos liderados pelos sociais-democratas não tiveram tempo para debelar e secar o pântano.
Surgiu a denominada Crise Internacional, cujos sinais eram já bem visíveis em 2008 e que, como era previsível, não deixaria de afectar um país de economia frágil, estruturalmente débil.
Os alertas ecoaram. Tocaram as trombetas de alarme de experimentados economistas e políticos da nossa Praça. Sócrates e os seus apaniguados fizeram orelhas moucas, negaram o óbvio com estranha e ridícula veemência e inusitado optimismo, escudando-se num oásis que visionavam nos astros do seu devaneio.
Aproximava-se o fim do mandato, com eleições em 2009...
Já, então, os Serviços Públicos e órgãos de informação estavam "infestados" de homens de mão, de boys e girls socretinos.
Não era o tempo de enfrentar a Crise. Mais fácil era negá-la e deixar os portugueses na doce e ilusória sensação de que trovoada da "estranja" não lançava raios nem coriscos nesta terra abençoada e protegida pela forte couraça do homem do leme. A Crise não era nossa e, se viesse, seríamos os últimos a entrar e os primeiros a deixá-la!...
Ministros do aparelho no poder, em 2009, quando aquela começava a agudizar e a deixar as primeiras e bem notórias marcas no espectro luso, se ufanavam ainda de que a "Crise acabou!". Nada havia a temer!.....
Era ano eleitoral, o momento propício para adocicar o Povo com novas papas...e jorrou mel duma colmeia a esvair-se. Distribuíram-se benesses sociais, aumentaram-se os funcionários públicos, contrataram-se obras aos pacotes e promete-se, mais uma vez, o Paraíso....enquanto se mascara o real valor do deficit....
A leader da Oposição tenta, desesperadamente, dar o alerta de que a situação do país era grave e não a "mentira" propalada, clamando que, a persistirem as políticas esbanjadoras e desastrosas do Governo socialista, Portugal não teria Futuro! Caiu-lhe tudo em cima, chamaram-lhe "velha", negativista e alarmista, e outros mimos pouco recomendáveis. Queixou-se da asfixia do aparelho partidário no poder, no assalto às estruturas do Estado, das tentativas de mordaça a vozes livres e fez-se eco, em alguns Media, dos "casos" envolvendo Sócrates (Licenciatura ao Domingo, Cova da Beira, Freeport.......) e eis que Manuela Ferreira Leite é cilindrada e acusada de ser a autora duma "Campanha Negra"...
Sócrates muda de máscara, tempera a arrogância de anos e faz choradinho de vítima apoiado por toda uma máquina de propaganda de elevados custos e com fortes raízes adventícias em grande parte da Comunicação social. E é no auge da VITIMIZAÇÃO, do pacote de benesses sociais e aumentos de salários que chega ao acto eleitoral, conseguindo uma maioria relativa para o partido da espinhosa rosa.
Encena, de imediato, um mediático e falacioso diálogo com a Oposição, para portuga ver, e parte para o velho estilo de governação arrogante, ao mesmo tempo que vai retirando, paulatinamente, todos os rebuçados distribuídos na Campanha Eleitoral, deixando os beneficiários seus votante a chuparem o dedo com os olhos esbugalhados...
E continua a negar a Crise, enquanto vai encostando à parede o maior partido da oposição parlamentar, com a ameaça do "dilúvio nacional", caso não visses satisfeitos os seus desígnios consubstanciados no PEC I, PEC II, PEC III..., enquanto Passos Coelho vai pedindo desculpa aos portugueses....
Ao tentar o PC IV, leva cartão encarnado. Recusa-se a pedir Ajuda Internacional, jura não querer governar com o FMI....e demite-se, continuando no governo em gestão, lançando pedras, inaugurando e reinaugurando, de dia como Primeiro Ministro, "comiciando" à noite, enquanto secretário-geral.
O P.R., a Sociedade Civil, e figuras mais coerentes do seu aparelho partidário e do próprio governo, perante o óbvio destino ao abismo, com a sombra da bancarrota num horizonte muito próximo, pressionam-no a pedir ajuda...
Passa ao ataque: foi a Oposição que derrubou o Governo, deixando crer que não terá sido ele próprio a demitir-se; a culpa da Crise é da Oposição, que lhe não deu luz verde para mais aquele PEC....e, provavelmente, para todos os PEC que se seguiriam até ao desastre final...
Eis de novo a vítima, que até só queria defender Portugal!....
A culpa é dos outros! Dos que deixaram de lhe aparar os golpes! Eis, de novo, a grande vítima!....
O filme está aí, de novo. Na mesma Sala, para que os portugueses vejam e, muitos, se deixarem, mais uma vez, deliciar e enganar com o "barulho das luzes" e do dramatismo deste verdadeiro artista nacional! Com pose e tiques de Hollywood, mas produzido em Portugal.....em plena candidatura para o Óscar do embuste político!...

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

ESFREGÃO DE COZINHA

A propósito daquela frase de Guerra Junqueiro, com mais de 120 anos, Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo, lembrei-me da nossa actual Assembleia Legislativa e não deixei de me questionar: se tudo ou quase tudo que é proposto pelo Poder Executivo, o Governo, é aprovado na Assembleia da República, para que necessitamos dos 230 denominados "representantes do Povo", a quem cabe uma substancial fatia do Orçamento,dos impostos que pagamos, seja em salários, em viagens, pensões vitalícias e outras benesses?
É que, para mudar uma vírgula ou outra, acrescentar ou retirar um "pinchavelho" mal plasmado, seria suficiente o Governo ter ao seu serviço dois ou três advogados.
A AR como ressonância ou eco do Governo, não vale de grande coisa e dá uma imagem de água benta que faz a benzedura dos humores e vontades do Governo.
Aquela imagem de blocos coloridos a levantarem o rabo ou a colá-lo, em simultâneo, aos cadeirões, deixam-me a duvidar se alguém naquele Hemiciclo tem ideais ou vontade próprias ou se, porventura,como minimamente se lhes exige, cumprem o prometido desígnio de representarem o sentir dos seus eleitores.
Tão mal se ouve falar do sistema democrático americano e tão comum é, por exemplo, congressistas do partido do Presidente, não votarem as suas propostas!
Na nossa? Só se for por um queijo limiano!

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

NOVA TAXA

As alternativas para que quem investe, trabalha e produz sejam mais taxados, já não são muitas.
Que ninguém lembre às "Catrinas" esta última, que poderá ser a TAXA DO TRÂNSITO INTESTINAL, vulgo, numa linguagem mais popular, a TAXA DA CAGAÇÃO!




A GAMELA


terça-feira, 11 de setembro de 2018

DESPACITO

Pacito a pacito, não sei onde estes dois dançarinos nos vão levar!

domingo, 9 de setembro de 2018

AREIAS OU DIAMANTES

Vender-se-iam grãos de areia por diamantes?!


JORNALISTAS versus JORNALEIROS

Jornalistas e Jornaleiros
Passa despercebido a quem não está atento. Por vezes, o sofá conforta e o que importa são as imagens coloridas que nos vão entretendo as vistas e adocicando os tempos mortos.
Quem, com interesse nas causas, nos temas em debate, nas intenções declaradas e nas ideias de quem, de algum modo, tem interferência na vida de todos nós, não deixará de fazer uma destrinça entre jornalistas, enquanto profissionais sérios da comunicação que, enquanto tal, prestam um relevante serviço á Comunidade e aqueles a quem deponho na lapela a placa de "jornaleiros".
Os primeiros são aqueles que, mesmo que senhores da sua própria ideologia, simpatizantes dum ou de outro espaço político, sejam da Esquerda ou da Direita, sabem usar o seu mister, desempenhar a sua missão informativa, com a isenção que se exige a profissionais desta arte.
Que questionam, que são acutilantes nas perguntas, que despoletam os temas que, no momento, mais possam interessar á Sociedade, sem fazerem do Jornalismo uma pia pessoal dos dejectos das suas convicções, como fazem aqueles "jornaleiros" que, no embrulho das suas questões capciosas, já levam a sua própria resposta, mesmo antes que o entrevistado se possa exprimir e responder.
São estes os "jornaleiros a soldo", os que fazem da carteira profissional, a chave da porta dos seus interesses pessoais ou grupais, ou para satisfação e adulação das suas entidades patronais. Não perguntam, não aguardam pela opinião dos inquiridos. Fazem logo eco das suas certezas, do seu posicionamento, traçam nas rugas cínicas do seu rosto, os esgares da insatisfação pelas respostas que lhes desagradam. Balouçam nas cadeiras, onde pousam os seus rabos raivosos, lançam mais gafanhotos por minuto que as torneiras da EPAL e raiam os olhos de vermelho como se tivessem acabado de sai dum aquário de gorazes!
Isto não é jornalismo sério, sejam os seus fautores de Esquerda ou de Direita. É, antes, uma escola de militantes a soldo que envergonham e desacreditam os que, ainda ouvimos muitos, levam a profissão a sério e sabem respeitar o seu código de Ética com o profissionalismo que se lhes requer.
Que, exercício político e prática democrática, podem exerce-los no seio dos partidos em que acreditam e, sobretudo, na mesa de voto, enquanto cidadãos de corpo inteiro. Que não lhes fica bem, arrogarem-se se sabichões, de seres de outra galáxia, os faróis da sabedoria, quando o seu dever se confina a uma Informação isenta e não a propaganda partidária que cabe a profissionais de outras artes! E que, eles próprios podem exercer noutros palcos.
Se condenamos estes últimos, saudemos os que sabem resistir aos ventos que lhe vão soprando, vão além das suas naturais convicções e levantam bem alto a bandeira da ISENÇÃO, sempre que comunicam no exercício da sua profissão!
Nobre, como qualquer outra!