
Iniciar
Navegue....e mergulhe, está num rio de águas límpidas!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Morreu a fazer o que mais gostava....

domingo, 22 de agosto de 2010
O Glutão Insaciável

quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Definham os campos, engordam as madrassas....e os madraços.

A Região de Lafões não passou incólume a este "tufão" destruidor....
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Optimistas, enganem-me que eu gosto!

Já havia decidido ( e vou manter, no essencial) não abordar a temática dos incêndios, sem que esteja ultrapassado o período negro que nos tem consumido as florestas. Essa intenção prende-se com o facto de entender que não é a quente, em plena luta , o momento adequado para se debaterem questões desta natureza.
O mesmo entendimento não teve o Senhor Ministro da tutela. Rui Pereira que, mal-grado a calamidade que ia galopando em ritmo atrozmente acelerado, sobretudo no Norte e Centro do País, foi sendo credor de compreensão pela forma decidida e presencial como ia acompanhando os casos mais difíceis, quebrando o relativo estado de graça quando decidiu tocar a vuvuzela do optimismo e do positivismo, tão caros ao partido que o sustenta no Governo!
Proclamar “positiva” a forma como se processou o combate aos incêndios, ainda que reconheçamos o esforço, o denodo, dos soldados da Paz, não tanto pelos meios postos à sua disposição, proclamar, quase em tom de vitória, que a área ardida é inferior à que foi pasto das chamas em 2003 e 2005, quando ainda ardem vastas áreas de floresta, quando os populares lutam, sem descanso, na defesa de suas casas, é uma proclamação pouco séria, com fins politiqueiros, um insulto para todos aqueles que ainda pelejam na refrega dos fogos, para todos os que viram os seus haveres reduzidos a cinzas e para os cidadãos que ainda se se vão condoendo e preocupando com a destruição do seu País.
Não andou bem o Senhor Ministro. Não se levantam troféus de optimismo nestas situações. Não há desgraças positivas!
Como não andou bem o Senhor Primeiro, e as suas habituais câmaras de ressonância, quando nos aparece sorridente e de ar feliz, anunciando ter sido positivo o facto do número de desempregados não ter aumentado no segundo trimestre deste ano. Por continuar em carteira com 589.800 desempregados (segundo os dados do INE), desprezando, como politicamente convinha, o facto de, relativamente a igual período do ano transacto, serem mais 80.000 sem emprego! Considerar estes números uma “boa notícia” só pode ser mais um miserável golpe de propaganda. À custa dos que vão assistindo ao resvalar para o abismo dum Povo que teve a desdita de lhe dar caução.
É mais um optimista. Mais um dotado, que, por artes mágicas, não faz vinho da água, mas transforma as derrotas trágicas em vitórias retumbantes.
Afinal, bem à imagem do treinador do clube da minha simpatia que, tendo nome de salvador, após a real derrota com a Briosa, foi lesto em falar de ter dominado e massacrado a equipa adversária.
Estes homens, malabaristas da palavra, são uns optimistas, uns positivistas. Que todos os outros, os que nos falam verdade, com os pés na terra e sem asas de anjos mentirosos, são uns negativistas!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Papagaio louro, de bico.....

Um pintura digital do Jaime Alves, trabalhada a partir de foto de sua autoria, no Paraguay. Na sua nota, esclarece-nos que se trata duma "Amazona aestiva" ou "loro ablador". Na familia destas aves (Psittacidae), a espécie retratada é a que tem mais capacidade/virtuosismo vocal para imitar vozes humanas, cantos de outras aves ou mesmo o ladrar dum cão.
Sem desvirtuar o belo trabalho daquele meu amigo, muito menos dos seus profundos conhecimentos desta temática, a crer nas capacidades desta ave, fico, para além de grato ao Jaime Alves, a interrogar-me se a espécie nâo estará a ser objecto de reprodução intensiva no nosso País, tantos são os papagaios no poleiro que nos vão iludindo com o seu canoro canto!
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
O Estado é quem manda em nós...
Quando da calamidade que atingiu a Madeira, rotulei de miseráveis as acusações que algumas figuras da Ilha e do Continente, se apressaram a tecer às autoridades daquela Região Autónoma. Por precipitadas, produzidas quando as cheias ainda destruíam bens e pessoas, considerei-as de aproveitamento político, oportunismo populista.
Pelos mesmos princípios, não vou, por agora, brandir a espada contra bodes expiatórios, nem tecer considerações a propósito do fogo que, desde há quatro dias, vem destruindo um dos maiores pulmões das terras lafonenses.
Será a frio, no rescaldo do pesadelo que terão de ser discutidas as causas, os meios empenhados e os efeitos daquela catástrofe que cobriu de fumo e pesar o Concelho de São Pedro do Sul, aquela cidade que muitos consideram ser a Sintra da Beira.
Mas não posso deixar de registar o genuíno desabafo de um popular, residente numa das aldeias em perigo, que defendeu das chamas a sua habitação e se lamentou para um canal televisivo:
- Eu limpei, como limpo todos os anos, o meu terreno à volta da casa. Mas o Estado não limpou a floresta que é sua propriedade, aqui em volta. O Estado é que manda em nós, não somos nós que mandamos no Estado!...
Apenas um pequeno comentário: O mal passa por aí: nós, o povo, não mandamos no Estado!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
A cidade da Beira, Moçambique
A exemplo do Grande Hotel, que já foi a Jóia da Coroa do turismo beirense, a segunda cidade de Moçambique apresenta as suas estruturas algo degradadas. Fruto amargo duma guerra civil que se prolongou para lá do concebível. Mas a recuperação e o progresso são possíveis, ora que se vive em Paz e se procuram os caminhos para o desenvolvimento.
Ademais, o encanto continua lá...