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quinta-feira, 18 de julho de 2013

O ACORDO FINAL

  
  A expectativa mantém-se. Há "Acordo", não há "Acordo"? Era bom que sim, mas, desconfiado que sou, não dou por seguro que, ainda que alcançado, este acordo venha resolver alguma coisa. Até podem assinar, para enfoque das luzes da Ribalta e darem ao Povo a imagem de altruístas e preocupados com a Pátria. Que, sabem, dá votos. Só que, e fica aqui registado, não passariam dois/três meses até que as juras e assinaturas no papel fossem letra morta. Com estes políticos e com parte da tralha socrática metida no embrulho e a outra metade à espreita, não há acordo que frutifique.
  O Acordo que mais obrigava, foi estabelecido há mais de 2 anos, no Memorando assinado pelos três partidos ora em "concílio" dos anjos, com o testemunho e chancela de entidades internacionais. E deu no que deu. Aguentou-se enquanto a ala socrática, na ressaca, esteve de beiça caída. Porque, logo de seguida, ainda a tinta estava fresca, já o acordado era letra morta e as forças políticas do arco da governação andavam a municiar as cartucheiras para a fogachada que se seguiu.
  Dizer-se, agora, que o "entendimento" ora proposto pelo PR, devia ter sido subscrito há dois anos, é, quanto a mim, um exercício gratuito de construir castelos no ar...ou na areia, sabendo-se que não haveria acordo mais comprometedor do que aquele que foi assinado com a Troika, em nome do Estado Português.
Como gostaria que, daqui a algum tempo ser acusado de pessimista militante e que este fosse mesmo o ACORDO FINAL!...

Celebraria, com música: