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Navegue....e mergulhe, está num rio de águas límpidas!
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segunda-feira, 30 de abril de 2018
sexta-feira, 27 de abril de 2018
ESTADO FREI TOMÁS
De tão antiga, aquela máxima de que "o exemplo vem de cima" deixou de ter aplicação.
Eu compreendo que, sem usurpar, o Estado pressione os proprietários de casas devolutas a darem-lhe uma utilidade, para o bem social comum. Como entendo que se pressionem os proprietários de terras para uma limpeza adequada, para a segurança de todos.
Já não compreendo que seja esse mesmo Estado, no caso particular de Lisboa, de per si ou das entidades em que tem responsabilidades, como a SCM e a CML, um dos maiores proprietários de casas devolutas, a não dar o exemplo e um primeiro passo.
Como não compreendo que, sendo esse mesmo Estado proprietário de largas manchas florestais e provedor das bermas das vias de comunicação, não seja o primeiro a dar o exemplo de as manter limpas, cumprindo, afinal, a legislação de carácter obrigatório para todos.
Pois, é. Bem pregava Frei Tomás!
Eu compreendo que, sem usurpar, o Estado pressione os proprietários de casas devolutas a darem-lhe uma utilidade, para o bem social comum. Como entendo que se pressionem os proprietários de terras para uma limpeza adequada, para a segurança de todos.
Já não compreendo que seja esse mesmo Estado, no caso particular de Lisboa, de per si ou das entidades em que tem responsabilidades, como a SCM e a CML, um dos maiores proprietários de casas devolutas, a não dar o exemplo e um primeiro passo.
Como não compreendo que, sendo esse mesmo Estado proprietário de largas manchas florestais e provedor das bermas das vias de comunicação, não seja o primeiro a dar o exemplo de as manter limpas, cumprindo, afinal, a legislação de carácter obrigatório para todos.
Pois, é. Bem pregava Frei Tomás!
quinta-feira, 26 de abril de 2018
PELES DE CORDEIRO
Criminalização de maus-tratos a idosos chumbados por maioria de esquerda AQUI
Surpresa? Nenhuma.
São os mesmos que não garantem uma Rede capaz de Cuidados Paliativos que cubra o território Nacional, enquanto se desunham para que a EUTANÁSIA tenha foros de Lei.
O que me leva a pensar, espero que sem razão alguma, que, enquanto não é possível optar pelo Além, qualquer idoso em sofrimento por falta de cuidados médicos capazes e adequados, pode ter o mesmo fim por abandono ou falta de cuidados no seio familiar.
Para não ir ao extremo dum fim "à pancada" que tal já teria outros contornos penais.
Estamos cercados por lobos famintos com peles de cordeiro e não nos damos conta!
Surpresa? Nenhuma.
São os mesmos que não garantem uma Rede capaz de Cuidados Paliativos que cubra o território Nacional, enquanto se desunham para que a EUTANÁSIA tenha foros de Lei.
O que me leva a pensar, espero que sem razão alguma, que, enquanto não é possível optar pelo Além, qualquer idoso em sofrimento por falta de cuidados médicos capazes e adequados, pode ter o mesmo fim por abandono ou falta de cuidados no seio familiar.
Para não ir ao extremo dum fim "à pancada" que tal já teria outros contornos penais.
Estamos cercados por lobos famintos com peles de cordeiro e não nos damos conta!
CORAGEM JOVEM
Força, jovem! Parabéns pela coragem de teres quebrado aquela que me pareceu simiesca sinfonia que foram todos os outros deprimentes e repetitivos discursos de lugares comuns.... O Vouguinha, que nunca hipotecou a sua liberdade e ideário a partido algum, que só é filiado no que tem por nome Portugal, pede-te que nunca deixes que te manipulem e te contaminem o Pensamento! Foste a única oradora do 25-A, na cerimónia da A.R., e foram muitos os "palradores", que teve a coragem de abordar o tema "corrupção". Para todos os outros foi tema tabu. Vá-se lá saber porquê...
Estou certo que incomodaste alguns, mas, não duvido, foste um sopro de Esperança em muitos mais!
Estou certo que incomodaste alguns, mas, não duvido, foste um sopro de Esperança em muitos mais!
quarta-feira, 25 de abril de 2018
DIA DOS CRAVOS
Há sol mas o vento chia
Os violinos ausentes
Pois quem toca neste Dia.
É só a Harpa dos Crentes!
Os violinos ausentes
Pois quem toca neste Dia.
É só a Harpa dos Crentes!
Hoje são só festas, cravos, sorrisos, hinos de glória, vivas, hosanas...e bolsa vazia!
Domingo, há Futebol e tudo esquece.
Segunda, de cabeça fria e neurónios libertos, acordamos do fim de semana de emoções, e: murcharam os cravos, sorrisos viraram esgares de raiva, os hinos são fúnebres, as hosanas passam a estribilhos dolorosos...e só a bolsa continua na mesma!....
Domingo, há Futebol e tudo esquece.
Segunda, de cabeça fria e neurónios libertos, acordamos do fim de semana de emoções, e: murcharam os cravos, sorrisos viraram esgares de raiva, os hinos são fúnebres, as hosanas passam a estribilhos dolorosos...e só a bolsa continua na mesma!....
segunda-feira, 23 de abril de 2018
DIA MUNDIAL DO LIVRO
O PROBLEMA DEMOGRÁFICO
O Primeiro Ministro disse, há dois dias em Torres Novas, que Portugal precisa de imigração para resolver o problema demográfico!
Chamem-me chauvinista, nacionalista, o que quiserem, que convivo bem com isso.
Com o que eu não convivo bem é, num Portugal com Desemprego, em que os jovens se desunham por uma ocupação e se vêem obrigados a emigrar, venha alguém defender que o problema demográfico se resolve com imigração.
Resolve-se, isso sim, é com um sistema de saúde e leis laborais, que assegurem maternidades, berçários e jardins infantis e outros apoios palpáveis à maternidade.
Importar catrefadas de imigrantes, num Portugal de pouco investimento empresarial, a quem, na maioria, teremos que pagar RSI e subsídios de desemprego, é alijar as responsabilidades de quem governa este País.
Chamem-me chauvinista, nacionalista, o que quiserem, que convivo bem com isso.
Com o que eu não convivo bem é, num Portugal com Desemprego, em que os jovens se desunham por uma ocupação e se vêem obrigados a emigrar, venha alguém defender que o problema demográfico se resolve com imigração.
Resolve-se, isso sim, é com um sistema de saúde e leis laborais, que assegurem maternidades, berçários e jardins infantis e outros apoios palpáveis à maternidade.
Importar catrefadas de imigrantes, num Portugal de pouco investimento empresarial, a quem, na maioria, teremos que pagar RSI e subsídios de desemprego, é alijar as responsabilidades de quem governa este País.
domingo, 22 de abril de 2018
sábado, 21 de abril de 2018
sexta-feira, 20 de abril de 2018
quinta-feira, 19 de abril de 2018
CARRILHÕES DE MAFRA
Segundo notícias, já há luz verde para a recuperação dos carrilhões de Mafra.
Uma boa nova para os mafrenses e para todos nós, que é um pequeno passo em prol do Património Histórico do nosso secular País, que tão desprezado tem sido no que aos testemunhos do nosso Passado diz respeito!
Uma boa nova para os mafrenses e para todos nós, que é um pequeno passo em prol do Património Histórico do nosso secular País, que tão desprezado tem sido no que aos testemunhos do nosso Passado diz respeito!
Toca, toca, carrilhão/Que o teu som é um regalo/
Nem precisa o sacristão/De se agarrar ao badalo!
Vouguinha
quarta-feira, 18 de abril de 2018
BARCO VELHO
terça-feira, 17 de abril de 2018
segunda-feira, 16 de abril de 2018
ESQUERDA, DIREITA, DESTROÇAR!
Por mim, nem legitimo a suposta retaliação à Síria, como defendem muitos, nem a condeno como fizeram outros tantos, com um Conselho para a Paz que anda por aí, como o azeite Galo (passe a publicidade), a cantar, com mais voz, desde 1975, à cabeça.
Mas, não deixo de vislumbrar a demagogia,ou posições "farsolas" de muito pessoal auto proclamado de Esquerda. Porquê? Porque tendo sido esse pessoal tão renitente em aceitar que Assad tenha utilizado armas químicas contra o seu Povo, negando as evidências anunciadas pela OMS, dão agora, com tanta ênfase e convencimento, a certeza de que um dos alvos não tinha nada a ver com produção de armas químicas, mas de um suposto Laboratório empenhado em produzir medicamentos contra o cancro.
A Informação e Contra-Informação sempre foram armas, quase tão letais como as do teatro das guerras.
E, eu, que prefiro respeitar a Paz e o respeito pelas Convenções Internacionais a ela conducentes, vou-me questionando como é possível que até os interesses geoestratégicos das grandes potências mundiais, conseguem, de per si, nestes países como o nosso, peões de segunda linha, espevitarem e dividirem as mentes entre Esquerda e Direita, como se fossemos meros satélites a girarmos na órbita de cada uma dessas grandes potências mundiais!
Mas, não deixo de vislumbrar a demagogia,ou posições "farsolas" de muito pessoal auto proclamado de Esquerda. Porquê? Porque tendo sido esse pessoal tão renitente em aceitar que Assad tenha utilizado armas químicas contra o seu Povo, negando as evidências anunciadas pela OMS, dão agora, com tanta ênfase e convencimento, a certeza de que um dos alvos não tinha nada a ver com produção de armas químicas, mas de um suposto Laboratório empenhado em produzir medicamentos contra o cancro.
A Informação e Contra-Informação sempre foram armas, quase tão letais como as do teatro das guerras.
E, eu, que prefiro respeitar a Paz e o respeito pelas Convenções Internacionais a ela conducentes, vou-me questionando como é possível que até os interesses geoestratégicos das grandes potências mundiais, conseguem, de per si, nestes países como o nosso, peões de segunda linha, espevitarem e dividirem as mentes entre Esquerda e Direita, como se fossemos meros satélites a girarmos na órbita de cada uma dessas grandes potências mundiais!
terça-feira, 10 de abril de 2018
FALTA DE VERBA
"O Governo classificou hoje de "falsidade" as acusações de autarcas do Norte de que a reprogramação dos fundos comunitários pretende transferir verbas para Lisboa, considerando "totalmente inaceitável" que "continue" a ser "propalada" aquela intenção, adiantou à Lusa fonte governamental." - in N.M.
Eu acredito! Tão raras são as verbas que chegam a sair de Lisboa para o Interior, como podem vir de Norte para Lisboa?!
segunda-feira, 9 de abril de 2018
CANASTRO OU ESPIGUEIRO
Como espigueiro nasci
fiz do milho o meu lastro
em Lafões onde nasci
só me chamavam canastro!...
Pobre canastro espigueiro
que guardaste tanto pão
tanta fome no Mundo inteiro
e morres na solidão....
Vouguinha
fiz do milho o meu lastro
em Lafões onde nasci
só me chamavam canastro!...
Pobre canastro espigueiro
que guardaste tanto pão
tanta fome no Mundo inteiro
e morres na solidão....
Vouguinha
domingo, 8 de abril de 2018
sábado, 7 de abril de 2018
O DESPREZO
"Salazar tinha um certo desprezo pelos portugueses" (Irene Pimentel, AQUI).
Se calhar, até tinha.
Mas, já agora, que nome dar ao sentimento que os actuais governantes sentem pelos portugueses? Sim, os que não nos garantem uma Saúde digna, o que não nos garantem Segurança adequada, nos mentem, com promessas inexequíveis, enquanto nos colocam aos ombros a maior carga fiscal de todos os tempos?!
Que permitem que sejamos olhados pelo Mundo como dos maiores caloteiros da Europa?!
Eu sei, mas não digo! Apenas adianto que, quanto a mim, o sentimento é mútuo e devolvido com mais valias e sem qualquer coloração partidária.
Mas, já agora, que nome dar ao sentimento que os actuais governantes sentem pelos portugueses? Sim, os que não nos garantem uma Saúde digna, o que não nos garantem Segurança adequada, nos mentem, com promessas inexequíveis, enquanto nos colocam aos ombros a maior carga fiscal de todos os tempos?!
Que permitem que sejamos olhados pelo Mundo como dos maiores caloteiros da Europa?!
Eu sei, mas não digo! Apenas adianto que, quanto a mim, o sentimento é mútuo e devolvido com mais valias e sem qualquer coloração partidária.
sexta-feira, 6 de abril de 2018
O FOLAR DA CULTURA
A CULTURA E OS SUBSÍDIOS
Está na berra. Na AR, nas ruas, nos Media. A distribuição do bolo cultural que todos nós custeamos, não tem sido pacífica. Exasperam-se alguns agentes culturais, guerreiam-se os partidos, ciosos do seu quinhão de votos entre os "artistas" de artes diversas, da nossa Praça.
É pouco, dá mais!. Dá para este, dá para aquele, semeia dinheiro na cultura, se lhe queres comer o fruto, clamam os mais sabidos!
Bem que me parece mais um Auto de Gil,Vicente, ao vivo e a cores, sem ensaios, entre o Drama e a Comédia!
Por mim, continuo a pensar que sim, que é bem aplicado o dinheiro em Bibliotecas, Museus, Teatro sério, e noutro produtos e fautores que formem, divertindo e abram horizontes sociais.
O que não me conformo é saber que muitos, provavelmente, o maior quinhão, se pode destinar a espectáculos da treta, de nível "aporcalhado" que podem divertir, mas não formam, não educam, não cultivam nada de positivo, que não seja degradação moral e, até, promoção da erva e da alienação ou propaganda política ou partidária encapotada.
Que se faça e se invista em cultura séria, profícua, e que nem um cêntimo se perca, por exemplo, em gaiolas loucas ou espectáculos nauseabundos de "cheira-cus"....
Mas, isto penso e digo eu que sou um inculto "bota de elástico"!
Está na berra. Na AR, nas ruas, nos Media. A distribuição do bolo cultural que todos nós custeamos, não tem sido pacífica. Exasperam-se alguns agentes culturais, guerreiam-se os partidos, ciosos do seu quinhão de votos entre os "artistas" de artes diversas, da nossa Praça.
É pouco, dá mais!. Dá para este, dá para aquele, semeia dinheiro na cultura, se lhe queres comer o fruto, clamam os mais sabidos!
Bem que me parece mais um Auto de Gil,Vicente, ao vivo e a cores, sem ensaios, entre o Drama e a Comédia!
Por mim, continuo a pensar que sim, que é bem aplicado o dinheiro em Bibliotecas, Museus, Teatro sério, e noutro produtos e fautores que formem, divertindo e abram horizontes sociais.
O que não me conformo é saber que muitos, provavelmente, o maior quinhão, se pode destinar a espectáculos da treta, de nível "aporcalhado" que podem divertir, mas não formam, não educam, não cultivam nada de positivo, que não seja degradação moral e, até, promoção da erva e da alienação ou propaganda política ou partidária encapotada.
Que se faça e se invista em cultura séria, profícua, e que nem um cêntimo se perca, por exemplo, em gaiolas loucas ou espectáculos nauseabundos de "cheira-cus"....
Mas, isto penso e digo eu que sou um inculto "bota de elástico"!
quinta-feira, 5 de abril de 2018
terça-feira, 3 de abril de 2018
PÁSCOAS DA MEMÓRIA

PÁSCOAS DA MEMÓRIA
Por aquele tempo, na aldeia onde nasci, perdida entre os pinhais e os vastos horizontes das serranias, pontuavam três "cultos". O da Igreja e os, mais profanos e terrenos, dos comboios a vapor e, ainda, num estertor anunciado, o dos Minérios, na ressaca dum período áureo, que, por paradoxo, a última Guerra havia propiciado.
Para os infantes, dos sete aos dez anos, na idade do pião, dos berlindes, dos ninhos, da bola de trapos e dos joelhos esfolados, a época Pascal era, conjugada com as férias escolares, um período de folguedos e de alegria aromatizada pelos odores da Primavera em flor.
Voa-me a lembrança para os dias que antecediam o Domingo de Páscoa. Era o tempo da "reza", um passatempo em que os pares eram sorteados e consistia em cada um, sempre que avistava o "consorte" do jogo, lhe ditar a "reza", em alta voz! Tinha um peculiar pormenor, que consistia em que a "reza" só era válida em campo aberto, sem cobertura, o que, não poucas vezes, para salvaguarda do "castigo", a imaginação infantil, impelia ao cuidado de transportarem um pedaço de telha num bolso dos calções, que levavam até ao cocuruto, sempre que pressentiam o seu competidor por perto.
No Domingo de Páscoa, tudo estava consumado. Dos dois, pagava as amêndoas, o que ficasse com a "reza" do seu par!
E, são também as amêndoas que me trazem à lembrança de como, por instinto natural, ainda pouco refreado pelas lições da vida, as crianças já transportam nos genes o espírito de competição.
A visita pascal, em que o Pároco, o Sacristão e um ou outro paroquiano, percorriam toda a Freguesia, levando, de casa em casa, o Crucifixo e a bênção cristã, era o evento mais apreciado pela pequenada daquela terra lafonense.
Em grupos numerosos, que os tempos ainda eram de farta procriação, seguiam a santa embaixada, que se ia fazendo anunciar por uma metálica e alegre sineta, até à entrada das habitações, atapetadas por rosmaninho.
À saída de quase todas elas, o Padre António, em passo apressado, que tão curto era o dia para a bênção de tantos lares, com uma mão cheia de amêndoas que retirava dos bolsos largos da batina preta, lançava-as pela calçada, num gesto de lavrador espalhando as sementes por terra lavrada.
- Tenho duas; - tenho três; - tenho cinco..., exclamavam os Zés, os Manueis, os Antónios, os Franciscos e não sei mais quantos putos reguilas e gabarolas, enquanto se continuavam a acotovelar e a esfolarem os joelhos nas areias do granito.
Já tarde, quando o sol se ia recolhendo, para lá das terras onde nunca haviam ido, era chegada a hora de encontrar o vencedor.
- Apanhei vinte; - Eu tenho trinta; - São quarenta; São...
Vitoriado o campeão, era chegada a hora dos prazeres do açúcar que, até ao escrutínio final, as amêndoas eram troféus valiosos, intocáveis, com valor similar aos berlindes ganhos, à quantidade de nicas assestadas no pião do competidor, ou à quantidade de ninhos descobertos nas abundantes árvores dos quintais e hortas.
Tempos de outrora, de que, a inclemência dos anos, nos foi apartando e que emergem à tona da lembrança nestas quadras onde se celebra Cristo, a Paz, mas, também, a vivência das Gentes desta terra de Santa Maria!
Uma Santa Páscoa, para todos vós, amigos do Face toda a vossa Família!
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